LA PIRE LÂCHETÉ HUMAINE : Il entend la jeune fille hurler à la mort à travers le mur… ET NE FAIT STRICTEMENT RIEN !

Sábado, 14 de junho de 2025, Pavuna, zona norte do Rio de Janeiro. Dois dias havia se passado desde o desaparecimento de uma jovem de 18 anos. Dois dias de buscas sem respostas. A única pista que a família tinha eram imagens capturadas por câmeras de segurança da região. Imagens que mostram um homem saindo de casa às 7:10 da manhã, empurrando um carrinho de supermercado coberto por uma lona azul.
Até que a cunhada da jovem, depois de ver essas imagens acompanhada de algumas amigas, ela decide ir até uma casa em obras na região, uma casa que pertencia ao homem que empurra o carrinho. Ao chegarem lá, as mulheres se deparam com dois cães da raça pitbu que bloqueavam a entrada. Mas elas não recuaram. Resolveram misturar calmantes em pedaços de alimento e jogaram para os animais.
Algum tempo depois, estes dormiram e aí elas entraram no imóvel. Lá dentro de cara, elas já encontraram o carrinho que tinha sido visto pelas câmeras de segurança. Esse estava no primeiro andar da casa, mas nada mais poôde ser visto. Então, a cunhada da vítima decide subir as escadas para checar o segundo piso. E o que ela encontrou lá é uma cena que nenhuma pessoa jamais deveria presenciar.
Imagens de um verdadeiro filme de terror. Olá, lindezas! Tudo bem com vocês? Para quem tá chegando agora no canal, é um prazer, eu sou Mirla Prado. Se você ainda não é inscrito nesse canal, eu te convido a se inscrever, ativar as notificações e, se puder, deixar seu like logo agora, porque depois você provavelmente vai esquecer.
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sortear no canal, como forma de gratidão que eu tenho a vocês que apoiam o canal, tá bom? É isso, meus amores. Depois de todos esses recados dados, agora bora pra história. E essa de hoje é forte. Antes de qualquer coisa, eu preciso apresentar a vocês a pessoa mais importante dessa história, a vítima. O nome dela era Marcele Júlia Araújo da Silva.
Ela nasceu em 1eo de julho de 2006 lá na Pavuna, na zona norte do Rio de Janeiro. Cresceu ali mesmo no bairro onde tudo aconteceu, em um lugar muito popular, onde as pessoas se conhecem pelo nome e quase todo mundo sabe quem é quem. Ela era filha do meio de três irmãos, morava com os pais e sua família era muito unida.
O tipo de família que a gente vai conhecer melhor ao longo dessa história, inclusive pela força que essa família mostrou nos momentos mais difíceis. As pessoas que conviviam com a Marcele falam dela sempre da mesma forma, com um certo, digamos, brilho no olhar, porque a Marcélia era realmente uma menina muito carismática, uma menina extrovertida que estava sempre sorrindo com esse sorrisão aí lindo que vocês estão vendo.
Ela amava dançar, em especial funk. Ela era apaixonada por funk, assim como muitos cariocas. Ela também era flamenguista, apreciava uma boa praia e tinha um zelo enorme pelos seus cabelos que ela amava e que eram praticamente sua marca registrada. E mais à frente, infelizmente, essa marca registrada vai ter um valor significativo nessa história.
Aos 18 anos, a Marcele estava construindo o próprio futuro. Ela fazia curso de design de sobrancelha e sonhava em se profissionalizar na área da beleza. Ela queria usar as redes sociais também para inspirar outras mulheres a se cuidarem e se valorizarem. A Marcé tinha uma namorada. Elas estavam brigadas por um tempo, mas estavam reatando justamente quando tudo isso aconteceu.
Sem falar que também faltava menos de três semanas pro aniversário dela de 19 anos. Segundo relatos de seus familiares, ela nunca deu trabalho. Porém, naquele dia dos namorados, uma notícia terrível chegou. [roncando] Agora bora falar, gente, de outro personagem importante dessa história, só que ele tá do outro lado, do lado do Algois.
O nome dele era Zaro Ku, um chinês que chegou ao Brasil por volta de 2015 e se instalou no bairro Jardim América, ali na zona norte do Rio. Ali ele montou um trailer de Aksoba na praça principal do bairro e rapidamente ele passou a ser conhecido por todos pelo apelido de Shao. Shaw era um homem de fala mansa, aparentemente tranquilo e muito trabalhador.
