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Não Fui Eu!” – Adriana Brandão Encarando o Delegado com Olhar Desesperado e Revelação Bombástica Sobre a Queda de Artur Brandão! Descubra Toda a Verdade Agora

O delegado, durante o depoimento de Adriana, vai receber uma pista do verdadeiro responsável. Olá, delegado. Eu sei quem provocou a queda de Artur Brandão. Adriana, Pedro e o delegado vão ficar diante da única testemunha capaz de revelar a identidade do autor do ocorrido. Tudo vai acontecer depois que o delegado pressionar Adriana no depoimento.

 Pedro, que estava ao lado de Adriana, rapidamente percebe as intenções do delegado e retruca. Calma aí, delegado. Você está mesmo induzindo a minha cliente a confessar um ato que ela nunca cometeu? Eu não vou deixar isso acontecer. Adriana vai continuar firme na sua versão. Não adianta tentar. A minha cliente é inocente. Intimidada com a postura do delegado Paulo, Adriana encara a autoridade no fundo dos olhos e diz firme: “Pedro tem razão.

 Eu não posso confessar um ato que eu nunca seria nem capaz de cometer delegado. O que o senhor está fazendo é desumano.” O delegado se defende, afirmando que não está induzindo ninguém a confessar nada, apenas fazendo perguntas. Em um tom cínico, o delegado Paulo diz: “Mas por toda essa preocupação, Dr. Pedro? Se a sua cliente é inocente, você deveria estar mais calmo?” Pedro, ao escutar as palavras do homem, fica revoltado e responde em um tom sério: “Eu não estou gostando da sua postura, delegado Paulo Menezes.

 Como um homem da lei, você deveria ser completamente imparcial. A minha cliente é inocente e mais cedo ou mais tarde a verdade aparecerá.” É então que de repente o telefone do delegado começa a tocar alto na mesa, sem sequer imaginar que aquela simples ligação mudaria todo o rumo das investigações, a autoridade pede licença aos dois presentes e atende rapidamente o aparelho.

 Do outro lado da linha, uma pessoa misteriosa, com uma voz grave e pausada, inicia a conversa dizendo: “Olá, por acaso quem está falando é o delegado Paulo Menezes? Cabreiro com a abordagem incomum, o delegado franze a testa e responde em um tom firme: “É ele sim, pois não? O que o senhor deseja?” surpreendendo a autoridade, além de Adriana e Pedro, que observavam em silêncio toda a movimentação no escritório, a pessoa misteriosa afirma: “Bom, delegado, eu estou entrando em contato com o senhor, pois tenho uma informação valiosa, capaz de desenrolar

de vez toda a averiguação sobre a triste partida do empresário Artur Brandão.” Desacreditado do que tinha acabado de escutar, o delegado Paulo questiona imediatamente: “Quem está falando? Como você pode saber de informações tão importantes assim sobre esse caso? Vá direto ao ponto ou então eu serei obrigado a rastrear essa ligação agora mesmo.

 Adriana e Pedro, chocados com o que acabaram de ouvir graças ao volume do telefone, se entreolham bastante desconfiados. Pedro comenta em um sussurro quase inaudível: “Quem pode ser essa pessoa, Adriana? Que tipo de informações são essas?” Antes que Adriana pudesse responder qualquer coisa, a atenção dos dois é novamente voltada para a ligação.

 O indivíduo misterioso responde de forma firme e controlada: “Não precisamos chegar a esse extremo delegado. O mais importante neste exato momento é que a verdade seja dita e a justiça seja feita”. Eu posso lhe garantir uma coisa. Os verdadeiros envolvidos estão muito mais próximos do que as autoridades imaginam.

 É então que o delegado Paulo levanta a cabeça, encara Adriana no fundo dos olhos e, sem desviar o olhar, exige que o indivíduo misterioso fale. De uma vez por todas, quem provocou a queda de Artur Brandão da sacada do seu apartamento? Pedro e Adriana continuavam escutando toda a conversa. Atentamente.

 Um forte misto de medo e esperança toma conta de Adriana, que comenta em pensamento, aflita. Meu Deus, por favor, que essa pessoa misteriosa me ajude a provar a minha inocência de uma vez por todas. Eu não posso pagar por algo terrível que não cometi. Enquanto isso, Pedro também se mantinha extremamente apreensivo na cadeira.

 Ainda assim, um pouco de esperança finalmente toma conta do seu coração. O advogado começa a acreditar firmemente que a presença dessa pessoa misteriosa poderia salvar Adriana de uma acusação injusta e cruel. Pedro continua observando atento a cada detalhe da ligação e escuta quando o delegado afirma severamente: “O que você está me dizendo aqui é algo muito sério”.

