O PIOR TRAIDOR: Ele Matou a Melhor Amiga e Abraçou a Mãe Dela!

era su único amigo, su mejor amigo salamos muy cercanoso lo sabo. ella y ella lo sabo. Sobre nunca me cont nunca me imagino. Quem fala neste vídeo é Lúcia Gutierres, consternada pelos acontecimentos que envolveram o desaparecimento de Catalina, sua única irmã, pelas mãos de uma pessoa em quem todos confiaram.
O fato ainda estremeceu a Argentina, não só porque a jovem era reconhecida por milhares de seguidores nas redes sociais, mas pela indignação que causou a confissão de seu agressor, que recorreu ao desgastado argumento de que agiu motivado por um amor não correspondido. Meu nome é Lilian e este é o canal Casos Criminais.
Sejam todos muito bem-vindos. Catalina Gutierres nasceu na cidade de Córdoba, na Argentina. Foi criada por uma família unida, formada por seu pai, Marcelo Gutierres, um reconhecido arquiteto que liderou importantes projetos para o desenvolvimento da cidade. Sua mãe Leonora e sua irmã Lúcia, que era 4 anos mais velha que ela, mas eram tão unidas e tinham tanta afinidade que pareciam gêmeas.
Catalina cursou o ensino médio em uma escola particular com valores da religião católica. Nessa época da adolescência, iniciou um relacionamento com Lázaro Oliveira. O conteúdo de uma das muitas cartas que Catalina escreveu a Lázaro em 2019 mostra como ela era. Catalina escreveu que ele a fazia muito feliz, que os dois tinham as mesmas metas e valores e que nenhum esquecia que Deus é a base de tudo.
Ao concluir o ensino médio, Catalina decidiu seguir os passos de seu pai, com quem tinha grande afinidade, e se inscreveu na faculdade de arquitetura e urbanismo da Universidade Nacional de Córdoba. Ao mesmo tempo, ela era entusiasta do turismo e fotografia, que colocou à disposição de todos em suas redes sociais, nas quais postava vídeos de suas viagens, eventos e moda.
Assim, alcançou mais de 84.000 seguidores no Instagram e em torno de 30.000 na plataforma mais utilizada pelos adolescentes para compartilhar vídeos curtos. Aos 21 anos, Catalina era uma excelente estudante que se esforçava por manter um bom rendimento na universidade. Era bondosa, excelente filha, irmã e amiga que compartilhava com todos sua doçura.
A família costumava passar muitos verões em Atiras, cidade localizada 272 km de Córdoba, onde os Gutierres tinham uma casa da qual Catalina gostava muito. De fato, em seus perfis nas redes sociais tinha várias publicações de seus dias. Nesse lugar, apesar de Catalina já ser maior de idade, sua mãe a protegia.
Afinal, sua família se caracterizava pela união e por cuidar uns dos outros. Suas duas filhas foram criadas com valores da fé católica e insegurança, mas consciente dos riscos no mundo real, tomava certas precauções. Catalina, a mais nova, não tinha tanta malícia e via bondade em todos. Por isso, sua mãe Leonora sempre estava em constante comunicação com ela para saber seus passos.
Evitava dar-lhe permissão para ir a certos lugares e tratava de alertá-la sobre os perigos. Tamanho era seu cuidado, que Catalina não utilizava transportes por aplicativo, já que nem sempre são conduzidos por pessoas confiáveis. Assim, quando a estudante de arquitetura ia sair com suas amigas, pegava emprestado o carro de sua mãe. Na quarta-feira, 17 de julho de 2024, Catalina combinou de encontrar-se com umas amigas no centro comercial Pátio Homos.
havia planejado jogar boliche com os colegas da universidade e lá também se encontraria com seu atual namorado, Ezequiel, estudante de arquitetura, sobre quem não se tem outras informações. Catalina pediu emprestado o carro à sua mãe e, em torno das 21 horas saiu de casa. A ideia era ir direto ao centro comercial, inclusive enviou um áudio ao namorado, no qual dizia que havia saído de casa e que já estava a caminho.
