Casemiro vai descobrir que Ton é seu filho, não mirinho. Um detalhe provará que ele criou o filho errado. Casimiro decidirá corrigir o erro de uma vida inteira. Quando o Mirinho voltar a debochar de Tono, por ele não ter nada, esse vilãozinho será surpreendido. Tudo começa quando o Ton chega para mais um dia de trabalho e acaba encontrando o Mirinho.
O mimado bloqueia sua passagem e afirma: “Hoje eu tenho um servicinho especial para você”. Tonho solta uma risadinha de deboche e fala: “Ah, pronto, eu não trabalho para você, Mirinho, eu trabalho para o engenho. Se você não se lembra, eu sou o administrador de Santa Fé” com um olhar intimidador. Mirinho afirma: “Se você trabalha para o meu pai, você trabalha para mim.
E se tentar recusar me obedecer, eu posso acabar com esse seu topete em dois palito. Irritado, Ton pergunta: “Que que você pensa que é? Só porque usa terno caro se acha no direito de tentar me intimidar.” Mirinho responde: “Eu sou aquele que manda e você é aquele que obedece.” Tonho aperta os punhos se segurando para não reagir.
[música] Aos risos, o mimado diz: “Isso bem calminho. Se você não tem medo de perder o emprego, é melhor ir lá limpar o estábulo do meu cavalo e eu quero bem limpo.” Tonho o encara por alguns segundos e, sem dizer mais nada, dá meia volta e se afasta. Com um largo sorriso no rosto, Mirinho berra. Isso. Vai lá, administrador. Logo em seguida, Casemiro encontra Ton inquieto e pergunta o que está acontecendo.
Nervoso, o moinho diz seu filho, é claro. Ele acha que mandem alguma coisa aqui. Pior, ele se acha no direito de me tratar da forma que bem entender. Nem parece que a gente cresceu junto nessa fazenda. Indeciso, Casemiro comenta: “Olha, você precisa ter paciência. O Mirinho tem uma personalidade forte e Tonho o interrompe e fala: “Me desculpa, padrinho, mas isso não tem nada a ver com personalidade, tem a ver com caráter.
E digo mais, eu sei que o Mirinho tá querendo acabar com esse engenho de dentro para fora, só para criar aquela fábrica de tecido que ele quer. Engolindo em [música] seco, Casimiro fala: “Vamos acabar com essa conversa aqui antes que eu dê razão ao meu filho e comece a acreditar que você está querendo se intrometer demais nos negócios da família.
” Fechando o semblante, Ton comenta: “Eu eu sou o seu afilhado.” Casimiro apenas sorri, dá dois tapinhas nas costas do mocinho e se retira. Um pouco mais tarde, Casimiro confronta Mirinho e com uma voz firme diz: “Vamos deixar uma coisa bem clara aqui. O Tonio tem a sua função no engenho, que inclui dar ordens para alguns funcionários”.
Você mais é do que meu herdeiro e ainda tem essa ideia estapa fúrdia de que nosso negócio está falindo. Nervoso, Mirinho fala: “Mas está, eu já te expliquei que no Brasil, bravo Casimiro berra. Chega! Eu não quero ouvir. Agora saia da minha frente. Com um olhar revoltado, Mirinho afirma: “Eu vou mostrar para o Senhor que eu estou certo e quando isso acontecer, o Senhor vai me pedir perdão de joelhos e o Ton vai pegar as trouxas dele e ir embora dessa fazenda”.
Assim que Mirinho [música] se afasta, Caetana aparece e comenta: “Me desculpa. Mas eu não pude deixar de ouvir a conversa. Se eu pudesse te dar um conselho, eu diria que você tem que cortar as asas desse menino antes que ele descubra que assustado, Casimiro a interrompe e fala: “Xi eu já disse para não falar sobre isso nunca mais.

Eu sempre vou ficar do lado do meu filho. Caetana o encara e mesmo sem dizer nada consegue deixar o coronel desconscertado. Com o passar dos dias, Mirinho passa a observar tudo que acontece no engenho, deixando Ton desconfiado. O mimado começa a dar alguns pitacos e os trabalhadores, sem poder se recusar, acabam o obedecendo.
Certo dia, Coronel chama Mirinho e Ton conversar e diz: “Eu sei que vocês não estão se entendendo ultimamente, mas eu tenho uma proposta e que vai ser muito útil para você, Mirim.” Surpreso, o mimado pergunta: “Para mim, do que está falando?” Animado, Casimiro responde: “Eu estou vendo o seu empenho em aprender mais sobre o engenho.
