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MASSACRE NO ELEVADOR: O Fim Trágico da Linda Enfermeira!

MASSACRE NO ELEVADOR: O Fim Trágico da Linda Enfermeira!

Durante meses, a equipe de um hospital na Rússia conviveu com rumores incômodos sobre um de seus médicos. Algumas mulheres evitavam ficar sozinhas com ele, outras simplesmente preferiam o silêncio. Mas naquele lugar ninguém imaginava até onde essa obsessão poderia chegar. Em março de 2021, tudo mudou em uma única noite.

 O que começou como um simples plantão no hospital acabou se tornando um dos crimes mais perturbadores do país. E enquanto a polícia tentava reconstituir o ocorrido, uma pergunta começou a circular entre os funcionários do hospital. Se tantas pessoas haviam notado sinais de alerta antes, por ninguém o impediu? Meu nome é Lilian e este é o canal Casos Criminais.

Sejam todos muito bem-vindos. Nas primeiras horas da manhã de 27 de março de 2021, algo estranho ocorreu dentro do hospital central do distrito de Fatez, na Rússia. O hospital vinha operando sob extrema pressão há meses devido à pandemia e muitas de suas áreas haviam sido adaptadas para tratar exclusivamente pacientes infectados pelo vírus.

 Durante as noites, a maior parte da equipe permanecia isolada nos andares superiores do prédio, trabalhando em turnos exaustivos na chamada zona vermelha. Mas naquela manhã, o silêncio do hospital foi abruptamente quebrado. Quando as portas de um dos elevadores se abriram no quarto andar, alguns funcionários do hospital se depararam com uma cena brutal.

 Dentro do elevador, uma jovem estava no chão, coberta de sangue, com o rosto completamente desfigurado pelos golpes. Ao lado dela, um homem tentava remover parte do trage de proteção médica que ela vestia. Ao ser descoberto, reagiu imediatamente e atacou violentamente as mulheres que acabavam de presenciar a cena. Gritos começaram a ecoar pelo corredor.

 Em segundos, médicos e enfermeiros saíram de diferentes salas para ver o que estava acontecendo. Alguns tentaram ajudar a jovem inconsciente cercada de sangue. O estado da vítima era crítico. Ela apresentava múltiplas fraturas faciais, traumatismo craniano grave e, claro, sinais de estrangulamento. A violência foi tão extrema que vários funcionários descreveram a cena como se a jovem tivesse sido atropelada.

Enquanto alguns funcionários tentavam desesperadamente salvar sua vida, outros começaram a procurar o agressor dentro do próprio hospital e o mais perturbador era que o agressor ainda estava lá. Minutos depois, vários funcionários notaram algo estranho. Um médico do hospital chamado Andrei Surajim apareceu perto do local onde a vítima estava sendo atendida.

 Ele tinha sangue nas mãos e algumas partes de sua roupa estavam manchadas. Quando questionado sobre o que havia acontecido, respondeu calmamente que não sabia de quem era o sangue e que o importante naquele momento era salvar a jovem. A vítima era Irina Zuk, uma jovem de 21 anos, nascida na região de KSK. Fíia de Constantin e Natália, um casal agora separado, Irina era descrita por familiares e amigos como uma pessoa quieta, inteligente e extremamente dedicada aos estudos.

 Desde jovem demonstrava interesse pela medicina e após concluir o ensino médio com excelentes notas, ingressou na faculdade de enfermagem. Em 2021, Irina estava concluindo sua residência no hospital central do distrito de Fatez, uma oportunidade que ela havia como primeiro grande passo para construir a vida com que sonhava.

Segundo pessoas próximas a ela, Irina estava noiva de um jovem que servia no exército e frequentemente falava de seus planos de se mudar para Moscou após se formar para continuar seus estudos na área da saúde. Seu pai, que morava em Moscou, mantinha contato frequente com ela.

 Dias antes do crime, eles haviam conversado ao telefone sobre uma viagem que Irina planejava fazer com o noivo no fim de semana seguinte. Constantin recordaria mais tarde que sua filha estava entusiasmada em aprender mais sobre a cidade onde esperava morar um dia. Dentro do hospital, Irina conquistou rapidamente o carinho de pacientes e colegas.

 Muitos a descreviam como uma enfermeira gentil e responsável, alguém que tentava ajudar mesmo em meio ao constante esgotamento causado pela pandemia. Mas enquanto Irina tentava se adaptar ao trabalho na zona vermelha do hospital, ela também começou a lidar com uma situação cada vez mais desconfortável. Entre os médicos designados para aquela mesma área estava Andrei Suragim, um homem de 30 anos que trabalhava no hospital há algum tempo.

