Ela passou 2 ANOS sendo VI0LADA e T0RTURADA ou tudo não passa de uma FALSA DENÚNCIA?

Em fevereiro de 2026, uma mulher chegou à casa de um amigo. Eles a procuravam havia 680 dias. As autoridades pensaram que ela poderia ter fugido da Espanha por vontade própria, mas assim que ela chegou, todos perceberam que não era o caso. Ela estava coberta de feridas e contou uma história verdadeiramente aterradora.
Assim começou o caso que a mídia apelidou de Casa dos Horrores, que continua a gerar opiniões divergentes até hoje. Meu nome é Lilian e este é o canal Casos Criminais. Sejam todos muito bem-vindos. Nascida em 29 de outubro de 1987 no Marrocos, Salma passou anos construindo uma vida em Barcelona, na Espanha, onde morava com o irmão e levava uma rotina simples, marcada pelo trabalho e pelos hábitos diários.
O círculo social da jovem era pequeno e estável, e durante muitos anos ela levou uma vida muito discreta. Até que algo mudou no final de março de 2024. Durante vários dias, seus entes queridos tentaram contatá-la sem sucesso. A princípio, pensaram que poderia ser um mal entendido, um telefone quebrado ou algum outro imprevisto.
No entanto, o silêncio da mulher prolongou-se mais do que o habitual e quando acharam excessivo, decidiram tomar uma atitude. Em primeiro de abril de 2024, comunicaram seu desaparecimento e uma busca começou. Foi emitido um alerta acompanhado da fotografia de Salma e de uma breve descrição. A partir daí, seu rosto apareceu em diversos cartazes, enquanto seu nome circulava nas redes sociais.
Vários apelos públicos foram feitos e diferentes forças policiais da Espanha também foram notificadas. Mas naquele momento o caso não avançou. A polícia não conseguiu encontrar uma pista concreta e até começou a considerar a possibilidade dela ter fugido. Era uma perspectiva perturbadora. mas também muito real. Salma era uma mulher adulta.
Não havia sinais aparentes de violência no apartamento onde morava e simplesmente parecia que ela queria um tempo. Com o passar dos dias e a completa ausência de evidências, a hipótese começou a ganhar força, mas algo os impedia de acreditar definitivamente que ela havia partido por conta própria.
Não havia transações bancárias em comuns, nem testemunhas ou qualquer indício de uma despedida estranha ou de outro comportamento atípico. Havia simplesmente silêncio. Os rastros digitais de Salma também desapareceram, o que tornou tudo muito estranho. Mas os dias se transformaram em semanas, depois em meses, e o alerta sobre o desaparecimento de Salma se dissipou.
O rosto dela deixou de circular com tanta frequência nas redes sociais e o caso perdeu parte da atenção que havia recebido. Obviamente, para os entes queridos de Salma não foi assim. Para eles, cada dia que passava intensificava angústia diante do destino dela. Mas, infelizmente, para a sociedade em geral, Salma foi gradualmente esquecida.
Parecia que o caso da jovem permaneceria sem solução, até que quase dois anos depois, fragmentos da verdade começaram a surgir inesperadamente. Tudo aconteceu em 10 de fevereiro de 2026, quando Salma, de 38 anos, reapareceu repentinamente na casa de um antigo amigo, Juan, que morava em Múcia, no sudeste da Espanha.
A mulher bateu a porta em um estado que a tornava irreconhecível. estava gravemente ferida, exausta, desorientada e coberta de hematomas. Ela tinha acabado de caminhar entre 3 e 5 km. Levou cerca de uma hora para chegar lá sozinha com a pouca força que lhe restava. Essa jornada, aparentemente simples, marcou o fim de seu desaparecimento e o início de uma história muito complexa que ninguém havia imaginado.
Quando Salma chegou à casa de Juan, começou a contar-lhe tudo que havia acontecido. Ela nunca havia deixado sua família por vontade própria, pelo contrário, estava presa, vivendo um verdadeiro pesadelo. O homem levou alguns segundos para entender que aquilo era muito sério. Então, sem perder tempo, a levou até um centro de saúde, onde ela começou a relatar tudo que lhe havia acontecido.
A equipe médica examinou cada um de seus ferimentos. Alguns eram recentes, outros mais antigos, que pareciam ter cicatrizado ao longo dos meses sem intervenção médica. Ela também apresentava ferimentos que não pareciam ser resultado de um único acidente. Salma chegou a perder alguns dentes e a visão de um olho. Ao constatarem a gravidade dos ferimentos, os médicos acionaram a polícia.