Ele vivia uma vida bem low profile, sabe? porque ele não era muito de rede social, ele tinha um perfil nas redes sociais, mas da sua banca que na verdade ele só aparecia quando as pessoas o marcavam em publicações. E pelo menos no Brasil ele não tinha histórico de violência, não. Ele não se envolvia em brigas, era um homem aparentemente pacato e considerado de cara por todos como uma pessoa muito amigável, um comerciante honesto, dedicado e supostamente de confiança.
E aqui, gente, que eu preciso fazer uma pausa pr fazer um questionamento com vocês. Será mesmo que eles conheciam o Sha ou eles apenas conheciam quem o Schau queria mostrar? O K Jung, que é um filósofo que eu realmente admiro bastante, ele diz que todo ser humano carrega uma máscara, que é a face que a gente apresenta pro mundo.
Não necessariamente que é quem a gente é, mas quem a gente quer que os outros acreditem que a gente seja. Entenderam? Resumindo, gente, é aquela velha história, você só conhece do outro que o outro quer mostrar para você. E o Sha parecia ser mestre nisso. Ele veio de outro país, sem familiar por aqui, sem vínculos, sem ninguém que o conhecesse antes.
Ele chegou no Brasil como uma folha em branco. Então, gente, o que que ele fez? Ele preencheu essa folha em branco exatamente do jeito que ele quis. E isso nos leva ao questionamento que eu acho importante fazer aqui. O que leva um homem a sair da China para vir vender Yaksoba no Brasil em um trailer, sem família, sem amigos, sem raízes aqui, nada assim.
Infelizmente a mídia nunca respondeu essa pergunta, mas eu me faço questionamentos e vocês sabem que eu sempre gosto de jogar esse tipo de reflexão para vocês. Então, o que será que ficou para trás na China? o que talvez esse homem possa ter feito lá para ter atravessado o meio mundo para vir morar no Brasil do nada assim, a gente infelizmente não sabe, mas aqui fica uma ponta solta nessa história que talvez com o caso da Marcele isso fique mais esclarecido, né? Porque o padrão de comportamento que ele estabeleceu no Brasil talvez nos dê algumas pistas
sobre a realidade, sobre a verdade, sobre o Schau. Tudo começa da seguinte forma. Segundo testemunhas, o Chau tinha o hábito de promover festinhas em sua casa, movida a bebidas, movida a drogas e cercado de meninas jovens. E o objetivo disso, gente, era muito claro, usar o álcool e as drogas para deixar as meninas vulneráveis e conseguir ter relações sexuais com elas.
E sinceramente, diante desse tipo de postura, eu não consigo não pensar que talvez o Brasil tenha sido uma oportunidade de recomeçar longe de qualquer pessoa que conhecesse a sua história real, talvez, né? Mas, infelizmente, eu não posso fazer essa afirmação. O que eu posso fazer é essa reflexão sobre o padrão de comportamento dele.
Mas o que se sabe de fato é que no Brasil, longe de qualquer pessoa que pudesse contar sua história real, o Shaw construiu exatamente uma imagem que ele queria de um homem pacato, honesto, amigável, enfim, de um homem exemplar que fazia com que as pessoas se abrissem para ele. E com o tempo ele foi construindo a vida dele ali na região. Ele tinha uma casa própria na Avenida Coronel Fidias Távora, lá na Pavuna.
Porém, em 2025 essa casa entrou em obras e por causa disso ele passou a lugar uma residência numa rua próximo dali, que era a rua Robert Schuman. Nessa casa alugada, ele dividia o espaço com um outro homem que também era da China. A mídia não se aprofunda sobre quem era esse homem.
A única informação que temos é que ele também era um chinês. E outro ponto importante dessa história é que o Shal de repente passou a ter dois cachorros da raça Pitbu e ele colocou esses cachorros justamente ali na casa que estava em obras. Mas voltando um pouco há 10 anos, né, pra gente contar a linha do tempo certinho, o que que acontece, gente? O Shal ali vendendo a sua Yakoba no dia a dia durante tantos anos, ele acabou conhecendo a família da Marcele, assim como ele conheceu outras famílias.
E na época, Marcele, ela era apenas uma menininha que tinha por volta de 12 anos de idade. E foi assim que aos poucos surgiu uma relação entre ele e a família da Marcele, que foi ficando cada vez mais estreita. Inclusive, a Marcele chegou a trabalhar no trailer dele por um tempo, tá gente? Então, durante esses anos de convívio foi construída de fato uma relação de confiança entre essa família, a Marcele também e o Chau, porque ele era realmente muito querido pela família.
