DESMEMBRADA VIVA: O Horror do Barril Azul que Aterrorizou a América Latina!

O que parecia ser uma noite tranquila com seu companheiro se transformou em um pesadelo para uma jovem mãe de Honduras. Ela jamais [música] imaginou que o encontro em uma oficina mecânica onde o homem trabalhava se tornaria um dos casos mais arrepiantes da história criminal recente do país. Neste vídeo contarei todos os detalhes da descoberta que revelou esta história horrível que ainda causa como em todo o país centro-americano e na América Latina.
Não apenas pela brutalidade dos acontecimentos, mas também pela relação próxima entre a vítima e o agressor. Se quiser saber tudo que aconteceu, fique comigo até o final do vídeo. Meu nome é Lilian e este é o canal Casos Criminais. Sejam todos muito bem-vindos. Nas primeiras horas da manhã de quinta-feira, 12 de agosto de 2019, o grito lancinante de uma mulher seguido por sons de golpes quebrou a tranquilidade de um bairro em Tegucigalpa, capital de Honduras.
Os ruídos pareciam vir de uma oficina de elétrica automotiva. Alguns vizinhos, também alertados pelo que consideraram movimentos estranhos, espiaram por uma fresta no portão da entrada da oficina. Lá dentro viram um homem que reconheceram como funcionário e morador da oficina, tentando abrir a tampa do cano principal de água com uma barra de ferro, aparentemente porque estava limpando algo.
Desconfiados de que um crime pudesse estar acontecendo por trás do que acabavam de presenciar, alguns vizinhos ligaram para o serviço de emergência, mas as autoridades nunca apareceram. Foi somente na manhã seguinte, quando os donos da oficina, como de costume, apareceram para abrir as portas, que as pessoas perceberam que algo estava realmente errado lá dentro.
Os donos bateram várias vezes e ficaram surpresos ao ver que o homem que havia passado a noite vigiando o local não atendeu. Após bater insistentemente por vários minutos, o funcionário surgiu empunhando um facão e declarou ameaçador que ninguém entraria. Foi nesse momento que os proprietários chamaram a Polícia Nacional e em poucos minutos vários policiais chegaram ao local.
As pessoas que haviam relatado os barulhos e o que tinham visto naquela manhã também apareceram ansiosas para saber o que havia acontecido. Por fim, os policiais conseguiram entrar no local e capturar o suspeito, que tentou fugir pela parte de trás da oficina. Ele foi imobilizado e levado algemado para uma das viaturas enquanto outros agentes inspecionavam o local.
Durante uma breve busca inicial, não de incomum. Foi somente ao entrarem no banheiro que descobriram vestígios de sangue no chuveiro, misturados com água e o que parecia ser algum tipo de gracha. Eles também encontraram várias peças de roupas e um par de sapatos ensanguentados. Foi então que começaram a suspeitar de que algo ruim havia acontecido ali.
Encontraram ainda um facão e uma vassoura com manchas de sangue, além de um barril de plástico azul comumente usado para armazenar líquidos. Os policiais decidiram abrir a tampa e ficaram horrorizados ao descobrir o que parecia ser o corpo mutilado de uma mulher em seu interior. Imediatamente solicitaram a presença de representantes do Ministério Público, detetives da polícia e peritos forenses.
Quando esses profissionais chegaram, isolaram a área e controlaram o fluxo de pessoas que entravam e saíam. Finalmente o boato começou a se espalhar. Todos os vizinhos sabiam que havia o corpo de uma mulher dentro do barril. Uma mulher apareceu no local afirmando que uma de suas cunhadas estava desaparecida havia cinco dias, mas as autoridades não puderam confirmar naquele momento se era ela.
Enquanto isso, peritos forenses inspecionavam o local tentando coletar evidências, incluindo, é claro, o barril azul, que foi levado para um laboratório criminal junto com facão e os outros itens para análise posterior. Os restos mortais da mulher também foram recolhidos para todos os exames legalmente exigidos para determinar a causa da morte.
Enquanto isso, o homem detido foi identificado como Cleofás Casteron Bardales, de 28 anos, e levado para uma unidade policial em um centro de investigação para interrogatório. Sua imagem sem camisa, com cabelos longos e expressão impassível foi amplamente divulgada não só na imprensa, mas também nas redes sociais. Algumas fontes revelaram que o homem confessou o crime rapidamente e até mesmo divulgou o nome da vítima.
Ele disse que a mulher se chamava Frânia Ondina Mondragon e que mantinha um relacionamento amoroso intermitente com ela. Frânia era natural de Toluteca, no sul de Honduras, mas seu nascimento foi registrado em outro local por razões não esclarecidas. A partir dos 3 meses de idade, foi criada pela avó.
