Sebastião e Virgínia contratam Carrapato para sabotar o desfile e o atelier de Lúcia, sem imaginar que Aurelinda vai descobrir todo o plano. A menina terá uma ideia genial. Quando Virgínia soltar gargalhadas e dar início na armação, ela nem imagina o que estará à sua espera. A garotinha gêa terá preparado uma surpresa pra irmã.
Isso acontece depois que Sebastião chega na igreja com uma fisionomia assustada depois do pedido que Virgínia fez. Preocupado, padre Viriato pergunta: “Aconteceu alguma coisa, meu filho?” Trêmulo, Sebastião responde: “Eu preciso me confessar, padre. Eu estou prestes a fazer algo muito ruim e não sei como impedir. Ao perceber que a situação é mesmo séria, Viriato o leva até o confensionário interno e se esquece que Carrapato está no cômodo ao lado.
Momentos depois, Aurelinda entra na igreja e começa a procurar pelo padre. De repente, ela escuta vozes vindo do confessionário e, em respeito, pensa em voltar outra hora. Quando a menina se vira em direção à porta, ela escuta a voz do padre gritando: “A Virgínia te pediu o quê?” Assustada, Aurelinda olha em direção ao confeccionário.
A minha irmã, o que ela fez dessa vez? Movida pela curiosidade, ela se aproxima da porta e começa a escutar. Mas o que ela não imagina é que Carrapato teve a mesma ideia e está ouvindo tudo de dentro da sacristia. Metros dali, Sebastião chora e diz: “Ela me pediu para contratar um cangaceiro. Ela está fora de si, mas o pior de tudo é que eu não consigo dizer não para ela.
” Não conseguindo ser imparcial, o padre questiona, mas por que ela quer contratar uma pessoa perigosa? O que ela pretende fazer? A Aurelinda se aproxima ainda mais da porta, tentando escutar a resposta, mas se frusta ao perceber que Sebastião está coxixando. Simultaneamente, Carrapato abre um largo sorriso e fala: “Eita, nós! Parece que a oportunidade de faturar uma grana está caindo nas minhas mãos.
Isso só pode ser uma obra divina.” Dentro do confessionário, Viriato afirma: “Você me procurou porque tinha dúvidas sobre o que fazer e você também sabe qual é a minha opinião sobre isso. Então, por favor, meu filho, não peque, não faça mal algum. Fuja de Virgínia enquanto há tempo. Ao escutar o nome de sua irmã, Aurelinda logo percebe o que pode estar acontecendo.
Momentos depois, [música] Sebastião sai do confessionário e encontra a igreja vazia. O padre se despede e fala: “Se lembre do que conversamos. Você tem uma boa alma, Sebastião. Não deixe que o mal o atende. O rapaz sai se sentindo um pouco mais leve da igreja e se prepara para dizer [música] à Virgínia que não fará o que ela está pedindo.

Quando de repente ele sente uma mão tapando a sua boca e o puxando para um beco. Seu coração bate mais forte. Sua ansiedade vai às alturas, mas o seu senso de defesa [música] não consegue reagir a tempo. Quando a pessoa o solta, Sebastião olha para trás. Ele se alivia por o segundo. Padre Viriato, que susto! O homem retruca.
Eu não sou Viriato, eu sou o irmão gêmeo dele. Pode me chamar de carrapato? Sebastião volta a se desesperar. Carrapato! O cangaceiro foragido do bando de Belarmino. Ainda mais assustado, ele se ajoelha e diz: “Não faz nada comigo, pelo amor de Deus”. Carrapato revira os olhos. “Eu não vou fazer nada com você, cabra. Você não tava procurando um cangaceiro? Eu tô aqui.
” Ainda ajoelhado, o rapaz o encara. O quê? Como você sabe disso? Carrapato segura a gola da camisa de Sebastião e o levanta com muita facilidade. Isso não importa. Avisa sua namoradinha que eu aceito o trato. Tremendo dos pés à cabeça, Sebastião afirma: “Mas eu mas eu não quero mais me envolver nisso.” Carrapato o encara com um olhar [música] intimidador e afirma: “Isso não foi um pedido.
E não tente me engambelar, rapaz. Eu já decorei cada detalhe nessa sua carinha medrosa. Um pouco mais tarde, Sebastião vai até a casa de Virgínia. Ele tenta conversar com ela ali na sala, mas a vilã encara para sua irmã e fala: “Aurelinda, vai para o seu quarto.” A menina diz: “Nem pensar. Acha que eu vou deixar você sozinha com um rapaz?” Revirando os olhos, Virgínia comenta: “Quer saber? Vamos conversar ali na rua, Bastião.
Assim teremos mais privacidade. Assim que os dois se afastam, a Orelinda pega um binóculo e corre até a janela. Eu posso não escutar nada, mas ainda bem que eu sou ótima em leitura labial. Usando seu binóculo, a menina começa a vigiar a conversa que está acontecendo do outro lado da rua, [música] tentando se concentrar ao máximo.
Ela tenta traduzir o que sai da boca de Virgínia. Dinheiro, banco, atelier. De repente, ela arregala os olhos. Fogo! Assustada, ela derruba objeto no chão, fazendo um barulho que ecoa por toda a sala. Nesse momento, Marta se aproxima e pergunta: “Filha, o que aconteceu? Você está pálida, desesperada?” [música] Aurelinda responde: “Mamãe, a Virgínia vai fazer algo muito ruim contra a Lúcia.