Ele frequentava a casa deles, levava Yaksoba, era tratado realmente como alguém de casa. E dessa forma a Marcele também passou a frequentar a casa dele, inclusive as festinhas que ele promovia. Afinal, eles eram amigos, até porque na época ela não tinha motivo nenhum para desconfiar dele. E como ele vivia ali no ciclo íntimo da família dela, ele sabia exatamente os hábitos dela, sabia do que ela gostava, do que ela não gostava, sabia que ela tinha uma namorada e sabia muito da vida dela.
Só que, infelizmente, para ele, essa proximidade tinha um significado muito diferente do que tinha para ela. E é assim, gente, que uma obsessão silenciosa começou a ser alimentada por anos, onde ninguém imaginava o que se passava de verdade na cabeça desse homem em relação àquela menina, porque quando ele a conheceu, ela era só uma criança.
Agora que a gente já conhece os personagens centrais dessa história, bora pra noite quando tudo aconteceu, tá bom? Tudo se passou na semana do dia dos namorados de 2025, no ano passado. Quando Cha procurou a Marcele, segundo a família dela e as amigas, ele teria prometido para ela uma cesta de presente por conta da data dos Dias dos Namorados.
O que, por si só, gente, já é estranho, né? Dia dos Namorados, sendo que os dois não tinham nada. Isso segundo os relatos das amigas dela, da família dela e também segundo o relato dele depois que ele vai ser preso. Eu já dou um spoiler para vocês aqui. Mas bora falar a verdade. Para um homem que nutria uma obsessão silenciosa há anos por essa garota, aquela data, de repente, aquela situação podia ser uma oportunidade, né, para ele se aproximar, para ele talvez deixar entender algo dos seus sentimentos.
Pelo menos parece que era essa a intenção, ou talvez a intenção era realmente muito pior. Então, na noite do dia 11 de junho, no dia antes do dia dos namorados, a Marcélia, ela tava conversando com algumas amigas. A mídia, ela não especifica se era pessoalmente ou se era online. O que aconteceu foi o seguinte. Ela comentou que o Shaw havia convidado elas para uma festinha naquela noite lá na casa.
Só que como já tava um pouquinho frio no Rio de Janeiro, o que que as amigas disseram? que elas não estavam dispostas, que elas queriam ficar em casa, porque tava friozinho, então preferiam ficar por ali. Só que a Marcele acabou indo sozinha. A questão, gente, é que não era um horário normal, tá bom? Assim, nas primeiras horas do dia 12 de junho, já de madrugada, a Marcele pegou a sua bicicleta e foi até a casa onde o Chau estava vivendo, a casa alugada, né? E as câmeras de segurança da região registraram ela chegando lá, exatamente às 2:18 da
manhã. Ela entrou na casa e não saiu mais. E sobre o que aconteceu lá, existem duas versões. E é importante que eu apresente para vocês as duas. A versão da família, que diz que o CH atraiu a Marcele com pretexto da sexta, né, do dia dos namorados, mostrando que provavelmente aquilo era uma armadilha planejada.
E por que isso, gente? Porque a Marcele, ela estava reatando seu relacionamento com a namorada. E muitos acreditam que possivelmente essa atitude do Sha foi tomada por ciúme devido à reaproximação dela com a namorada. Já a versão do Chau que ele vai dar mais à frente, segundo ele, tá gente? Ele disse que a Marcele que mandou mensagem para ele dizendo que iria ter a casa dele e que chegando lá os dois começaram a beber e a fumar, fumar aquela verdinha.
E ali eles ficaram durante a noite até que ele caiu de sono e quando acordou, segundo ele, ela tava sem vida. Mas a verdade, gente, é que depois, com os depoimentos tomados pela polícia, um depoimento se torna muito importante, o depoimento do amigo dele que vivia com ele na casa, aquele chinês que eu mencionei lá para vocês, tá? Que não tem muita informação sobre ele.
O que tem, na verdade, são as informações dos depoimentos que ele deu. Por quê? Porque esse homem afirmou que durante a madrugada ele ouviu barulhos estranhos vindo do quarto do Chau. Ele ouviu tudo, gente. E ele não fez nada. E possivelmente o que ele ouviu foi uma briga. A Marcele lutando pela própria vida.