 Então, se isso for algum trote ou alguma brincadeira de mau gosto, saiba que as consequências legais serão seríssimas para o senhor. É então que a voz misteriosa garante com todas as letras e sem hesitar que aquilo não é nenhuma brincadeira, afirmando categoricamente ter como provar tudo o que está dizendo. O delegado que buscava uma confirmação definitiva por parte do indivíduo do outro lado da linha, dizem um tom bastante sério e calculista.

Escute bem, neste exato momento, em minha frente se encontra a principal suspeita apontada pelas nossas averiguações, a própria esposa do empresário Artur Brandão. Estou falando de Adriana Brandão. Mas antes que a autoridade pudesse sequer concluir o seu raciocínio, a pessoa misteriosa o interrompe e dispara com convicção.

Não precisa me falar mais nada, delegado. Eu sei muito bem onde o senhor está querendo chegar com isso. E não, Adriana não tem absolutamente nada a ver com o fim trágico de Artur Brandão. Essa pobre mulher é inocente e está sendo usada apenas como uma peça descartável no jogo dos verdadeiros responsáveis. Volto a afirmar, tudo o que eu estou falando, eu tenho como provar documentalmente.

Adriana é inocente. Ao escutar a declaração contundente do homem, o delegado fica completamente chocado. Processando a informação, ele responde em um tom de voz levemente vacilante, mas autoritário. Nós não podemos continuar essa conversa por telefone, por isso, venha até o meu departamento o mais rápido possível.

 De preferência, traga em mãos todas essas provas que o senhor afirma ter. O indivíduo misterioso confirma sua presença rapidamente e, sem mais delongas, a ligação é encerrada. Após o telefonema, a tensão era nítida, estampada no rosto do delegado Paulo. Ele respira fundo, encara Adriana e Pedro nos olhos e diz, mudando completamente a postura.

 Vocês escutaram bem, não é? Uma nova testemunha virá depor em breve, afirmando com total convicção que tem provas contundentes da sua inocência, Adriana. Portanto, eu peço que os dois se retirem da minha sala agora. Nós precisamos nos preparar para receber esse indivíduo e avaliar o que ele tem a nos mostrar. É então que Pedro, em um tom firme, dispara: “Não, delegado, não vamos sair daqui em hipótese nenhuma.

 Tudo o que essa pessoa irá dizer interessa à minha cliente.” Adriana complementa que não sairá do recinto até encontrar cara a cara o indivíduo capaz de lhe salvar de uma detenção injusta. Vencido e sem paciência para uma discussão, o delegado responde: “Tá, tá, vocês podem acompanhar, mas por favor, não quero nenhuma confusão e baderna aqui dentro e não quero interferências no momento do depoimento.

” Após alguns minutos à espera da pessoa misteriosa, Pedro e Adriana se encontravam tensos no corredor, enquanto os dois se mantinham perdidos em pensamentos. É então que Pedro quebra o silêncio, afirmando: “Adriana, essa é a única oportunidade que temos de provar a sua inocência. Temos que agarrar essas provas que essa pessoa afirma ter com unhas e dentes.

” Adriana, que não escondia sua aflição, responde: “Pedro, eu não posso esconder. Eu estou com muito medo de tudo isso ser um grande trote ou então alguma armação da Pilar”. Pedro responde a Abriana dizendo que esse medo é normal, pois é a liberdade da fisioterapeuta que está em jogo.

 Ele encerra pedindo para que Adriana mantenha a calma e confie na chance que o universo está lhe dando. Antes que Adriana pudesse responder alguma coisa, os dois são chamados pelo delegado, pois a pessoa misteriosa acabou de chegar. É então que depois de todos estarem acomodados na sala, a porta se abre de repente e uma pessoa alta, de cabelos negros, entra no ambiente a passos firmes.

 Pedro reconhece rapidamente o indivíduo, arregala os olhos e dispara: “Você! Mas como isso pode ser possível?” Adriana, ao encarar o homem parado à sua frente, acha o rosto dele completamente familiar. É então que a lembrança vem à sua memória. Aquele era o homem que ela tinha visto no porta-retratos na casa de Artur.

 Tratava-se de ninguém menos que Eitor Brandão, o filho do empresário que estava desaparecido há anos. Um pesado clima de tensão se instaura no ambiente. Pedro se mantinha completamente abismado com a aparição e questiona: “Eitor, por onde você andava durante todo esse tempo, rapaz? Isso é uma grande loucura. Eu mal posso acreditar.

 O meu padrinho moveu céus e terras para te achar e agora você simplesmente aparece aqui na nossa frente. O homem encara Pedro no fundo dos olhos e diz em um tom sereno, mas firme. Pedro, como você cresceu, rapaz? Enfim, é uma longa história. Se eu for contar tudo agora, ficaremos horas aqui. E nós não temos tempo para isso.