 A princípio, o relacionamento deles parecia completamente normal. Eles compartilhavam longos turnos e conviviam por horas em um ambiente fechado e extremamente estressante. No entanto, com o passar das semanas, o comportamento de Andrei começou a mudar. Se você se interessa por esse tipo de conteúdo, inscreva-se no canal e curta o vídeo.

 Isso me ajuda muito a trazer mais casos como este para vocês. Primeiro vieram os comentários sobre a aparência física de Irina. Em seguida, vieram os contatos físicos disfarçados de piadas, abraços constrangedores, beijos na bochecha, investidas que ela jamais permitiu. Irina deixou claro desde o início que tinha um parceiro e não estava interessada nele, mas Andrei parecia ignorar completamente qualquer limite.

 Segundo vários funcionários do hospital, Irina não era a única mulher a receber esse tipo de atenção do médico. Posteriormente, outras colegas confirmaram que Andrei tinha fama de assediar várias mulheres dentro do hospital, incluindo pacientes. Embora mantivesse a imagem de um médico calmo e inteligente diante de muitas pessoas, por trás dessa fachada havia um homem acostumado a conseguir o que queria e a reagir mal quando rejeitado.

 Com o tempo, a persistência de André em relação à Irina deixou de parecer um mero comportamento inadequado e começou a se transformar em algo muito mais obsessivo. Em 26 de março de 2021, Irina começou seu turno no hospital às 8 horas da manhã. Era um turno de 24 horas, algo comum para muitos funcionários de hospitais durante os piores meses da pandemia.

 Apesar do cansaço acumulado, Irina estava de bom humor naquele dia. Em poucos dias, ela viajaria para Moscou com o namorado para visitar o pai. E vários colegas se lembraram depois de ouvi-la falar com entusiasmo sobre a viagem durante seu turno. Naquela noite, alguns funcionários do hospital, responsáveis pela zona vermelha desceram para a outra ala do hospital, onde acontecia uma pequena comemoração interna.

 O hospital havia recebido um prêmio pelo trabalho realizado durante a pandemia e alguns funcionários aproveitaram o momento para relaxar um pouco após semanas de pressão constante. Entre os presentes estavam Irina, Andrei e duas outras enfermeiras. Segundo testemunhas na festa, Andrei havia bebido e seu comportamento tornou-se cada vez mais inadequado.

 Várias pessoas afirmaram posteriormente que ele passou grande parte da noite assediando mulheres e insistindo para que bebessem álcool com ele. Irina foi uma das mais afetadas por essa insistência. Embora Andrei soubesse que ela normalmente não bebia, ele continuou a pressioná-la diversas vezes ao longo da noite. Por volta da meia-noite, Andreia abordou o grupo e disse que era a hora de retornar ao quarto andar para continuar trabalhando.

 As outras duas enfermeiras, que tinham descido com eles, também começaram a se preparar para subir. Mas naquele momento, o médico disse que elas podiam ficar na festa, garantindo que ele e Irina dariam conta do departamento por um tempo. Naquele instante, nenhuma delas imaginava o que estava prestes a acontecer. Imagens de câmeras de segurança e depoimentos de testemunhas permitiram à polícia reconstruir parcialmente os minutos seguintes.

 Irina e Andrei entraram juntos no elevador para subir ao quarto andar. De acordo com a investigação, assim que as portas se fecharam, Andrei tentou beijá-la à força. Irina o rejeitou imediatamente e pediu que ele parasse, mas Andreia avançou para cima dela novamente. Então Irina reagiu e lhe deu um tapa no rosto.

Foi nesse momento que a situação explodiu. Segundo a acusação, Andrei começou a espancar brutalmente a jovem dentro do elevador. Ele a socou repetidamente no rosto até que ela caísse no chão e mesmo em defesa, continuou a atacá-la com socos e chutes. Então ele começou a estrangulá-la com as mãos.

 O ataque foi tão violento que Irina sofreu traumas faciais, costelas quebradas e graves ferimentos internos. Durante um ataque, Andrei também tentou remover parte do trage de proteção médica que ela vestia, mas a estrutura do uniforme dificultou que ele o rasgasse completamente. Minutos depois, quando o elevador chegou ao quarto andar e as portas se abriram, duas funcionárias do hospital que esperavam ali ficaram paralisadas ao ver a cena.

Dentro do elevador estava Irina, gravemente ferida e coberta de sangue, enquanto Andrei estava em cima dela. Uma das mulheres gritou com ele, perguntando o que ele estava fazendo, mas a reação do médico foi imediata e completamente descontrolada. Andrei também as atacou. A violência foi tão extrema que uma das trabalhadoras sofreu um traumatismo craniano após ser brutalmente espancada por Andrei.

