Posted in

REVIRAVOLTA CHOCANTE: O Detalhe Macabro que Rompeu 20 Anos de Mentiras e Sangue!

REVIRAVOLTA CHOCANTE: O Detalhe Macabro que Rompeu 20 Anos de Mentiras e Sangue!

Quando Stefana Drist saiu de casa na noite de 5 de julho de 1994, disse à mãe que não demoraria, que voltaria em apenas 15 minutos. No dia seguinte, precisava acordar cedo para uma viagem e não queria dormir tarde. Por volta das 22 horas, um amigo foi buscá-lo e levou apenas o cartão bancário. Após algumas horas, sua mãe começou a se preocupar quando ele não voltou para casa para dormir.

 Foi a primeira vez que ele não lhe avisou sobre uma mudança de planos. Na manhã seguinte, depois de passar a noite em claro, ela ligou para o amigo que o buscou na noite anterior e perguntou onde estava seu filho. O que ele lhe contou a preocupou ainda mais. Segundo Stefana pediu que o deixasse em um parque de diversões itinerante, sem dar mais explicações.

 Naquela mesma manhã, uma ligação anônima relatou a descoberta de um corpo seminua em uma floresta nos arredores da cidade, com claros sinais de violência. Meu nome é Lilian e este é o canal Casos Criminais. Sejam todos muito bem-vindos. Stefana de Trish nasceu em 20 de abril de 1970 em Bfor, uma cidade no leste da França localizada na região da Borgonha Franco Condado.

 Filho de um executivo bancário e uma dona de casa, Stefana e seu irmão mais velho, Silvan, cresceram em uma família abastada, onde seus pais lhes incutiram dois valores fundamentais desde cedo: trabalho árduo e perseverança. Stefana era descrito como um jovem trabalhador, atlético e muito disciplinado. Quem o conheceu destacou sua inteligência e seu interesse por política e economia desde a adolescência.

 Após concluir o ensino médio, mudou-se para a cidade de Bezanson para estudar comércio internacional e, posteriormente, completou sua formação com o mestrado em administração de empresas. Para o orgulho de seus pais, Stefana se formou como melhor aluno de sua turma. Aos 24 anos, ele estava completamente focado em seu futuro profissional e tudo indicava que uma carreira promissora o aguardava.

Ninguém imaginava então que seu nome se tornaria sinônimo de um dos crimes mais chocantes da região. Em 4 de julho de 1994, Stefana passou o dia finalizando os detalhes da viagem que planejava iniciar no dia seguinte. Para comemorar suas excelentes notas no mestrado, ele e seu melhor amigo Christof decidem fazer uma viagem de carro pelo sul da França.

Stefanie e sua mãe Roland passaram o dia fazendo compras juntos em um shopping. Quando voltaram para casa, Stefana terminou de arrumar as malas e jantou com os pais. Como precisava acordar cedo no dia seguinte, ele foi para a cama cedo para descansar bem antes da viagem. No entanto, um telefonema inesperado mudou seus planos.

 Seu amigo Christoph queria vê-lo e disse que o buscaria às 22 horas. Stefana vestiu uma bermuda e camiseta antes de sair, pegou seu cartão bancário, mas deixou as chaves em casa, pois como disse a mãe, não ficaria por mais de 15 minutos. Então pediu para não trancar a porta. Roland observou o filho entrar no carro do amigo sem jamais imaginar que aquela seria a última vez que o veria vivo.

 Quando o relógio marcou 23 horas, ela começou a sentir inquieta e com o passar das horas sua preocupação aumentou. Stefana era um rapaz responsável e não a preocuparia dessa forma. Apesar de seus melhores esforços, Roland não conseguiu dormir naquela noite. Seu instinto lhe dizia que algo estava errado. Às 7 horas da manhã, Roland ligou para Christophe para perguntar onde Stefania estava.

 Segundo Christophe, ele deixou Stefana em um parque de diversões itinerantes por volta das 22:30, porque Stefana pediu sem explicar o que ia fazer lá ou se tinha planos com alguém. Depois de contar o que aconteceu, Roland pediu que ele a acompanhasse até a delegacia para registrar o desaparecimento de Stefana. Quando a mãe de Stefana falou com a polícia, os agentes não a levaram a sério e enfatizaram que seu filho era maior de idade e, portanto, não tinha obrigação de informá-la se decidisse passar a noite fora de casa.