E esse homem, mesmo ouvindo tudo aquilo, ele decidiu não fazer nada. Ele não ligou para ninguém, muito menos pra polícia, muito menos pediu socorro. Ele ficou lá no quarto dele ouvindo todo aquele barulho enquanto algo muito grave estava acontecendo ali do lado. E segundo ele mesmo, depois de toda essa barulheira, tudo ficou silencioso.
De repente, um silêncio total. Até que às 7:10 da manhã, as câmeras de segurança registraram o Cha saindo de casa, empurrando aquele carrinho coberto com a lona azul que eu contei para vocês lá no início do vídeo. Ele transitou pelas ruas do bairro, sem chamar muita atenção, até chegar naquela casa em obras, onde estavam dois pitbus, a casa que era dele que estava em obra.
E é aqui, gente, que vai surgir a teoria da polícia sobre a premeditação. Mais tarde eu vou detalhar um pouquinho a mais para vocês, mas o que é importante falar aqui, quando ele passou naquele horário, às 7:10 da manhã, né, já tinha um movimento ali, já não era tão cedo. Ninguém achou estranho, né, aquilo, né, aquele homem com aquele carrinho.
Não, gente, não achou. Por quê? Porque aquela cena era uma cena um pouco comum dele, porque ele era um comerciante. Então ele tava sempre andando com aquele carrinho de compras para lá e para cá para fazer compras, para levar pro trailer e assim vai. Então ninguém que passava e via aquela cena sentiu algo estranho naquilo.
E enquanto tudo isso acontecia, o celular da Marcele começou a tocar repetidamente. Por quê? Porque a família dela acordou e percebeu que ela não estava em casa. Então, aonde estava a Marcele? com os questionamentos de onde tava a Marcele já se iniciando ali no início do dia 12, o que que a família fez? Eles procuraram as amigas dela para saber se elas sabiam de alguma coisa.
E aí, gente, foi que elas falaram algo que ninguém esperava, que na noite anterior, né, a Marcele tinha falado que o Chau tinha chamado, chamado tanto ela quanto as amigas para uma festinha na casa dele, festinha que sempre acontecia, tá bom? Só que todas elas não foram porque estavam com frio e não estavam disponíveis naquele momento.
Então a Marcele resolveu ir sozinha. A mãe dela, dona Adriana, quando ouviu aquilo, ela não perdeu tempo. Ela imediatamente ligou pro Chau. E na primeira ligação ele atendeu e diz que a Marcele tinha ido embora ainda durante a madrugada. A dona Adriana disse que ele tava muito tranquilo, sem nenhum sinal de nervosismo, que era realmente um homem muito frio.
Parecia assim que ele não tinha nada a esconder. E aí, depois de um tempo, sem conseguir nenhuma novidade sobre ela, sem ninguém mais ter visto ela depois desse encontro dela com Chau, a dona Adriana ligou novamente para ele. Só que nessa segunda vez ele agiu de uma forma um pouco estranha, com certo descaso.
Ele disse que ele estava dormindo e que depois ele retornaria. A dona Adriana então esperou, mas ele não retornou. Então ela ligou pela terceira vez. E dessa vez, gente, ele disse que ele tava trabalhando na cidade de Deus e que só voltaria para casa na segunda-feira, ou seja, ia passar o final de semana todo fora. Gente, esse homem, ele tava conversando com a mãe dela assim logo depois de ter tirado a vida dela, com uma frieza descomunal, com aquela mesma fala mansa, tá? segundo relatos, mostrando uma tranquilidade que ele sempre mostrava, assim, nada,
aparentemente, segundo relatos, o afetou e isso é realmente algo de assustar, né? Mas até aquele momento a família não tinha certeza de nada. Então, algumas fontes dizem que a família registrou o desaparecimento na polícia, porém, gente, realmente eu não vi nada de movimentação da polícia nesse período, tá? Vocês vão entender, porque tudo que tá documentado mostra apenas a família e os amigos procurando por ela.
Mas aí, gente, chegou a sexta-feira, dia 13, o dia que, de certa forma, confirmou essa inércia da polícia, que assim, a família ela decidiu ir mais fundo, porque, pelo que eu entendi, a polícia não tava fazendo nada. Então, a própria família iniciou as buscas, iniciou a investigação de certa forma e eles foram bem espertos.
O que que eles fizeram? Eles foram em busca das imagens das câmeras de segurança da região. E foi assim que eles viram a M série chegando de bicicleta às 2:18 da manhã na casa do Cha, entrando ali e não saindo mais. E o tchau só saindo horas depois, às 7:10 da manhã e saindo com aquele carrinho, né, com a lona azul cobrindo algo.