E, embora sua infância tenha sido marcada pela negligência e pelas dificuldades típicas da região pobre onde cresceu, aprendeu a enfrentar as adversidades com um sorriso e a viver uma vida tranquila. Sabe-se também que aos 13 anos ela se mudou para Tegigalpa em busca de um futuro melhor. Lá morou na casa de sua tia e trabalhou em diversos empregos para sustentar a si mesma e a sua avó.
Na adolescência engravidou de sua primeira filha e dois anos depois teve outra. Frânia criou as duas sozinha e trabalhou arduamente para sustentá-las, sem jamais negligenciar sua família ou perder seu carinho característico. Aqueles que a conheceram a descreveram como uma mulher forte, alegre, trabalhadora e atenta aos detalhes.
Ela também era muito ativa nas redes sociais, onde documentava sua vida com muitas fotografias. Era comum vê-la em desfiles, demonstrando sua paixão pelo futebol e aparecendo em diversas fotos, vestindo a camisa de seu time favorito. Frânia também foi descrita como uma pessoa tranquila que levava uma vida calma e descomplicada.
No entanto, uma doença repentina. O câncer colocou em risco tudo que ela havia construído até então, mas ela a enfrentou com grande otimismo, conseguindo marcar uma consulta médica em meados de 2019. Com duas filhas adolescentes de 14 e 16 anos já a caminho de uma vida livre do câncer, Fran seu futuro como muito promissor.
Naquela época, ela ganhava a vida vendendo frutas como ambulante em o mercado local. Foi nesse contexto, enquanto tentava reconstruir sua vida, que surgiu o contato com Cleofaz. Ele era técnico em uma oficina de elétrica automotiva, como já mencionamos, onde os clientes o consideravam um homem muito calmo e trabalhador.
Aparentemente ele morava na oficina, o que era uma vantagem para os donos, pois além de ter um funcionário logo pela manhã, eles tinham alguém para cuidar das instalações durante a noite. Contudo, o que a princípio parecia uma situação vantajosa para ambos terminou em um episódio completamente horrível. O nome de Frânia começou a surgir nas investigações e as autoridades contataram sua família.
Seu irmão ficou com a dolorosa responsabilidade de identificar os restos mortais, algo que ele conseguiu fazer graças às roupas dela e a uma tatuagem bastante peculiar que Frânia havia feito alguns anos antes. Esse mesmo jovem cuidou dos trâmites legais para reivindicar o corpo que seria levado para sua cidade natal, onde seria sepultado.
Assim, após todos os exames forenses, o corpo de Frânia foi devolvido ao local que ela havia deixado anos antes em busca de um futuro melhor. Enquanto a família tentava se despedir dela, Cleofaz confessou que, em meio a uma discussão acalorada, tentou sufocar Frânia, apertando seu pescoço com as próprias mãos.
Quando ela perdeu a consciência, em um acesso de pânico, ele usou um facão para fracionar seu corpo em 11 pedaços. Vestígios de sangue na oficina indicavam que o crime havia sido cometido no banheiro e que ele tentou se desfazer de partes dos restos mortais pelo cano de esgoto, mas como não conseguiu, os colocou em um barril de plástico.
Mas além disso, o legista revelou um detalhe terrível. Quando Cleofás começou fracionar o corpo de Frânia, ela ainda apresentava sinais vitais. Com todas essas informações, na terça-feira, 13 de agosto, os restos mortais da jovem foram sepultados por sua família amigos, que se lembravam de Frânia, como uma mulher sorridente, apaixonada por futebol e uma lutadora incansável por suas filhas.
Em meio à dor, a família não conseguia encontrar uma explicação para o ocorrido, mas também exigia justiça para a jovem. O funeral foi realizado em um cemitério comunitário. O irmão lembrou-se dela pela luta contra o câncer e afirmou que, mesmo passando por um momento muito difícil, Frânia sempre tentava fazer com que os outros se sentissem bem.
Nesse dia, enquanto a família de Frânia se despedia, Cleo foi levado ao tribunal. Durante a audiência, um juiz emitiu um mandado de prisão contra ele por ter tirado a vida de Frânia e mutilado seu corpo. A primeira audiência estava marcada para amanhã de quinta-feira, 15 de agosto. Mas antes da audiência, na noite de quarta-feira, 14 de agosto, o Ministério Público, através da Direção Nacional de Polícia, realizou uma segunda inspeção na oficina.
Segundo relatos, o procedimento foi solicitado pela acusação como parte da investigação, com o objetivo de procurar e recuperar alguns dos órgãos vitais de Frânia, que não tinham sido encontrados durante os exames forenses realizados na inspeção inicial. As autoridades demoliram uma caixa de drenagem de esgoto que supostamente estava obstruída pela presença desses restos mortais.