 Naquele [música] exato momento, em uma sala próxima, alguns policiais conversavam em voz alta sobre a descoberta de um corpo em uma floresta nos arredores de Bfor. A delegacia era pequena e como não estavam acostumados a lidar com casos de homicídio com frequência, havia uma certa agitação no ar. Roland ouviu a conversa por acaso e, ao ouvir a descrição das roupas, compreendeu imediatamente que estavam falando de seu filho.

 Foi então que a polícia pediu que ela fosse ao necrotério para confirmar a identidade. Para seu desespero, os pais do jovem descobriram que seu filho havia sido vítima de um crime. Na manhã de 5 de julho, pouco antes da mãe de Stefana ir à delegacia, uma ligação anônima alertou a polícia sobre a descoberta de um corpo em uma floresta nos arredores da cidade.

 Ao chegarem, os policiais encontraram o corpo de um jovem nos arbustos à beira da estrada. Stefana estava encolhido em posição fetal, deitado sobre o lado direito e parcialmente despido. Sua camisa estava aberta e, embora estivesse usando cueca, seu short estava a poucos centímetros do corpo. O homem de 24 anos havia sido apunhalado no abdômen, peito e costas.

Apesar de ter chovido a noite toda, suas roupas estavam relativamente secas, o que inicialmente levou os investigadores a acreditarem que Stefan poderia ter sido atacado em outro lugar e depois levado para a floresta. A autópsia revelou que ele havia sofrido 11 ferimentos de faca. Perto do rim esquerdo, ele sofreu ferimentos relativamente superficiais.

 No entanto, na região abdominal, foi atacado com tanta força que foi esvicerado e o assassino chegou a decepar uma costela. A parte superior do tórax de Stefana apresentava os ferimentos mais profundos, alguns com até 10 cm de profundidade. Essa série de ferimentos que dilacerou seu torço acabou por causar sua morte.

 Curiosamente, embora tenha recebido um número considerável de facadas, Stefana não apresentava ferimentos de defesa nas mãos ou nos braços, sugerindo que ele não tentou se defender ou que foi atacado de surpresa. Um detalhe significativo é que sua camisa, embora apresentasse vestígios de sangue, não mostrava perfurações de faca, sendo provável que estivesse aberta ou levantada durante o ataque.

Com base na presença de gotas de sangue em seus sapatos e meias, o perito forense determinou que Stefana estava de pé quando recebeu as primeiras facadas. O laudo da autópsia concluiu que ele morreu entre 22:15 e 5 horas da manhã e que foi assassinado no mesmo local onde foi encontrado.

 A pequena quantidade de sangue na cena do crime se deve ao fato de que a maior parte do sangramento foi interna, já que a posição do corpo limitou a quantidade de sangue que se espalhou pelo chão. Embora os indícios iniciais sugerissem que Stefana pudesse ter sido vítima de agressão sexual, as provas forenses descartaram completamente essa hipótese.

 Os investigadores precisavam determinar o que Stefana de Trish estava fazendo na área da floresta, um local conhecido em Bor na época como ponto de encontro clandestino para homens homossexuais que buscavam privacidade para encontros. Como a mata fica escondida da vista da estrada, a polícia concluiu que o assassino devia conhecer bem a região.

Stefana não tinha histórico de relacionamentos amorosos, nem com homens, nem com mulheres. Quando questionado sobre a orientação sexual, seus familiares e amigos afirmaram que ele não era gay e que se fosse não teria tido problema algum em lhes contar. O amigo Christophe Blan de 25 anos, a última pessoa a ver Stefana com vida, foi interrogado no dia seguinte ao crime.

 Ele declarou que minutos depois de buscar Stefano em casa, o levou de carro até um caixa eletrônico para sacar dinheiro. Naquela noite, ele sacou 500 francos suíços, cerca de R$ 380 da conta, e os escondeu na calça. Esse detalhe é importante porque quando Stefana foi encontrado, ele não tinha dinheiro nenhum consigo. Embora o encontro estivesse marcado para o dia seguinte, Christoph explicou que ligou para Estefana porque precisava conversar sobre alguns problemas familiares e que depois de um tempo, Stefana pediu que o deixasse em um parque de diversões

itinerante, sem explicar o motivo da visita. Naquela data, houve uma tempestade e choveu quase a noite toda. Stefana saiu de casa vestindo uma camisa de manga curta e bermuda sem guarda-chuva. Assim, voltar a pé do parque para casa significaria uma caminhada de 20 minutos na chuva, algo que sua família considera ilógico.