E a verdade, gente, é que naquele momento a família sabia, sabia que era Marcele que estava ali, porque tudo que aquelas imagens mostravam era isso. Já que a Marcele entrava na casa às 2as da manhã, ele disse que a Marcele tinha saído no meio da madrugada e não tinha nada nas câmeras de segurança que mostravam isso.
E depois ele saindo misteriosamente com um carrinho às 7 horas da manhã, sendo que ele carregava algo ali. E foi aí que ficou mais do que óbvio que ele estava mentindo e que provavelmente quem estava dentro daquele carrinho era a Marcele, infelizmente. Mas foi nesse momento, gente, que a cunhada da Marcell, que é uma pessoa muito importante nessa história, entrou em cena.
Vocês lembram que eu falei lá no início do vídeo sobre a cunhada, que foi a cunhada que encontrou o corpo da Marcele? Pois é, o nome dessa pessoa é Larissa Oliveira, uma pessoa de muita luz, que realmente estava muito preocupada com a cunhada, que mostrava ter realmente um amor por ela.
Essa pessoa, Larissa, ela na época tinha 24 anos, ela era definitivamente uma pessoa muito determinada e decidiu não esperar pela polícia, que até então parecia não estar se movendo em nada em busca da Marcelli. Então a Larissa começou a fazer a sua própria busca. E o que essa jovem, gente, de apenas 24 anos, fez sozinha é realmente surpreendente.
Agora, gente, com a Larissa determinada a descobrir o que tinha acontecido com a sua cunhada, ela sabia onde procurar, porque as imagens não deixavam dúvidas, mas ela precisava entrar naquela casa e para isso ela precisava de ajuda. Então, ela foi atrás de uma funcionária do Chau que tinha a chave da casa.
E essa mulher, sem ter ideia nenhuma do que de fato as aguardava ali, ajudou. Ela entregou as chaves, só que a Larissa quando chegou lá se deparou com os dois cães pitibus, né? E então ela sabia que daquele jeito não dava para entrar ali. Os cães estavam famentos. Foi quando ela teve a ideia de colocar remédio para dormir em alimentos e jogar pros animais.
Eles comeram e depois de um tempo eles dormiram. Foi assim que a Larissa e algumas amigas que acompanhavam conseguiram entrar. no imóvel. A Larissa, logo quando ela chegou ali, ela se deparou com aquele carrinho, mas lá embaixo, no térrio não tinha nada não, nada demais. Então foi quando ela decidiu ir pro segundo piso e foi lá que ela se deparou com aquela cena terrível.
O corpo da Marcele tava ali coberto parcialmente pela Lona azul. Os cães eles estavam famentos e tinham simplesmente, gente, dilacerado todo o rosto dela e os braços. e não tinha sobrado nada. A Marcele estava irreconhecível, só que ficaram foram outras partes do corpo e o cabelo. E eu não consigo não pensar o que uma jovem de apenas 24 anos teve que passar.
Enfim, o trauma que ela adquiriu ao ver aquela cena, ao ver aquela cena porque ela sabia que ela tinha que fazer alguma coisa. sem falar no peso que ela começou a carregar consigo, que cabia ela, né, noticiar paraa família o que que ela tinha descoberto. Infelizmente, a mídia não especifica como isso aconteceu, mas é bem óbvio, né, que foi realmente muito traumatizante.
Depois da notícia se espalhar, a polícia, obviamente foi chamada, chegou, isolou a área e aquilo foi um grande impacto na região. Todos ficaram sabendo o que tinha acontecido, que aquela jovem, né, que todo mundo gostava, tinha sido encontrada do pior jeito possível. E junto com os policiais, os legistas também compareceram ao local e levaram o corpo da Marcelle.
O reconhecimento teve que ser feito, gente, no IML pela tia avó dela, a Cláudia Luciana. E, infelizmente, ela só conseguiu fazer esse reconhecimento pelos cabelos da Marcelle. Vocês lembram que eu falei que o cabelo ia ser algo muito importante na história simplesmente porque não sobrava mais nada na face dela. A situação do corpo era tão grave que o velório teve que ser feito com um caixão fechado.
A família não pôde se despedir do jeito que todos gostariam. E no dia 16 de junho, no cemitério de Irajá, amigos, familiares e a comunidade em geral ali tavam lá para prestar sua última homenagem, para se despedir daquela menina que teve sua vida tirada de forma tão precoce. E foi a partir dali, gente, que começou a comoção.