Então eu quero propor que vocês trabalhem juntos.” Em choque, Ton [música] pergunta: “O quê? Trabalhar com ele?” Casemiro responde: “É claro, chegou a hora do meu filho colocar em prática o diploma que eu paguei e você pode aprender com ele também. nervoso, o mocinho [música] comenta: “Não, mas o mirinho cínico, o mimado o interrompe e fala: “O mirinho está muito feliz com essa proposta.
É claro que eu quero aprender mais sobre o engenho e devo confessar, papai, eu já não acho mais que isso está fadado a falir. Com a minha ajuda, vamos aumentar ainda mais os lucros.” Animado, Casimiro abraça o seu filho enquanto Ton tem um mau pressentimento sobre isso tudo. Momentos depois, os rivais caminham pela fazenda e o mocinho comenta: “Bom, já que é o que o seu pai quer, eu vou te ensinar tudo o que Mirinho passa por cima de sua fala e afirma: “Presta atenção.
O coronel pode ter colocado a gente para trabalhar juntos, mas não é isso que vai acontecer. Tu vai ficar quieto no teu canto [música] enquanto eu vou administrar o engenho. Seus dias de administrador acabaram. Como você escutou? Quem tem o diploma sou eu. E inquieto, Tonho diz: “O padrinho não vai gostar de saber disso. Mirinho retruca, mas ele não vai saber.
Ah, e chame ele de coronel, porque logo ele vai até esquecer o seu nome. Com o passar dos dias, a situação do engenho piora drasticamente. Vários funcionários vão embora após ganharem folga. Vários maquinários são paralisados. O cronograma de irrigação, colheita e plantil é prejudicado e Casimiro vê os seus lucros chegarem a quase zero.
Durante uma reunião com Mirinho e Tonho, o coronel esbraveja toda a sua decepção e exige uma explicação. Cínico, Mirinho afirma: “A culpa é toda do Tonho, papai. Ele não permitiu que eu me envolvesse como o senhor pediu e ainda menosprezou o meu diploma. Incrédulo. Tonho diz. Isso é mentira. Aconteceu justamente o contrário.
É o seu filho que Nesse momento funcionário aparece e Mirinho comenta: “Ah, ele chegou. Papai, escute o que ele tem a dizer.” O homem se aproxima e fala: “Foi Tonho que deu folga para os funcionários. Eu me recusei. Disse que o engenho não podia parar, mas os outros foram embora. O mocinho se [música] desespera ainda mais com o relato.
Ele faz de tudo para que o seu padrinho pudesse acreditar que é uma mentira. Mas Casemiro o interrompe e fala: [música] “Eu acho que eu nunca me decepcionei tanto quanto estou decepcionado com você. Eu te coloquei como administrador, achando que você seria o futuro desse engenho. Mas agora eu vejo que estava errado.
Por causa de uma picuinha, você preferiu acabar com o engenho para tentar acusar o meu filho. Agora chega. está demitido. Completamente em choque. Tonho se paralisa. Ele repara no semblante abalado de Casimiro, em contraste com o sorriso de vitória de Mirinho. Sem conseguir se defender, ele vai embora, se sentindo humilhado e de mãos atadas.
Mais tarde, Ton chora para sua mãe, que revoltada diz: “Você devia ter enfrentado o Mirinho, devia ter ido atrás dos outros funcionários, ter feito qualquer coisa.” Com voz embargada, o mocinho fala: “Não ia adiantar nada. Mirinho deve ter comprado esse povo tudo. Eu tenho que aceitar que perdi. O melhor que a gente tem que fazer é ir embora daqui. Surpresa.
Caetana pergunta: “O quê? Mas eu trabalho naquela casa.” Ton responde: “Mas não vai demorar até que o Mirinho dê um jeito de tirar a senhora de lá também. Ou a senhora acha que ele vai parar por aí? Mirinho vai acabar levando o padrinho para um [música] caixão depois de ele terminar de acabar com o engenho. E tudo isso porque ele é o filho do coronel.
Pessoas como eu não temos nada nesse mundo, nem mesmo a chance de ser ouvido. Atordoada Caetana comenta: “Eu eu me esqueci de uma coisa. Eu já volto, meu filho. Logo em seguida, Caetana confronta Casemiro e afirma: “Eu não acredito que você demitiu o Tonho. O coronel diz: “Ele me enganou e eu ainda fui muito bonzinho.
Se ele não fosse meu afilhado.” Irritada, Caetana o interrompe e fala: “Pense bem, Casimiro, você acha que o Ton fez isso? Até ontem ele demonstrou uma confiança que Mirinho nunca mostrou. Desviando o olhar, Casimiro diz: “Mas eu tenho que acreditar no meu filho”. Sem conseguir mais se segurar, Caetana afirma: “Mas o Mirinho não é o seu filho e você sabe muito bem disso.