Pessoas próximas a ele concordaram que ele jamais teria ido ao parque de diversões sozinho e desde o início suspeitaram da versão de Christof. Os investigadores ficaram interessados no álibe do melhor amigo defana. Christoph afirmou que depois de deixá-lo no parque, foi dar um passeio ao longo do canal e parou um pouco em um parque antes de ir para a casa da namorada, onde ela o havia deixado ficar enquanto ela passava férias com a família.

Christoph alegou que não viu mais ninguém além de Stefana naquela noite e então ninguém poderia corroborar seu álibe. Na manhã seguinte, segundo seu depoimento, ele acordou cedo para limpar bem o carro e prepará-lo para a viagem. Pouco depois, ele recebeu um telefonema da mãe de Stefana. Após ouvir o depoimento dele, a polícia, assim como a família, duvidou das motivações de Christophe.

 No entanto, não havia provas que justificassem sua prisão. Mesmo assim, os investigadores continuaram nessa linha de investigação e, eventualmente, um juiz autorizou a interceptação telefônica dele. Através de suas conversas privadas, descobriu-se que, após a morte de Stefana, Christof perdeu muito peso repentinamente e começou a apresentar comportamento agressivo em relação às pessoas próximas a ele.

 Cristof e Stefana se conheciam desde a escola. Embora tivessem muitas coisas em comum, suas origens familiares eram completamente diferentes. Christoph nunca conheceu seu pai biológico e não tinha um bom relacionamento com o marido de sua mãe. Além disso, ao contrário de Stefana, não era de uma família rica. Para financiar seus estudos universitários, trabalhava na sessão de esportes de um jornal local.

 Na redação, era bem visto pelos colegas que o descreveram como uma pessoa encantadora. No entanto, a família de Stefana não compartilhava dessa opinião. Especificamente, seu pai acreditava que Christop estava se aproveitando dele e afirmou diversas vezes que não confiava nele. Stefan costumava emprestar dinheiro ao amigo e quando saíam juntos, geralmente era ele quem pagava, o que levava as pessoas ao seu redor a perceberem uma certa dependência financeira por parte de Christophe.

 Um detalhe significativo deixou a família de Stefano ainda mais desconfiada de Kristof. A mãe da vítima lembrou que quando foi com ele até a delegacia, notou um cartão bancário no painel do carro e o alertou para ter cuidado e não deixá-lo à vista. A resposta a deixou intrigada, pois ele admitiu que não era dele, mas sim de Stefana.

 Christoph explicou que o havia esquecido ao sair do carro. No entanto, esse detalhe pareceu pouco confiável para a família de Stefana, pois ele era muito cuidadoso com seus pertences. Em 7 de setembro de 1994, dois meses após o crime, Christophe Blan foi preso. Após a prisão, a polícia revistou seu carro e encontrou duas facas de cozinha sob o banco do motorista, sem vestígios visíveis de sangue.

 Apesar disso, Christoph manteve sua inocência. Mesmo com indícios que apontavam para sua culpa, ele acabou sendo libertado por falta de provas concretas contra ele. Pouco depois, Christoph Blan deixou a região e se estabeleceu no sul da França. Em março de 1995, 8 meses após o crime, uma nova linha de investigação surgiu quando o homem chamado Dominique apareceu na casa dos pais de Stefana.

 Assim que abriu a porta, Roland ligou para o marido dela, nervosa, com a impressionante semelhança entre Dominique e o filho falecido. Depois de convidá-la a entrar, Dominique explicou o motivo da visita. Ele tinha motivos para acreditar que Stefana foi assassinada por ter sido confundido com ele.

 Segundo Dominique, na época do crime, ele vinha recebendo ameaças de morte por causa de seu ativismo ambiental. De fato, pouco antes da morte de Stefana, alguém tentou envenenar seu cachorro, sabotou os freios de seu carro e ele também recebeu cartas anônimas, alertando-o de que sua hora estava próxima. Naquela época, Dominique lutava contra um festival de música realizado anualmente perto de Bford e acreditava que as grandes multidões poluíam o lago.