No entanto, em uma mudança de última hora, passou para pegar seu amigo Nestor Aguilar Soto. Dar carona a ele era uma prática comum, já que o rapaz morava muito perto da universidade e da residência dos Gutierres. Nestor Aguilar Sotto, de 21 anos, era de Bariloche. Foi criado por sua mãe e o companheiro dela, já que seu pai biológico era ausente.
Entre seus amigos de infância, era conhecido como Tito e, segundo algumas fontes, era bastante reservado. Quando Nestor decidiu seguir com seus estudos, se mudou para 1534 km de distância da sua cidade natal, onde vivia em uma residência alugada. Catalina e Nestor se conheceram na faculdade de arquitetura e mesmo que ela estivesse alguns semestres adiantada, rapidamente começaram a fazer parte dos mesmos grupos e trabalhos práticos e se tornaram bons amigos.
Tamanha era a clicidade entre eles, que se apelidaram carinhosamente como Cata e Nun. Até chegaram a fazer uma viagem em grupo até a cidade de Rosário. Nestor frequentava a casa da família Gutierres, jantava com eles e brincava com o pet da família. Na noite dos fatos, 17 de julho, Catalina estacionou o carro na frente da casa de seu amigo Nestor e lhe pediu que descesse.
O que aconteceu depois a portas fechadas? Não está claro. Momentos antes de perder seu rastro, a jovem fez uma última postagem nas redes sociais em que exibiu um convite para uma festa popular na cidade de Córdoba. Catalina mostrou um presente guardado em uma caixinha ao lado de um ursinho de pelúcia e postou uma mensagem até sexta.
Depois disso, ninguém mais conseguiu contato com ela. Ao notar que o tempo passava e a jovem não chegava ao encontro e nem respondia as mensagens e chamadas, o namorado e as amigas começaram a se preocupar e avisaram a família. Quando o pai de Catalina chegou em casa, pouco depois das 22 horas, sua esposa lhe disse que Catalina não respondia e que sua intuição de mãe lhe dizia que algo estranho estava acontecendo.
Preocupados, os familiares começaram a procurá-la e a contatar seus amigos. Um dos primeiros que Eleonora, mãe da jovem, entrou em contato foi com Nestor, que através de uma mensagem de texto lhe disse que não a havia visto e minutos mais tarde se uniu à busca. Depois da meia-noite, a irmã de Catalina lembrou que ambas compartilhavam o aplicativo de localização do telefone celular e rastreou seus últimos movimentos.
Para a surpresa da família, o sinal do celular de Catalina se manteve fixo em uma rua do bairro Ampliação Kennedy, localizado na zona sul da cidade. Esta localização era estranha para a família, então decidiram avisar a polícia. 30 minutos depois, as autoridades localizaram o Renault Clio cinza, abandonado em um terreno baldil. estava parcialmente queimado e, lamentavelmente, o pior já havia acontecido.
O corpo de Catalina foi encontrado no assento traseiro do veículo. À primeira vista, não havia feridas de arma de fogo ou sinais de violência. A hipótese de roubo foi descartada rapidamente porque não faltava nenhum dos pertences da jovem. Além disso, algo chamou a atenção dos investigadores, o fato de que, sendo Catalina quem dirigia, seu corpo não estava no assento do condutor.
As primeiras linhas de investigação apontaram se tratar de um crime de gênero e que o autor do fato tentou queimar o carro para destruir as evidências, mas não conseguiu completar seu objetivo. Os gutierres receberam a terrível notícia e tiveram que ir até a delegacia para conversar com os investigadores que precisavam saber detalhes sobre a vida da estudante.
Alguns amigos da jovem foram dar apoio. Nesse grupo estava o namorado da vítima, Ezequiel, e também Nestor, seu amigo. A equipe policial que encontrou o corpo ouviu dos vizinhos que, minutos antes dos agentes chegarem, um veículo lhe chamou a atenção, do qual era possível ouvir três vozes.