Após desmontarem toda a estrutura e inspeccionarem os canos como suspeitavam, encontraram órgãos humanos dentro dos condutos. Estes foram recolhidos, classificados e encaminhados para o serviço de medicina legal. Além dos restos mortais, um telefone celular também foi encontrado e submetido à análise tecnológica para determinar seu proprietário e buscar dados que pudessem ser úteis para o processo.
No dia seguinte, conforme planejado, ocorreu a audiência inicial do caso. Ela começou sem a presença do acusado, pois ele estava sendo transferido da prisão. Às 10 horas, Cleofás finalmente chegou em um ônibus junto com outros detentos. Ele desceu do ônibus de cabeça baixa para evitar ser fotografado. Sua cabeça estava raspada, sem os longos cabelos que tinha quando foi preso.
Ele vestiu uma camiseta branca de um clube esportivo e calça jeans. Parecia relaxado e não demonstrou nenhum remorço. Durante a audiência, várias provas foram apresentadas, incluindo quatro testemunhas, das quais apenas duas foram admitidas. Uma delas, um policial, afirmou que Cleofaz lhe contou ter conhecido Frania no mercado e a levado para a oficina.
A testemunha também declarou ter ouvido os gritos de socorro da mulher e ter visto Cleofás dentro da oficina. Além disso, a promotoria solicitou o depoimento de dois peritos, um que realizou uma análise sorológica forense e o outro a avaliação psicológica de Cleofás. Ao final dos argumentos, o juiz emitiu a denúncia formal.
A acusação e uma medida cautelar foram impostas ao homem acusado de feminicídio. Ao final da sessão, o acusado foi encaminhado a um presídio onde aguardou o julgamento. O clamor por justiça pelo crime que chocou a nação foi atendido com uma resposta rápida, diferentemente de muitos casos nessa região que ficam impunis. O processo avançou com surpreendente celeridade e diante das provas contundentes reunidas pela acusação, Cleofaz decidiu aceitar um acordo judicial, confessando sua responsabilidade pelo crime.
Assim, o processo judicial terminou nos primeiros dias de dezembro de 2019, menos de 4 meses após os fatos. Segundo informações divulgadas pela promotoria em suas diversas plataformas de mídia social, por meio da sessão de homicídios violentos de mulheres, Cleofás foi condenado. O juiz sentenciou Cleofas Casterhon Bardales a 22 anos e 6 meses de prisão, além de algumas penas adicionais que não foram muito consideradas.
Assim terminou o caso de Franion Dinam Mondregon, que tinha 32 anos na época. Segundo a sentença, a investigação determinou que na madrugada de 12 de agosto, Cleofá tirou a vida de Frânia naquela oficina. Em seguida, fracionou o corpo e tentou se desfazer dele, jogando algumas partes no ralo. Como não conseguiu, escondeu o restante em um barril de plástico.
Seu plano era eliminar as provas, mas foi frustrado quando foi descoberto. A polícia chegou rapidamente e testemunhas no local prestaram depoimento. Embora os motivos ainda não tenham sido oficialmente esclarecidos, alguns relatos mencionaram razões relacionadas a ciúme ou vingança. Durante a gravação deste vídeo, quase 7 anos após o crime, constatou-se que Cleofaz continua cumprindo pena e não houve alteração em sua situação jurídica.
Apesar do caso ter sido encerrado judicialmente, o que aconteceu naquela oficina em agosto de 2019 gerou grande como nacional devido a sua extrema brutalidade. Algo curioso sobre tudo isso é que, apesar dos vizinhos terem chamado a polícia assim que ouviram os primeiros gritos de Frânia, ninguém se apresentou. A polícia só chegou no local horas depois, no dia seguinte.
O caso de Frânia chocou Honduras, não apenas pela brutalidade do crime, mas pela crueldade empregada após sua morte. Frânia era mãe de duas filhas, uma mulher descrita pela família como trabalhadora, alegre e dedicada aos seus entes queridos. Sua vida terminou de forma aterrorizante e seus restos foram encontrados ocultos dentro de um barril em um estabelecimento onde, segundo as investigações, o crime teria sido cometido.
Mas mesmo após a prisão e condenação do responsável, algumas perguntas continuam perturbando quem acompanha essa história. O que leva alguém a cometer um ato de violência tão extremo contra uma pessoa com quem dividia a própria vida? E será que casos como di frânia poderiam ser evitados se os sinais de relacionamento abusivos fossem identificados e levados mais a sério pelas pessoas ao redor? Deixe sua opinião nos comentários.
Eu quero saber o que você pensa sobre este caso. Antes de sair, curta o vídeo e se inscreva no canal, caso ainda não seja inscrito. Obrigada por assistir até aqui. Nos vemos no próximo vídeo.