 Mesmo assim, ambas as mulheres conseguiram gritar por socorro e seus gritos começaram a atrair a atenção de outros funcionários que ainda estavam no local. Quando vários outros médicos e enfermeiros chegaram ao quarto andar, encontraram uma cena caótica. Irina ainda estava dentro do elevador, inconsciente e gravemente ferida, enquanto as outras duas funcionárias tentavam desesperadamente explicar o que acabara de acontecer.

 Em meio à confusão, Andrei saiu e caminhou para outra parte do hospital como se nada tivesse ocorrido. A equipe médica começou imediatamente a prestar socorro às vítimas. Devido ao estado crítico de Irina, decidiram transferi-la rapidamente para uma sala com equipamentos mais avançados para tentar estabilizá-la. Seus ferimentos eram devastadores.

 Ela apresentava múltiplas fraturas faciais, traumatismo craniano grave e, claro, sinais de estrangulamento. Vários membros da equipe médica relataram posteriormente que mal a reconheceram. Enquanto alguns médicos tentavam salvar sua vida, outros permaneciam tentando entender quem poderia ter feito algo assim dentro do próprio hospital.

 E o mais perturbador era que o agressor ainda estava lá interagindo com a equipe médica. Pouco depois, Andreia apareceu perto da sala onde Irina estava sendo atendida. Segundo várias testemunhas, ele se comportou de maneira completamente normal e até começou a ajudar outros funcionários durante as tentativas de reanimação, mas algo chamou imediatamente a atenção dos presentes.

 Andrei tinha sangue nas mãos e algumas peças de suas roupas estavam manchadas. Um dos funcionários perguntou-lhe diretamente de quem era o sangue. O médico respondeu que não sabia e que naquele momento o importante era salvar a vida de Irina. Até então, muitos ainda não suspeitavam de que ele fosse o responsável. No entanto, em outra sala do hospital, as duas funcionárias que haviam sido atacadas já relatavam o ocorrido.

 Ambas as mulheres identificaram Andrei como o homem que agrediu Irina no elevador e que posteriormente as atacou. Um dos médicos que ouviu o relato delas foi imediatamente procurar Andrei. Segundo diversas testemunhas, esse médico já havia tido desentendimentos anteriores com ele e considerava seu comportamento no hospital completamente inadequado.

Finalmente, ele o encontrou perto do quarto onde Irina ainda estava sendo atendida. A discussão entre eles rapidamente se intensificou. O médico confrontou Andrei sobre o que ele havia feito, mas Andrei reagiu agressivamente e acabou atacando-o também. O outro homem esquivou-se do golpe e deu um soco forte no rosto de Andrei, fazendo-o cair no chão em frente a vários funcionários.

A polícia chegou ao hospital um pouco depois. Nesse momento, Irina Zuk ainda estava recebendo atendimento médico de emergência. No entanto, seus ferimentos eram muito graves. Apesar dos esforços desesperados dos médicos para salvá-la, a jovem de 21 anos faleceu no hospital poucas horas após o ataque. Com a chegada da polícia, Andrei Sagim foi preso e levado para a delegacia.

 Durante os interrogatórios iniciais, Andrei confessou ter agredido Irina, embora tenha tentado minimizar o incidente, alegando que foi um acidente causado pelo álcool e que havia perdido o controle após beber demais naquela noite. No entanto, pouco depois, Andrei começou a mudar sua versão. Em suas primeiras declarações públicas, afirmou que só havia confessado porque a polícia o havia espancado durante a prisão.

chegou a mostrar um grande hematoma no rosto como suposta prova de agressão policial, mas a investigação rapidamente desmentiu essa história. Vários funcionários do hospital testemunharam que Andrei já apresentava o hematoma antes da chegada da polícia, causado durante uma briga com outro médico que o confrontou após descobrir o que ele havia feito com Irina e as outras funcionárias.

 Com isso, a versão de Andrei perdeu credibilidade quase que imediatamente. Enquanto isso, a notícia da morte de Irina começou a se espalhar rapidamente por toda a região de KK. Foram os próprios policiais que tiveram que informar a mãe e o padraço da jovem sobre o que havia acontecido naquela manhã dentro do hospital. Seu pai, Constantin, recebeu a notícia pouco depois.

 Como relatou mais tarde, a princípio, ele se recusou a acreditar. Apenas alguns dias antes, ele havia conversado com a filha sobre a viagem que ela e o namorado fariam para visitá-lo. Ele até comprou um presente para surpreendê-la quando chegasse à cidade. Porém, enquanto a família tentava lidar com a tragédia, a polícia começou a descobrir algo ainda mais perturbador.

 Conforme o interrogatório prosseguia, vários funcionários do hospital começaram a testemunhar que o comportamento de Andrei era um problema conhecido no Centro Médico há anos. Diversas mulheres afirmaram que Andrei assediava rotineiramente colegas e pacientes fazendo comentários sexuais, insinuações e contato físico indesejado. De acordo com a investigação, alguns desses comportamentos já haviam sido relatados à administração do hospital.