Usando o rastreio do celular, as autoridades identificaram o colega de faculdade e amigo da jovem como a última pessoa que a viu com vida. De fato, seu celular indicava que estavam juntos no momento estimado da hora da morte. Quando Nestor foi levado para dar seu depoimento, se contradisse várias vezes. Não pôde esconder que havia se encontrado com Catalina e que foi a última pessoa a vê-la.
Depois acabou cedendo diante da polícia, confessou o crime e afirmou que a jovem era o amor de sua vida. Em seguida, foi acusado de homicídio. De acordo com seu advogado de defesa, Nistor estava em choque e arrependido. E assim que contou a sua mãe que estava sendo acusado de um crime, ela ficou devastada. O fato emocionou a população argentina.
Seu próprio amigo, com o qual compartilhava projetos, sonhos e confidências, havia lhe roubado a vida e se escondia no amor. Era o mesmo amigo que abraçou a mãe da vítima em um gesto de consolo quando recebeu a notícia do falecimento. Nos dias seguintes, descobriram detalhes do crime e as autoridades confirmaram que Catalina chegou à casa de seu amigo Nestor por volta das 21:30 para buscá-lo.
No entanto, uma vez lá, ele tentou convencê-la de mudar os planos. Algumas fontes indicam que Nestor queria que a jovem desistisse do encontro com suas amigas, algo que ela negou. As reclamações aumentaram quando Nestor descobriu que o namorado de Catalina também iria ao boliche. As autoridades suspeitam que tenha ocorrido uma briga entre os dois dentro da casa de Nestor, provavelmente porque ela rejeitou uma investida.
Catalina foi espancada até ficar inconsciente e também sofreu asfixia, segundo o relatório preliminar do médico legista. Depois, Nestor carregou-a até o carro, colocou-a no banco de trás e levou-a para a zona sul da cidade, até a rua onde posteriormente a encontraram. Um vídeo de câmera de segurança registrou imagens do veículo na casa do jovem por volta das 22:20.
Naquele momento, o criminoso dirigiu o carro da mãe da vítima, mas não está claro se ele já havia tirado sua vida. Uma vez no local, Nestor tentou incendiar o veículo para eliminar todo tipo de evidência. utilizou o álcool como acelerante, mas não funcionou e tomado pelo medo, ele não conseguiu completar sua tarefa.
Depois da confissão, as autoridades foram até a residência do suspeito e encontraram um anel de catalina, vários fios de cabelo e no banheiro roupas úmidas que, de acordo com os investigadores, eram as que Nestor usava no momento do crime. Até então, todas as provas coletadas apontavam para o estudante de arquitetura como o único suspeito.
Porém, não foi descartada a participação de terceiros, pois os responsáveis pelo caso ainda precisavam investigar a pista dada pelos moradores do local, que ressaltaram que durante a noite ouviram vozes de três pessoas que falavam sobre atar fogo. Os celulares do acusado e da vítima também foram periciados para esclarecer qual era a ligação entre eles.
Soube-se que eles mantinham uma comunicação amigável e constante, compartilhavam grupos de estudo e eram igualmente ativos em suas redes sociais. Na segunda-feira, 22 de julho de 2024, um novo vídeo mostrava o Renoclio da família Gutierrez trafegando desde a casa de Nestor até o bairro Ampliação Kennedy, onde o corpo foi encontrado. No mesmo dia, o resultado da autópsia revelou que Catalina foi asfixiada até a morte, embora não tenha sido especificado se algum objeto foi utilizado ou se o criminoso usou as próprias mãos. Também encontraram lesões
em várias partes do corpo, resultado de golpes brutais e queimaduras que, segundo o médico legista, foram causadas depois do óbito, mas o abuso sexual foi descartado. Devastada pela perda, Eleonora, a mãe relatou que nunca, nem em seu pior pesadelo, imaginou que poderia viver um momento tão terrível. Nestor estudava com sua filha, compartilhavam jantares, brincava com seu pet e até mesmo ela às vezes passava para buscá-lo e levá-lo à faculdade.
Confiava plenamente nele, como fazia com qualquer companheiro da universidade, e disse que sua filha nunca lhes comentou sobre comportamentos estranhos por parte dele. Com profunda tristeza, a mãe lembrou de Catalina como um anjo, uma garota saudável, divertida, alegre e inteligente.