Além disso, durante um exame mais minucioso, um dos médicos pediu que ela tirasse a roupa. Ao ver o corpo inteiro de salma, seus ferimentos e seu estado geral, o médico decidiu transferi-la para um hospital mais especializado. Lá, a gravidade dos ferimentos de salma foi confirmada. Ela tinha até um ferimento aberto na cabeça que precisou de quatro grampos cirúrgicos para ser fechado.
Enquanto Salma recebia tratamento, a polícia chegou e ela começou a relatar o que desmantelaria completamente as hipóteses que haviam sido consideradas durante todos aqueles meses em que ela estava desaparecida. Ela contou que durante 22 meses foi mantida contra sua vontade numa casa que, com o passar dos dias ficou conhecida como a casa dos horrores.
Salma explicou que tudo começou com uma mudança. Nos dias que antecederam seu desaparecimento, ela decidiu viajar para a cidade de Múrcia. O objetivo era reencontrar um homem com quem ela já havia tido um relacionamento. Ele não era um estranho. Eles mantinham contato há muito tempo e, acima de tudo, ela confiava nele. Salma o considerava uma boa pessoa.
Então pensou que estava tomando uma boa decisão que lhe deixaria ótimas lembranças. Mas ao chegar em Murcia, o pesadelo começou quase imediatamente. Mal havia chegado a casa quando, sem aviso ou explicação, o homem lhe tomou o celular. A partir daquele momento, Salma foi submetida a um regime de controle absoluto, completamente isolada, sem possibilidade de sair de casa, e todos os seus movimentos dentro da casa eram monitorados.
Durante esse período, Salma sofreu constantes espancamentos e agressões sexuais que deixaram cicatrizes em seu corpo e em seu estado mental. À noite, após submetê-la aos ataques mais brutais, o homem a amarrava e a trancava no banheiro, que não tinha aquecimento. Assim, durante os meses de inverno, ela passava frio. Além disso, ela estava paralisada pelo medo e se sentia impotente.
Seu mundo acabou se resumindo àquela casa e sua sensação de vulnerabilidade e dependência tornou-se avaçaladora. Tudo ali parecia bastante comum e normal. No entanto, a parte de trás da casa apresentava um cenário bem diferente. Lá havia ervas daninhas, carros depenados e entulho. Estava abandonada e bastante desarrumada. Embora a casa compartilhasse a entrada com outra residência familiar cercada por hortas e muros, as duas propriedades eram separadas e os vizinhos nem sequer sabiam o que acontecia lá dentro.
Além disso, eles moravam bem longe de outras casas. Então, quaisquer gritos ou ruídos vindos de dentro não podiam ser ouvidos do lado de fora. A cidade tinha apenas 5.000 habitantes, era muito tranquila e poucas pessoas passavam pela região. O homem, identificado como Alberto, era um líder de gang, um espanhol de 50 anos.
Ele também não era desconhecido das autoridades. Quando começaram a investigar seus antecedentes, descobriram que ele já havia cumprido pena por tráfico de drogas em 2015. A mulher com quem ele era casado na época e mãe de seus filhos também o denunciou por violência doméstica. Ele foi imediatamente preso e registrado como agressor.
Mesmo assim, a polícia o liberou e uma década depois ele voltou a ser extremamente violento com uma mulher. Alberto recebia visitas frequentes de sua irmã e de sua filha Célia. Além disso, havia também Maria, uma vizinha que fazia limpeza. Segundo o depoimento de Salma, as mulheres sabiam que ela estava lá. Além disso, elas podiam ver as marcas e hematomas em seu corpo, mas evitavam olhar em seus olhos e nunca intervieram.
Ela também esclareceu que, além do medo, nunca se atreveu a pedir ajuda a ninguém, porque achava que Alberto poderia se vingar. Todos os dias dentro da casa eram marcados por uma tensão constante. Salma explicou que as surras de Alberto, às vezes infligidas até mesmo em uma maca a qual ele a amarrava, eram tão brutais que o deixavam completamente exausto.
E foi numa dessas ocasiões, no dia seguinte, a agressão, especificamente naquele dia de fevereiro, que depois de adormecer, ele deixou a porta do banheiro aberta pela primeira vez. Salma sabia que aquela era a sua única chance. Naquele momento, decidiu fugir, pegou uma escada que estava ao seu alcance e escalou o muro da casa.
Foi assim que ela chegou à casa de Juan, seu amigo. Salma também descreveu com precisão cada detalhe do local onde havia sido mantida em cativeiro, desenhando um mapa e levando as autoridades imediatamente até a casa. Quando chegaram, bateram a porta e Alberto atendeu. Ele não tinha ouvido nada e não sabia o que acontecera com Salma porque ainda estava dormindo.