” Desesperado, [música] Casimiro tenta fazê-la se calar, mas Caetana continua. Não adianta maquiar a verdade, mas tem uma coisa que você não sabe. [música] O Tonho, ele é o seu filho. Em choque, Casimiro pergunta: “Como é que é?” Trêmula, Caetana responde: [música] “Eu escondi isso por anos, em respeito ao meu marido, mas aquela vez que você me procurou depois que brigou com a sua esposa, que você me pediu para esquecer, você me engravidou, Casimiro.
” Ainda mais desesperado, o coronel fala: “Você está mentindo? O que você querem? Me chantagear para desistir de demitir o seu filho? Caetana se aproxima e afirma: “Nosso filho, não é você que diz que o que mais importa é o que corre nas veias? Então pense bem, porque está virando as costas para o seu filho para dar razão a alguém que só quer destruir o seu engenho.
Enquanto ela se afasta, Casimiro se joga na cadeira e um filme começa a passar na sua mente. Mais alguns dias se passam. O coronel percebe que a situação do engenho não está melhorando e que os lucros estão ficando cada vez mais baixos. Simultaneamente, ele não consegue tirar a conversa que teve com Caetana da cabeça [música] e decide investigar se ela realmente está falando a verdade.
Certo dia, [música] Mirinho conversa com o seu pai e fala: “O senhor está vendo que o engenho já não está dando mais dinheiro, então eu acho melhor o senhor voltar a conversar sobre começar um ramo de tecido.” O mimado percebe que o seu pai não está prestando atenção e pergunta: “O senhor está me ouvindo?” De repente, Caetana surge ao lado de Tonio e Casimiro comenta: “Finalmente, aí estão eles.
” Em choque, Mirinho pergunta: “O que ele está fazendo aqui?” O coronel o encara e diz: “A gente precisa ter uma conversa muito séria”. Sentindo um frio na barriga, o mimado comenta: “Não vai me dizer que você vai trazer ele de volta?” Casimiro ergue sua cabeça e fala: [música] “Eu preciso te contar uma coisa que eu escondi muito tempo.
Quando a sua mãe engravidou, ela teve uma gravidez muito difícil. [música] Por isso o meu filho, ele não resistiu horas depois de nascer. Sentindo o chão desaparecer diante de seus pés, Mirinho começa a tremer dos pés à cabeça e diz: “Mas, mas eu sou o seu filho”. Uma lágrima escorre pelo rosto de Casemiro e fala: “Não, não [música] é.
Uma das empregadas da fazenda deu a luz e é ela quem não resistiu. Eu pedi para Caetana e ela trouxe o bebê antes que Graça acordasse e descobrisse o que aconteceu com o nosso filho. Quando ela acordou, é você que estava nos braços dela. Sentindo a ansiedade tomar conta de seu corpo, Mirinho começa a andar de um lado para o outro e fala: “Isso é mentira.
Está tentando me punir, não é? Mas não brinca com uma coisa dessas.” Casimiro [música] afirma: “Isso não é uma brincadeira. Eu, a Caetana tivemos uma noite. Esse é um dos motivos para ela ter me ajudado quando você nasceu. Mas o fato é que Ton é meu [música] filho biológico. Por alguns segundos, Mirinho encara todos que estão na sala.
Casimiro em prantos, Ton em estado de choque e Caetana vermelha de vergonha e culpa. De repente, o mimado começa a rir como se estivesse escutando uma boa piada. Casimiro se aproxima e insiste. Isso não é brincadeira, Mirinho retruca. É claro que é. Acha que eu vou acreditar que esse infeliz é o seu filho e eu, filho de uma empregada? Boa, papai.
Casimiro responde: “Então é melhor você acreditar, porque a partir de hoje ele é quem vai comandar o engenho. Eu vou assumi-lo como meu filho, mesmo que eu perca minha esposa. Pelo menos eu sei que não vou perder o meu negócio, como eu estava perdendo quando estava em suas mãos.” Perdendo completamente a cabeça, Mirinho começa a fazer o maior escândalo.
Ele grita pela casa, quebra objetos e ameaça o mocinho. Mas não adianta. Após receber provas de que Mirinho realmente estava prejudicando o engenho, o coronel o expulsa de casa e tira qualquer privilégio que ele poderia ter. Tonho recebe o sobrenome Bona Fé e passa a ser visto como o herdeiro de Casimiro. Que nota você acha que a Caetana merece por ter intervido por Tonio? Coloque sua resposta aí nos comentários.
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