Em seguida, todos os olhares se voltaram para a diretora do Centro Médico. Segundo vários funcionários, a administração do hospital tinha conhecimento do comportamento de Andrei há algum tempo, mas nunca tomou medidas concretas para impedi-lo. Alguns trabalhadores alegaram que as queixas foram simplesmente ignoradas ou minimizadas, mas isso não foi tudo o que veio à tona durante a investigação.

Vários funcionários também alegaram que Andrei usava áreas isoladas do hospital para dar festas particulares durante seus turnos. De acordo com esses depoimentos, o médico chegou a levar garotas de programa para o prédio enquanto deveria estar atendendo pacientes. As autoridades entrevistaram posteriormente várias mulheres da região que confirmaram ter estado presentes nessas festas dentro do hospital.

 Tudo isso acabou gerando um enorme escândalo público, o que inicialmente parecia um crime isolado, começou a revelar um ambiente caótico e profundamente negligente dentro do hospital. À medida que mais informações surgiam, mais pessoas começavam a fazer a mesma pergunta. Se tantos sinais de alerta foram ignorados durante anos, a morte de Irina poderia ter sido evitada.

 Com a crescente indignação na região, o corpo de Irina foi levado para autópsia. Os resultados confirmaram o nível extremo de violência que ela sofreu durante o ataque. Os peritos concluíram que vários dos ferimentos foram infligidos com força excessiva, o que é consistente com um ataque extremamente violento, agressivo e prolongado.

 Um dos pontos mais debatidos durante a investigação foi a fratura do osso ioide localizado na região do pescoço. Para acusação, essa lesão foi uma prova crucial de que Andrei tentou sufocar Irina usando extrema pressão com as mãos. A defesa argumentou posteriormente que a fratura poderia ter ocorrido durante a intubação enquanto os médicos tentavam salvar sua vida.

 No entanto, um segundo laudo pericial descartou essa possibilidade e concluiu que o osso havia sido fraturado por uma força externa aplicada diretamente no pescoço da vítima. Com o passar dos meses, o caso tornou-se um dos mais comentados da região. A história de uma jovem enfermeira assassinada dentro do próprio hospital onde trabalhava causou enorme indignação pública, especialmente após denúncias anteriores contra Andrei e acusações de negligência por parte da administração do hospital Virem à tona.

 O velório de Irina atraiu centenas de pessoas, familiares, amigos, colegas da universidade e funcionários do hospital compareceram para se despedir da jovem de 21 anos. Segundo pessoas próximas à família, um dos momentos mais dolorosos ocorreu quando o pai colocou dentro do caixão o presente que havia comprado para lhe dar durante a viagem a Moscou.

Viagem que nunca aconteceu. 8 meses depois, em novembro de 2021, o julgamento de Andrei finalmente começou. Durante as audiências, a acusação apresentou depoimento de funcionários do hospital que descreveram o comportamento obsessivo do médico em relação à Irina. Várias pessoas testemunharam que ela havia deixado claro, repetidamente, que não queria nenhum relacionamento com ele.

 E mesmo assim, Andrei continuou a assediá-la dentro do hospital. Os relatos das duas funcionárias que encontraram Irina no elevador naquela manhã e que posteriormente foram atacadas pelo próprio médico também foram apresentados. Por sua vez, Andrei insistiu que não se lembrava do ocorrido devido ao nível de álcool que havia consumido naquela noite, mas a acusação sustentou que essa versão não correspondia às declarações que ele próprio havia prestado após sua prisão, quando descreveu em detalhes consideráveis parte do que havia acontecido. Conforme o julgamento

avançava, a imagem pública de Andrei se deteriorava ainda mais. Depoimentos sobre assédio, festas particulares dentro do hospital e queixas ignoradas pela administração do Centro Médico reforçaram a ideia de que o ataque à Irina não havia sido um evento totalmente inesperado, mas sim a consequência de um comportamento que vinha sendo tolerado há muito tempo.

Finalmente, após várias horas de deliberação, o tribunal considerou Andrei Soragim culpado e o sentenciou há 12 anos em uma prisão de segurança máxima. Ele também foi condenado a pagar cerca de R$ 343.000 em indenização à família de Irina Zuk. A sentença, no entanto, deixou muitos parentes e amigos da vítima insatisfeitos.

 O pai de Irina expressou publicamente sua indignação, afirmando que a punição era insuficiente para alguém que destruiu tão brutalmente a vida de sua filha. Entretanto, o tribunal explicou que essa era a pena máxima permitida pela lei russa para o caso. Andrei Soragin está cumprindo sua pena na região de KSK. E para muitos o caso de Irina permanece como um lembrete não apenas da brutalidade do crime, mas também de todos os alertas que foram ignorados antes que fosse tarde demais.

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