Eleonora não sabia como seguir em frente sem ela. Marcelo, o pai, também manifestou que era uma situação dolorosa que não desejava a ninguém, um tormento que jamais havia imaginado viver e muito menos que fosse causado por uma pessoa conhecida para quem abriram as portas de sua casa. acrescentou que Nestor havia ido mil vezes à sua casa para comer, para conversar com sua filha e não conseguia entendê-lo.
A dor partiu seu coração, descreveu Nestor como louco, porque desde o início ele negou ter visto Catalina. recordou que, precisamente porque confiavam nele, na fatídica noite, às 23:10, Eleonora lhe enviou uma mensagem perguntando se Catalina estava com ele. 2 minutos depois, conversaram por telefone e não só mentiu ao afirmar que ele estava em casa e que não havia visto Catalina, mas teve a sangue frio o suficiente para fingir ir até a porta para ver pela janela se o carro da jovem estava estacionado em frente.
Depois, Nestor colaborou com a busca e abraçou a mãe da vítima quando encontraram seu corpo. Para Marcelo, aquilo foi um ato espantoso e macabro que só uma mente insana poderia ter feito. Finalmente, exigiu justiça para sua filha e pediu que o responsável apodrecesse na prisão, pois não merecia viver em sociedade. Depois de divulgado o resultado da autópsia, Nestor foi acusado de homicídio agravado por traição e por violência de gênero.
Seus advogados negaram que o jovem fosse o autor do crime e solicitaram que sua confissão inicial fosse anulada, já que não foi feita na presença de seus representantes legais. Simultaneamente, na prisão, Nestor denunciou que estava sendo ameaçado. Depois das ameaças, foi transferido para uma penitenciária com presos de baixa periculosidade.
No dia 27 de julho, Nestor foi levado para uma perícia interdisciplinar. No entanto, por conselho de seus advogados, se negou a colaborar com os exames psiquiátricos e psicológicos. Dois dias depois, quando reiniciaram as aulas na Faculdade de Arquitetura, Urbanismo e Desenho da Universidade Nacional de Córdoba, emitiram comunicado em redes sociais lamentando profundamente a morte de Catalina.
Em uma cadeira vazia, os companheiros de classe colocaram flores que indicavam que ali deveria estar a jovem. Ao crime contra a Catalina se somou um fato inesperado que revelou mais sobre o assassino. O suposto amigo amável e reservado Nestor tinha uma antiga acusação de agressão em sua cidade natal.
Alunos do colégio religioso, onde Nestor concluiu o ensino médio, indicaram que era uma pessoa problemática. Nunca foi excelente amigo e, longe de ser reservado, fazia comentários inapropriados. em geral, era uma pessoa bastante problemática, nunca foi um excelente companheiro e sempre fazia comentários homofóbicos, gordofóbicos e misógenos.
No dia 2 de agosto de 2024, no Tribunal de Córdoba, Nestor reconheceu que tirou a vida de Catalina e pediu desculpas. Afirmou que arruinou a vida da amiga de ambas as famílias, sua própria vida e expressou grande pesar. Finalmente, o julgamento começou em 27 de fevereiro de 2025 e chegou ao fim em 22 de março.
Nestor Soto, de 22 anos, foi considerado culpado pelo homicídio e sentenciado à prisão perpétua. Este caso nos traz algumas perguntas: até que ponto conseguimos realmente conhecer as pessoas que fazem parte da nossa rotina? Quantas vezes ignoramos comportamentos estranhos por acreditarmos que não é nada demais? Como diferenciar um relacionamento normal de um relacionamento que já se tornou perigoso? Porque tantas histórias como essa começam de forma aparentemente comum e terminam em tragédia? Até que ponto confiar nas pessoas pode se tornar
um risco? Se você chegou até aqui, deixe sua opinião nos comentários, inscreva-se no canal, ative as notificações e compartilhe este vídeo. Enquanto houver histórias como essa, elas precisam ser contadas. Obrigada por assistir até aqui. Nos vemos no próximo vídeo.