Por isso, ele pediu que o festival fosse transferido para outro local. O evento musical gerou benefícios econômicos significativos para a região. Então, sua postura como ambientalista militante poderia ser perturbadora para alguns. O último show do festival de 1994 aconteceu em 3 de julho, um dia antes do assassinato de Stefana.

 Naquele dia, Dominique estava coletando assinaturas nas ruas de Bfort para um abaixo assinado contra o festival e afirma que estava vestido de forma muito semelhante a Estefana, com camisa de manga curta e bermuda, o que facilitou a confusão entre os dois. Após seu depoimento viratona, a mídia se interessou pela possibilidade de erro de identidade, dada a impressionante semelhança entre eles.

 No entanto, quando a polícia investigou a possível ligação, não encontrou evidências que corroborassem essa teoria. Durante a investigação, Dominique foi descrito como alguém que buscava atenção e seu depoimento foi considerado pouco confiável, de modo que a pista acabou sendo descartada. Por mais de uma década, o caso de Stefana permaneceu estagnado sem novas pistas.

Em 2007, 13 anos após o assassinato, um comandante da polícia, a 34 km de Bford, investigando o assassinato de outro homem, começou a comparar vários homicídios cometidos no leste da França desde 1991. Ele detectou certas semelhanças entre vários assassinatos não resolvidos de jovens, incluindo o de Stefana.

 Todas as vítimas, em sua maioria homens gays entre 20 e 66 anos, sofreram inúmeras facadas e os ataques apontavam para um surto de violência que beirava a crueldade. Por fim, a investigação levou a um suspeito, um homem de 69 anos, que vivia na região de Monteliard. Este homem, que era gay, ganhava vida como drag queen em cabarés e frequentava bares gays no leste da França, especialmente em cidades como Bfor, o que o colocava na mesma região geográfica que muitas das vítimas.

 Em 1995, um ano após o assassinato de Stefana, este homem foi parado por policiais na mesma floresta onde o corpo de Stefana foi encontrado. E na ocasião ele portava uma faca. Este detalhe o tornou um possível suspeito. Inicialmente, ele foi acusado de cinco homicídios, mas não do homicídio de Stefana Detr.

 Entretanto, em 2008, as acusações foram retiradas e o caso foi arquivado por falta de provas. Em 2001, 7 anos após o assassinato de Stefana, sua família recebeu a notícia de que o caso havia sido encerrado por falta de provas. Para garantir que o caso não fosse esquecido, Silvan, irmão mais velho de Stefana, decidiu criar uma associação chamada Amigos de Stefana, cujo objetivo é manter viva sua memória.

Silvan, que era muito próximo do irmão, fez na busca pelo assassino a sua missão de vida e jurou não descansar até que a justiça fosse feita. Em 2013, a família Detrich vislumbrou uma esperança quando o novo promotor, designado para o caso, anunciou a sua intenção de reabrir a investigação.

 O promotor solicitou uma reavaliação das provas coletadas na época, especificamente os resíduos aspirados do porta-malas do carro de Christophe Blan. Mas mesmo que um fio de cabelo de Stefana fosse encontrado entre os destroços, isso por si só não seria suficiente para reabrir o caso. Assim, após 20 anos, o caso de Stefana voltou à mídia e sua família pediu ajuda ao público.

 Em 2014, a investigação tomou um rumo inesperado quando dois homens que haviam se mudado para a região encontraram o folheto da Associação Amigos de Stefana, anunciando um concerto em sua homenagem. O crime despertou a curiosidade de um deles, que decidiu procurar mais informações online. À medida que descobriu os detalhes, uma lembrança ressurgiu.

 Em 1994, quando era estudante, ele e o amigo foram abordados por um segurança da escola, oferecendo-lhes 10.000 francos para matar alguém, 5.000 adiantados e 5.000 após a conclusão do serviço. O segurança chamado Christoph pediu-lhes que atacassem um homem enquanto ele caminhava por uma floresta. sem jamais revelar a identidade da vítima.