 A verdade tem que ser dita o quanto antes, senão essa moça pagará por algo que não cometeu. O delegado, que acompanhava toda aquela cena de reencontro em silêncio, interrompe o momento pigarreando e afirmando: “Bom, vejo que todos vocês se conhecem e esse homem tem razão. Não temos tempo para encontrinhos emocionantes agora. Por favor, senhor, vá direto ao ponto.

 Quem é você? O que o trouxe aqui e como o senhor poderá provar a inocência dessa mulher? Heitor encara a autoridade e se apresenta formalmente. Delegado, me chamo Eitor Brandão, filho de Artur Brandão. Eu passei muitos anos distante da minha família, por isso a grande surpresa dessas pessoas. O que me trouxe aqui é simples.

 A justiça pelo meu pai tem que ser feita do jeito certo. Essa mulher está sendo acusada injustamente e eu tenho como provar. Tenso com a audácia da declaração, o delegado questiona Heitor sobre como ele poderia provar algo tão sério e pergunta se o homem estava presente no local do incidente. A autoridade encerra a série de perguntas em tom de aviso.

 Então, o senhor afirma com unhas e dentes que essa mulher é inocente, mesmo sendo ela a única pessoa acordada naquela noite e a última que viu Artur com vida. Eu espero que essas provas sejam bastante contundentes. Caso contrário, o senhor vai arrumar um sério problema por obstrução. Vá direto ao ponto, rapaz. Sem se deixar intimidar, Heitor responde firme, garantindo que tem absoluta certeza do que está afirmando e que mostrará as provas que levarão as autoridades diretamente ao verdadeiro responsável. Adriana, que até então

apenas observava o interrogatório, encara no fundo dos olhos e afirma com sinceridade: “Meus sentimentos, Heitor. O seu pai amava demais você e a sua partida o mudou completamente como ser humano. Eu sinto muito mesmo pela sua perda, mas eu quero deixar bem claro que eu nunca seria capaz de cometer algo tão terrível contra o meu amigo como estou sendo acusada.

” Eitor responde a Adriana com um nítido pesar na voz. confessando que se arrepende bastante por não ter conseguido se despedir do seu amado pai h tempo e reforça saber da inocência incontestável dela. Aproveitando a brecha na conversa, Pedro, sem pensar duas vezes, se intromete. Eitor, já que você afirma com tanta convicção a inocência de Adriana e diz ter como provar, por favor, apresente isso ao delegado.

 Que tipo de provas são essas? Irritado com a interrupção, o delegado corta o advogado imediatamente e dispara: “Doutr. Pedro, eu já pedi ao senhor e a sua cliente que não atrapalhassem o andamento das coisas. A autoridade aqui sou eu e quem faz as perguntas à testemunha sou eu. Então não atrapalhem mais esse depoimento com conversas paralelas.

É então que Heitor retira um pequeno objeto do bolso da jaqueta e o estende na direção da mesa. Ele encara a autoridade e diz: “Estão aqui neste pen drive todas as provas necessárias para revelar o verdadeiro autor do ocorrido e inocentar essa pobre mulher. O delegado recebe o dispositivo e encara o pequeno aparelho com uma tensão evidente no rosto.

 Curioso e desconfiado, ele questiona como o Heitor conseguiu aquele material e qual era exatamente o seu conteúdo. Eitor respira fundo e explica. Pode até parecer loucura, delegado, mas quando eu soube da notícia trágica do meu pai e principalmente quando vazou a informação de que não havia imagens das câmeras do prédio, eu percebi um erro gravíssimo na averiguação.

O prédio da frente não havia ficado sem energia naquela noite. Então eu entrei em contato com o síndico de lá, que me forneceu as imagens do circuito interno. O vídeo contém o ângulo perfeito para a varanda onde aconteceu a queda, que foi totalmente intencional. Abismado com a astúcia e a frieza do homem, o delegado conecta o pen drive ao computador de sua mesa.

 Adriana e Pedro se aproximam, observando a tela logo ao lado dele. Uma revelação surpreendente é feita para os três que ficam em absoluto estado de choque. É então que a verdadeira identidade do responsável surge nitidamente no vídeo, mudando o rumo da história para sempre. O delegado quebra o pesado silêncio que havia se instalado na sala, afirmando ainda incrédulo e com os olhos fixos na tela do computador.

Isso aqui não pode ser possível, mas essas imagens provam tudo. Adriana e Pedro, logo ao lado, se encontravam visivelmente emocionados e mexidos com a revelação. Afinal, a verdadeira identidade do autor da trágica queda de Artur fora definitivamente provada. E Adriana poderia, depois de tanta angústia, finalmente respirar aliviada.