As pessoas começaram a pedir justiça pela Marcelle. A mídia também começou a dar mais repercussão pro caso, principalmente porque o suspeito tava foragido e ninguém sabia onde ele tava. E somente agora com a descoberta do corpo que as buscas pelo chal se iniciaram de verdade oficialmente. Não só eram feitas agora pela família e os amigos que estavam procurando por ele.
Agora finalmente a polícia também tava. E logo a polícia e os familiares e todos que estavam indo atrás de respostas começaram a descobrir coisas realmente muito importantes que também, gente, podem demonstrar premeditação desse crime, porque o Cha ele teve atitudes antes e depois do crime que são, no mínimo, muito suspeitas.
Olhem só, foi descoberto que pouco tempo antes do crime o X, ele já tava fazendo vendas de seus pertences, incluindo o trailer, o negócio que ele passou tantos anos construindo, tantos anos trabalhando, né, para construir toda aquela clientela. E isso de fato foi um elemento que fez com que a polícia passasse a considerar que o crime possa ser premeditado.
Porque um homem que age assim por impulso, ele não vende, né, o próprio negócio de tantos anos, eh, sem mais nem menos, quando ninguém sabia, na verdade, dessa intenção dele. E tem mais, a polícia também constatou que aqueles dois cachorrinhos, aqueles dois pitbulls, né, eles haviam sido adquiridos, né, porque eles não são objetos pelo chaco tempo antes do crime.
Aqueles cachorros, eles não estavam ali antes. Ele levou os cachorros para ali e a intenção, segundo as investigações, era que eles devorassem o corpo da Marcé, o que, de certa forma, mostrava alguma premeditação. Agora, bora pros atos dele depois do crime, tá? Ele depois que tudo aconteceu, pegou a bicicleta dela, o celular, né, e as roupas dela e jogou tudo no rio.
Com esse ato ele queria pagar qualquer rastro que o ligasse ao desaparecimento dela. E aqui, gente, aparece mais um detalhe que eu realmente preciso falar, porque essa questão das roupas deixa um buraco muito grande nessa história, porque o CH em depoimento diz que eles nunca tiveram relação, nem antes, nem durante, eh, infelizmente a mídia não divulga se ela foi abusada, sabe? Tem uns buracos assim, no caso, nessa investigação, pelo menos na divulgação da imprensa, que deixam os buracos que são inadmissíveis para uma investigação,
né? Mas pelo menos pra gente não chegou, então não consta nada se ela foi abusada. Mas o que a gente sabe é que ela tava sem roupa quando ela foi encontrada e que ele jogou essas roupas no rio. Qual o sentido disso se não houve abuso? Não esquecendo, antes do crime, ele também vendeu um aparelho celular, que vai ser muito importante na história, e depois do crime, ele vendeu o tablet dele para um amigo.
E foi com todas essas vendas que ele pegou o dinheiro e sumiu. Só que o que acontece? A polícia começou a considerar que provavelmente ele tivesse saído do país, já que ele era um estrangeiro, certo? Mas a verdade que ele tava muito mais perto do que se imaginava. Só que ninguém ali sabia disso. E enquanto isso, tudo ia acontecendo, as investigações e os familiares também iam buscando por pistas.
Mais uma vez, a família da Marcé foi muito importante nessa história, no elucidar dessa história. Uma tia dela, tá, foi atrás de duas pistas muito importantes. A primeira foi o celular que ele tinha vendido, lembrem que eu acabei de falar, e depois o tablet. Esses equipamentos eles ainda estavam conectados com o equipamento que ele tinha consigo.
E assim, gente, eles conseguiram rastrear a localização dele através desses equipamentos. E com essa informação, a família foi mais uma vez até a polícia e informou a polícia que o CH, na verdade, tava em São Paulo. E foi assim que a Polícia Civil de São Paulo, conjuntamente com a delegacia de homicídios do Rio de Janeiro, fizeram uma operação em conjunto.
E no dia 16 de junho, uma segunda-feira, no mesmo dia em que a Marcele estava sendo sepultada, tá bom? O cha ele foi abordado pela Polícia Paulista em Carapicuíba, na grande São Paulo. E sabe o que ele fez quando ele foi abordado? Ele fingiu, gente, que ele não entendia nada, que ele nem sabia falar português direito. Ele fingia que não entendia o que os policiais estavam falando para ele.