 Até então, eles haviam encarado a proposta como uma brincadeira. Mas ao verem a data em que o crime ocorreu, ambos perceberam que poderia estar relacionado ao assassinato de Stefana e decidiram ir à delegacia para relatar o ocorrido às autoridades. Um ano depois, em 2015, Christoph Blan foi intimado a comparecer à delegacia. Ao ser interrogado pela polícia, manteve a mesma versão dos fatos que havia apresentado 21 anos antes.

 Stefana pediu que ele o deixasse em um parque de diversões, sem dar maiores explicações, e ele nunca mais ouviu depois disso. No entanto, quando os policiais revelaram o depoimento de um dos dois ex-alunos, que o identificou como a pessoa que propôs o assassinato por encomenda, Christoph desabou e começou a chorar.

 A polícia o pressionou para fazer a coisa certa e trazer paz à família de Stefana, que lutava por justiça há mais de duas décadas. Finalmente, Christop cedeu à pressão e confessou ter matado Stefana. Christoph explicou que eles mantinham um relacionamento secreto há algum tempo, mas que ele não se sentia confortável com isso.

 Naquela noite, depois de buscá-lo em casa, disse que não queria mais viajar com ele e que queria terminar o relacionamento. Segundo Christop, Stefana não reagiu bem. Christop contou que o relacionamento se tornou muito estressante para ele, porque Stefana o pressionava para ter relações íntimas. Kristof dirigiu até a floresta para que pudessem conversar em paz e em certo momento ambos saíram do carro.

 Stefana não sabia que Christoph carregava uma faca escondida. Quando Stefana virou as costas em uma posição vulnerável, Christof aproveitou a situação para perfurá-lo repetidamente, sem lhe dar qualquer chance de se defender. É importante ressaltar que sem a confissão, a polícia provavelmente não teria conseguido solucionar o caso, já que não havia provas científicas que ligassem Kristof diretamente ao crime.

 O julgamento ocorreu em 2019, 25 anos após o assassinato. A mãe e o irmão de Stefana compareceram ao julgamento. Infelizmente, o pai faleceu anos antes da prisão do assassino de seu filho. Longe de demonstrar vergonha diante da família de Stefana, Christop manteve uma postura desafiadora e combativa. Ele se defendeu argumentando que o relacionamento não era de igualdade, mas sim que Stefana o controlava e fazia tudo que queria.

 Ele também acusou Stefana de tê-lo abusado em diversas ocasiões. Dessa forma, Christop se colocou como vítima, algo que enfureceu a família da vítima, já que Stefana não poderia se defender das acusações. Durante o julgamento, a personalidade problemática de Christoph veio à tona. Após a separação, sua ex-esposo denunciou por ameaças e descreveu um relacionamento baseado em controle e ciúme, no qual seus episódios de violência eram frequentes.

 Por fim, Christophe Blan foi considerado culpado pelo assassinato e sentenciado a 20 anos de prisão. Por um lado, a família está feliz porque a justiça foi feita, mas por outro sabem que nada trará Estefana de volta. Sylvan, o irmão, descreveu esse sentimento com as seguintes palavras: “Continuamos a viver em desgraça.

 Permanecemos marcados pela ausência de um ente querido e não me esqueci de que o assassino do meu irmão também destruiu psicologicamente meu pai. Nossa primeira luta foi para impedir que o caso fosse arquivado para sempre. O segundo passo foi fazer tudo que fosse possível para encontrar o assassino. E o terceiro foi o julgamento.

 Embora nada traga Estefana de volta, podemos dizer que fizemos tudo o que podíamos para lhe trazer justiça e manter viva sua memória. E ao conhecer essa história, duas perguntas inevitavelmente permanecem. Se a tecnologia e os recursos investigativos disponíveis em 1994 fossem os mesmos de 2019, será que a família de Stefana teria esperado 1/4 de século por justiça? E você acredita que depois de tantos anos, uma condenação consegue realmente trazer paz para os familiares de uma vítima ou apenas encerra um capítulo que nunca deixará de doer?

Deixe sua opinião nos comentários. Eu quero saber o que você pensa sobre esse caso. Antes de sair, curta o vídeo e se inscreva no canal, caso ainda não seja inscrito. Obrigada por assistir até aqui. Nos vemos no próximo vídeo. Ja.