Então abriu a porta com confiança e em segundos a polícia o imobilizou e o deteve. Eles começaram a revistar a casa e encontraram várias facas e armas de fogo, narcóticos e a maca havia mencionado. Também foram presos na operação a filha de Alberto, Célia, de 24 anos, que estava grávida na época, Maria, a mulher que limpava a casa, e José, um homem que ajudava Alberto a ir ao mercado e fazer outras coisas.
Essas três pessoas foram consideradas cúmplices. Alberto, por sua vez, foi acusado de cárcere privado, agressão sexual e violência de gênero. Ele foi mantido sob custódia, sem direito à fiança. A juíza tomou essa decisão devido à gravidade das acusações e porque percebeu um risco de fuga, considerando seus delitos repetidos e a destruição de provas.
Enquanto isso, os outros três detidos foram liberados sobança enquanto as investigações continuam. Alguns meios de comunicação noticiaram que José também estava envolvido na distribuição das drogas vendidas por Alberto. No entanto, isso ainda não foi confirmado. O que foi confirmado é que José não denunciou ao Alberto porque este o ameaçava diariamente, dizendo que não só ele, mas também sua família sofreriam represálialhas.
Salma recebeu a assistência das autoridades e foi levada para um abrigo. Enquanto o caso ganhava notoriedade, a polícia continuou a investigação e alguns moradores da região concordaram que havia constante movimentação de pessoas e veículos na casa. Eles também notaram a presença frequente de policiais, pois relataram repetidamente ter ouvido gritos e outras atividades estranhas vindo do local.
As pessoas não estavam falando exatamente sobre o caso de Salma. não faziam ideia de que uma mulher estava sendo mantida em cativeiro ali. As ligações para a polícia eram mais específicas, feitas porque todos pensavam que Alberto estava vendendo drogas no local. Mas um vizinho explicou que nos meses que antecederam a fuga de Salma, o movimento de veículos havia diminuído e que eles só viam o assistente de Alberto, José entrando e saindo da casa.
Além disso, os vizinhos também disseram que Alberto passava muito tempo dentro de casa e que raramente o viam. Outros vizinhos até mencionaram Salma dizendo que a tinham visto perto da casa, principalmente no jardim com Alberto, mas que ninguém a abordou para conversar. Além disso, Alberto havia dito que ela não falava espanhol muito bem e que, por isso, não queria que ela tivesse contato com outras pessoas.
Disseram que Alberto era um homem reservado e mal humorado, mas jamais imaginaram que a mulher estivesse praticamente sendo mantida em cativeiro ali. Assim, na sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026, Salma chegou ao tribunal para relatar o que sofreu durante 22 meses. Seu rosto ainda exibia marcas roxas e grampos em sua cabeça eram visíveis.
durante seu depoimento, revelou detalhes que não haviam sido divulgados até então e confessou que em diversas ocasiões pensou que nunca mais conseguiria sair daquela casa. Ela disse que Alberto costumava disparar uma arma perto dela para intimidá-la. Relatou a dor intensa que sentia cada vez que ele a atacava e, em muitas ocasiões, disse que implorou Alberto que a levasse a um hospital, mas ele nunca a ouviu.
No entanto, algo verdadeiramente incrível foi revelado. Salma alegou que alguns meses antes de fugir havia ido a um centro de saúde acompanhada por Maria, a faxineira da casa. Essa tinha sido sua única saída durante todo aquele tempo. No entanto, acrescentou que Maria a ameaçou para impedi-la de contar qualquer coisa aos médicos.
Ela tentou sinalizar para a médica que a atendia, mas a mulher não entendeu. Depois que seus ferimentos foram tratados, elas voltaram para casa. Salma também disse que em algum momento, durante o cativeiro, conseguiu ligar para o serviço de emergência. Aproveitando-se da distração momentânea de Alberto, ela pegou o celular dele e trocou o chip pelo seu.
Ela não conseguiu fornecer o endereço exato e, embora a polícia tenha chegado à porta, alegou que Alberto os convenceu de que nada havia acontecido na casa e conseguiu manter o segredo. Naquela ocasião, como vingança, ele a espancou violentamente. Salma ficou muito triste porque nenhum protocolo havia sido acionado após sua ligação. Quando parecia que Salma havia revelado tudo, novas pistas começaram a surgir.