E a gente sabe que ele sabia sim, porque ele já morava 10 anos no país e a polícia também sabia, ou seja, todo mundo sabia que ele tava comprometido até o pescoço. E no dia 17 ele foi transferido de volta pro Rio de Janeiro e chegou na delegacia por volta das 11 da noite. No dia seguinte, no dia 18 às 10 da manhã, ele prestou o seu depoimento.
E no depoimento, gente, ele realmente usou todo o óleo de peroba que era possível, tá bom? Porque a cara de pau realmente foi descomunal. Primeiro ele diz que ele não lembrava de nada do que tinha acontecido naquela noite. Depois, conforme ele foi sendo pressionado, ele foi lembrando aos poucos. Diz que foi a Marcele quem mandou mensagem para ele dizendo que iria ter a casa dele, que fal eles beberam, fumaram, como vocês já sabem que eu falei a versão dele lá no comecinho para vocês, e que eles dormiram e de repente quando ele acordou
a Marcele estava sem vida e com uma marca roxa no pescoço. Quando perguntaram a ele se ele havia enforcado ela, ele disse que se lembrava vagamente que sim. Ele tentou colocar a culpa no álcool e na droga. E então quando ele viu aquela cena, né, ele simplesmente deduziu que ela não vivia mais. E por medo tanto da justiça quanto da do tribunal do crime, digamos assim, né? Ele decidiu se livrar do corpo dela para poder tentar fugir.
Ele revelou também que ele cogitou em separar o corpo dela e jogar as partes no rio, mas mudou de ideia. E foi aí que ele decidiu colocar ela no carrinho, cobrir de lona e levar até a casa de obras, onde seus cães estavam lá famintos. Mas ele negou, ele negou totalmente ter tido qualquer tipo de relação com ela antes ou durante essa noite e disse que, de fato, eles eram só amigos.
Enfim, gente, o que se sabe é que depois, né, que o advogado chegou, ele resolveu calar a boca e não falou mais absolutamente nada. Mas aí, por mais que ele não falasse, tinha uma outra pessoa, uma testemunha chave que revelou tudo pra polícia. Olhem só o que aconteceu durante a fuga. O chal ele entrou em contato com uma ex dele e simplesmente revelou tudo que ele tinha feito. Ele confessou tudo.
E essa pessoa, essa mulher, ela entrou em contato com a família da Marcele e contou tudo. E a família da Marcele contou tudo pra polícia, sem falar num amigo chinês, né, que também deu seu depoimento e contou tudo que havia ouvido naquela noite sem ter feito nada. E por isso, gente, esse homem foi indiciado por omissão de socorro, porque ele ouviu uma jovem sendo morta bem ali do lado dele e não fez absolutamente nada.
E isso, felizmente não é aceito pelo Código Penal Brasileiro. Agora bora paraa parte de como é que ficou o lado jurídico desse crime, né? O CHA foi indiciado no dia 1o de julho de 2025 por feminicídio e ocupação de cadáver. Ele se encontra hoje preso e em novembro, né, do ano passado, ocorreu a primeira audiência de instrução e julgamento, mas o julgamento pelo júri popular ainda não tem data marcada.
E devido a isso, eu resolvi trazer o caso, porque a gente sabe como funciona a justiça, não só do Brasil, mas de qualquer outro lugar. Acabei de gravar um caso dos Estados Unidos que foi a mesma coisa, tava marcado agora para dia primeiro de junho, eu esperei até o dia 3, foi remarcado para setembro, depois vai ser remarcado provavelmente para outra data.
Então, às vezes a gente quer esperar o julgamento final, mas vai saber, acontece daqui a 1 ano, 2 anos, até 10 anos, 20 anos. acontece, gente. Então, às vezes a gente quer dar voz para uma vítima e espera, né, que o julgamento seja marcado para trazer o caso total, né, com o desfecho, mas, infelizmente não acontece no tempo que a gente quer.
Mas o que eu posso dizer para vocês que é certo que a acusação ela sustenta, tá, que o crime foi premeditado e as investigações apontam para isso. Então, provavelmente essa vai ser a linha de acusação contra o CH, que ele tá envolvido até o pescoço, todo mundo sabe, a gente só não sabe qual vai ser realmente o veredito final.
Então, gente, antes de eu terminar, eu preciso realmente falar algo que me deixou muito inquieta nesse caso, porque esse crime para mim, ele não começou na madrugada, no dia 12 de junho, ele começou muito antes. Ele começou quando um homem adulto conheceu uma menininha de 12 anos e passou a alimentar durante anos uma obsessão por ela em silêncio.