A autoridade ainda permanecia abismada com o que acabara de assistir e comenta com indignação: “Eu simplesmente não posso acreditar nisso. Essa pessoa conseguiu escapar de qualquer suspeita nossa até agora. Se não fossem essas imagens precisas, nós nunca iríamos descobrir a verdade. Com a voz embargada, Adriana revela estar, por um lado, estasiada pela comprovação innegável de sua inocência, mas ao mesmo tempo sente-se muito triste por Artur ter sido cruelmente tirado de cena por aquela pessoa em específico. Ela suspira

e encerra, dizendo: “O meu amigo não merecia esse final. Uma pessoa tão boa e gentil, eu não posso acreditar que fizeram isso com ele. Pedro concorda imediatamente, afirmando ter o mesmo pensamento que Adriana e demonstrando estar completamente decepcionado com a surpreendente revelação. Heitor, que apenas observava os comentários em silêncio, toma a frente e afirma em um tom sério e impositivo: “A justiça tem que ser feita, delegado.

Essa pessoa não pode passar impune de jeito nenhum. O meu pai merece que a verdade apareça e foi justamente por isso que eu voltei. É então que, sem pensar duas vezes e movido por uma nova determinação, o delegado pega o telefone e faz uma sequência de ligações urgentes para toda a família Brandão, convocando cada um deles a comparecer ao departamento o mais rápido possível.

Depois de alguns minutos, toda a família chega ao local. estavam visivelmente apreensivos e tensos pelo chamado repentino e urgente do delegado. Pilar, Ulisses, Ademir, Silvana e Thiago aguardavam presentes no ambiente. É então que de repente Heitor aparece na sala, deixando todos os presentes de queixo caído.

 Pilar, ao se deparar com o sobrinho, que julgava estar desaparecido para sempre, dispara abismada. Mas o quê? Como isso pode ser possível? O que você está fazendo aqui, rapaz? Ignorando os questionamentos da tia, Eitor encara todos os presentes e afirma sério: “Eu voltei, família, e trazendo comigo a verdade. Vocês pensaram que tinham se livrado de mim, não é? E agora iam fazer a mesma coisa com a Adriana.

Mas vocês estão muito enganados. Um pesado clima de tensão se instaura no ambiente. É então que o delegado toma a palavra e afirma sem rodeios: “Esse homem tem razão. O verdadeiro responsável pela queda de Artur Brandão foi finalmente revelado. Adriana, que mantinha uma postura firme ao lado de Pedro, complementa a fala da autoridade, afirmando que a verdade sempre prevalece e que aqueles que queriam lhe ver detida injustamente vão arcar com as consequências, pois a justiça será feita.

 Pilar, visivelmente tensa, tenta manter a pose, responde em um tom irônico e retruca. Como assim, verdade? Todos nós sabemos que você é a verdadeira responsável por tudo, sua golpista. É então que Eitor toma a palavra, cortando a tia de imediato e diz firme: “Cala a boca, Pilar! A Adriana está sendo apenas mais uma vítima sua e da sua ganância, sua víbora. Meu pai sempre teve razão.

 Você não presta. As autoridades já sabem quem foi o autor. Não apenas um, mas dois. Após uma enorme pressão vinda do delegado, de Heitor e de Pedro, o silêncio é quebrado. Encurralado e sem saída, Ulisses desaba e confessa: “Já chega, eu assumo. Fomos eu e a Pilar que cometemos esse ato terrível contra o Artur. Eu me arrependo amargamente.

” É então que é revelado para todos os presentes que os verdadeiros envolvidos se tratavam de ninguém menos que os próprios irmãos de Artur Brandão. Ulisses explica que aproveitou que Artur estava sós na varanda para tentar conversar com o Ricasso a fim de impedi-lo deixá-lo sem nenhum tostão da herança.

 Foi então que Pilar apareceu de repente e em um momento de fúria cega provocou a queda de Artur da sacada. sem qualquer chance de defesa para o empresário. Desesperada, Pilar tenta se defender, afirmando aos gritos que foi manipulada por Ulisses e que o irmão havia planejado todo o ato desde o casamento de Artur com Adriana. Mas o homem retruca rapidamente, apontando o dedo para ela. Deixa de mentir, Pilar.

 Eu não queria fazer isso com o meu próprio irmão, mas você apareceu de surpresa e fez aquela coisa horrível. E depois você me obrigou a ser conivente com a acusação falsa contra a pobre da Adriana. Você é baixa pilar. Em uma cena épica e de pura catarse, o delegado encerra a discussão e dá voz de detenção aos dois irmãos, que são rendidos ali mesmo e levados pelas autoridades sob os olhares chocados do resto da família.

Yeah.