No domingo, 16 de fevereiro, o importante jornal espanhol publicou pela primeira vez um artigo apresentando a versão dos fatos de Alberto e sua defesa, juntamente com uma série de elementos que ainda não eram públicos até então. Alberto afirmou que seu relacionamento com Salma, a quem se referia como namorada, havia começado de forma amigável.
disse que Salma morava em Murcia havia 4 anos quando tudo aconteceu e que a conheceu porque ela namorava um amigo dele. Comentou que Salma lhe contou que supostamente havia terminado o relacionamento porque seu ex-namorado era uma pessoa violenta que vendia drogas. Então, Alberto decidiu levá-la para sua casa e foi durante esse período que um relacionamento romântico se desenvolveu.
Ele negou qualquer sequestro e rejeitou a ideia de tê-la maltratado. No entanto, confirmou que o tempo que passaram juntos foi marcado pelo uso de substâncias ilícitas e afirmou que só teve relações íntimas consensuais com ela e que, devido à sua idade e ao visto em drogas, sua atividade sexual era limitada porque ele não tinha mais libido.
Alberto disse que Salma tinha um celular para se comunicar com a família e uma scooter elétrica para se locomover pela cidade. Alberto comentou que ganhava vida fazendo bicos como eletricista, pedreiro e até catador de sucata. Disse que não tinha notas fiscais desses serviços porque os prestava na cidade e que nunca os declarava as autoridades fiscais espanholas porque não queria pagar impostos.
Sobre o dia em que Salma fugiu de casa, Alberto disse que ela havia ameaçado machucar sua família e afirmou que ele mesmo havia pedido para Salma ir embora alguns dias antes. Ainda alegou que estava cochilando naquele dia quando ela saiu. Alberto disse que não foi procurá-la porque não tinha se dado conta do que havia acontecido e tentou corroborar isso dizendo que quando a polícia chegou, ele não parecia assustado, nem tentou fugir.
Alberto alegou que Salma estava tentando incriminá-lo como uma espécie de vingança, porque ele já havia dito a ela que queria terminar o relacionamento. No entanto, embora muitos possam acreditar nessa versão, o que mais chocou foram os ferimentos que Salma tinha pelo corpo. Nesse ponto, Alberto afirmou que ela não apresentava esses ferimentos quando estava em sua casa e que desconhecia qualquer ida dela a um hospital.
A declaração de Alberto foi corroborada pela estratégia de seu advogado, que afirmou que solicitaria a libertação de seu cliente e anunciou que forneceria vídeos, fotografias e declarações que refutariam a alegação de cativeiro prolongado. Um dos vídeos, datado de 1eo de novembro de 2025 mostra Salma do lado de fora da casa participando de uma comemoração familiar.
Alberto também aparece beijando-a. A defesa argumentou que essa evidência demonstrava que ela levava uma vida normal em casa. O segundo vídeo também mostra Salma dentro de casa comemorando o seu aniversário de 38 anos. Ela está bem vestida, maquiada e sorrindo. José está ao seu lado enquanto Alberto canta parabéns para você enquanto ela fuma e apaga as velas ao lado de uma garrafa de vinho rosé.
O advogado de defesa afirmou que iria solicitar o arquivamento das acusações contra Célia e Maria. Além disso, foram apresentadas fotografias mostrando Salma e Lesa, pousando com a irmã de Alberto. Cabe ressaltar que todas essas fotografias foram tiradas no quintal da casa, nunca dentro dela, nem na rua. A defesa, no entanto, alega possuir outras fotografias nas quais a mulher supostamente aparece caminhando do lado de fora da casa.
Essas provas, especificamente as fornecidas pela defesa, começaram a circular online, complicando ainda mais o caso e adicionando mais uma camada intrigante. Enquanto isso, o caso permanece sob investigação e as autoridades indicaram que não descartam a possibilidade de outras pessoas estarem envolvidas. Ouvir a versão dos fatos apresentada pela defesa não implica em desconsiderar a gravidade das alegações de Salma.
E eles afirmam que conduzirão a investigação minuciosamente e descobrirão todos os detalhes. Até que isso aconteça e as dúvidas sejam esclarecidas, o caso permanecerá aberto. Muitas pessoas continuarão se perguntando o que aconteceu com Salma, mas isso só será divulgado após a conclusão de todas as investigações.
No entanto, considerando o estado da mulher, como ela vivia, os ferimentos que apresentava e a forma como os médicos e seu amigo a viram quando chegou, é muito provável que Alberto a estivesse mantendo em cárcere privado. Se você achou este vídeo interessante e informativo, curta e inscreva-se no canal caso ainda não seja inscrito.
Obrigada por assistir até aqui. Nos vemos no próximo vídeo.