Enquanto frequentava a casa dela como um bom amigo, sendo recebido pela família dela, assim como foi recebido por várias outras famílias ali no bairro. Ele foi recebido como alguém de confiança, sendo que ninguém sabia da onde aquele homem vinha, quem era aquele homem de verdade. E é aí, gente, que eu quero trazer uma coisa um pouco mais pessoal aqui para vocês, porque eu tenho um certo lugar de fala para falar sobre esse assunto.
E esse, de fato, é um daqueles momentos que eu gosto muito, porque vocês me conhecem através dos casos, mas de vez em quando eu gosto de trazer um pouquinho de mim sobre quem eu sou para que vocês também possam conhecer a Mirla. Aí eu sempre tento fazer analogias e panoramas com experiências minhas, com alguns casos, às vezes experiências que nem são minhas, mas que eu conheço, certo? Isso porque vocês me dão tanto carinho que parece justo que vocês saibam um pouquinho de quem eu sou. Fora a narradora de casas
criminais, eu já morei fora do Brasil três vezes. Morei em Lisboa, morei em Amsterdã. E por último agora vocês sabem que eu morei 8 anos nos Estados Unidos. anos que eu cheguei no Brasil tem só 5 meses. Mas antes de tudo isso, quando eu era bem novinha mesmo, eu tenho familiares na Holanda, holandeses, e em uma viagem acabou acontecendo de eu conhecer um holandês.
E a gente se apaixonou, eu tinha 18 anos na época, eu era uma menina e ficamos noivos por 5 anos. Mas o que que eu quero dizer para vocês? Quando meu ex vinha pro Brasil, eu podia perceber, ainda muito nova, mas percebia um acolhimento muito grande que ele recebia por parte dos meus amigos, dos meus familiares e até de pessoas estranhas.
Era uma receptividade muito calorosa, generosa, completamente aberta. E isso é realmente lindo, gente. Isso é uma das coisas mais bonitas, inclusive na nossa cultura brasileira. Quem dera que todas as culturas do mundo fossem assim, fossem tão abertas e felizes e receptivas e amigáveis, né? Mas esse mesmo acolhimento, essa mesma abertura também traz um ponto de vulnerabilidade que a gente precisa reconhecer.
No meu caso, todo mundo conhecia a procedência do meu ex-noivo, sabia a família da onde ele veio, quem ele era, com quem ele trabalhava, sabia a vida dele no país de origem. E eu digo mais, isso não vale só para estrangeiro, vale para pessoas que vêm de outros lugares que você não conhece mesmo. Vale para qualquer pessoa.
Alguém que de repente aparece na nossa vida e começa a frequentar a nossa casa, que a nossa família passa a chamar de amigo, mas que a gente não sabe da onde essa pessoa veio, não conhece ninguém, não conhece família, amigos, nada. E isso é uma bandeira vermelha, porque a gente não sabe da onde essa pessoa vem e não sabe qual é a verdade dessa pessoa, assim como foi no caso de hoje do Shal.
Porque ninguém sabia, gente, o que ele tinha deixado para trás lá na China. E a família da Marcele pagou um preço devastador por isso. Então, o que eu quero deixar aqui para vocês como alerta, não é o medo, não, tá? Não é que a gente passe a desconfiar do mundo, não é isso. É somente a atenção. É olhar um pouquinho mais cuidadosamente para quem entra na nossa vida, para quem a gente coloca para conviver com os nossos filhos.
Simplesmente, gente, porque a maldade ela não avisa, ela chega devagar, com paciência, construindo confiança naquele ritmo, né? Tijolo por tijolo, às vezes passa anos, como foi o caso do Chau, até que um dia a máscara cai. Então eu acho que não custa nada a gente ficar de olho, a gente olhar as entrelinhas e não deixar qualquer pessoa entrar no nosso ciclo, não.
É bom, é bom dar uma pesquisada antes, é bom saber ter certezas. E é isso, esse foi o alerta de hoje, tá bom? Assim que tiver uma atualização sobre o caso, sobre o julgamento e, por favor, sobre a sentença, eu vou colocar no comentário fixado e também na comunidade aqui do canal, tá bom? Eu espero que esse tenha sido um grande alerta para vocês, para vocês se cuidarem, se cuidem, se amem, tomem cuidado. E é isso, gente.
Esse foi o fato início de hoje. Eu espero que vocês tenham gostado da forma com que eu passei a informação, tá bom? E se gostaram, deixa seu like e estejam aqui no próximo vídeo. É isso. Recebam um grande beijo e até o próximo fato sinistro.