Descrente, Marta diz: “Não vai fazer nada, minha filha. Ela já prometeu que está fazendo de tudo para conquistar a confiança de Lúcia.” Aurelinda insiste, é claro que está, para poder trair logo em seguida. Você tem que me escutar, mamãe? Fechando o semblante, Marta diz: “Chega, eu sei muito bem o que está tentando fazer, mas essa richa de irmão não pode fazer você duvidar do caráter e da boa vontade de Virgínia.
Eu não quero mais ouvir você falando essas coisas. Está me escutando?” Abalada, Aurelinda deixa as lágrimas escorrerem e sai às pressas de casa. Ao sair na rua, ela percebe que Virgínia e Sebastião não estão ali, mas não são eles que ela está procurando. Nesse meio tempo, Lúcia conversa com Teresa no atelier.
O que a senhora está achando da Virgínia, tia? Teresa dá de ombros. Até que ela está se esforçando. Está ensinando as moças a desfilarem. está tendo ideias para o vestido, mas eu não confio nadinha nela. Lúcia confirma. Eu também não. Eu só aceitei que ela se envolvesse no desfile para não causar escândalos. Mas eu confesso que eu estou com medo de que ela tente algo contra nós.
Nesse momento, Aurelinda aparece e Ofegante pergunta: “Estão falando de Virgínia? Porque eu sei muito bem o que ela está aprontando. Lúcia e Teresa se entreolham surpresas e a mocinha pergunta: “Sabe?” Aurelinda responde: “Quer dizer, sei e não sei. Eu fui na igreja e a menina continua a contar tudo que sabe e se lembra de cada palavra que conseguiu traduzir nos lábios de Surma.
” Em choque, Lúcia questiona, como é que é? Ela quer contratar um cangaceiro para reduzir o meu atelier às cinzas. Teresa pergunta: “Mas onde que ela vai encontrar um homem desses?” Aurelinda responde. Pelo que ela estava conversando com o Sebastião, já conseguiram encontrar. De repente, elas escutam uma voz: “Boas tardes! Surpresas! [música] As três olham para trás e vem carrapato vestindo uma batina.
Abrindo um sorriso, Lúcia diz: “Padre Viriato, que surpresa te ver aqui. Posso te ajudar?” O homem começa a olhar cada detalhe do lugar e mal escuta a pergunta da mocinha. Desconfiada, aurelinda pergunta: “Padre, o senhor está bem?” Mas ao se aproximar demais, ela sente um forte cheiro e tampa o seu nariz com as mãos. Credo, caiu no lixão, foi? Lúcia e Teresa também sentem aquele cheiro e desviam o rosto tentando procurar algum ar fresco.
Irritado, Carrapato pergunta: “Mas o que é isso? Será que não respeita um homem que usa vestidos?” Teresa retruca: “Isso é uma batina, padre.” Desconcertado, Carrapata diz: “É claro que eu sei que isso é uma batina. o que faz a sua falta de educação ser ainda maior. Engolindo em seco, Lúcia questiona, mas o que o senhor veio fazer aqui? Carrapato responde: “Eu já consegui o que eu quero. Vejo você em breve.
” Enquanto sente um arrepio, Lúcia vê o homem saindo com um sorriso no rosto e percebe que tem algo de errado. Aurelinda a [música] encara. Está pensando o mesmo que eu? A mocinha responde: “Aquele não é o padre Viriato.” Confusa Teresa pergunta: “Mas como não? Confesso que ele está estranho, mas o rosto é dele.” Aurelinda comenta: “Se eu tivesse louca o suficiente, diria que o padre Viriato foi pago pela Virgínia para acabar com esse lugar.
” Em choque, Lúcia diz: “Espera, e se aquele for o tal cangaceiro? Ainda mais confusa, Teresa retruca. Mas como é impossível ter um disfarce tão bom, ao ponto de se parecer exatamente com outra pessoa? Inquieta, Lúcia caminha de um lado para o outro e fala: “Bom, de uma coisa sabemos. Virgínia vai tentar agir contra nós, mas não sabemos quando.
Aurelinda diz: “Só pode ser no dia do desfile. É por isso que ela quis desfilar para que não suspeitem dela.” Lúcia arregala os olhos. É claro, é o álibe perfeito. Teresa comenta: “E contratar um cangaceiro deixa tudo ainda mais crível. Ninguém suspeitaria de que Virgínia contrataria um homem como esse. Decidida, Lúcia ergue a cabeça e afirma: “Eu estarei preparada.
Ela pode tentar, mas não vai conseguir me derrubar. E Aurelinda, eu preciso da sua ajuda.” A menina sorri. É claro. Eu faria qualquer coisa para mostrar para a mamãe que ela sempre esteve errada em confiar na Virgínia. Um tempo depois, chega o dia do desfile. Durante o dia, a vilã ajeita os últimos detalhes com carrapato e realiza o pagamento necessário.
Lúcia vai até o Grêmio Recreativo e começa a preparar as modelos, [música] mas todas percebem que ela está um pouco tensa. Ana Maria a leva para um canto e pergunta: “O que está acontecendo? Não precisa esconder nada de mim.” Olhando para os lados, Lúcia responde: “Eu acho que vai acontecer alguma coisa no atelier, mas eu não posso deixar as coisas sozinhas aqui.
” Ana Maria diz: “Adiante o discurso de início e vá para lá. Nós já estamos bem preparadas. Vamos saber como entrar e sair na hora certa.” Momentos depois, Lúcia [música] sobe na passarela ao lado de Teresa e recebem os aplausos da plateia lotada. De forma rápida, Lúcia faz o seu discurso e dá início ao desfile. Quando Virgínia aparece usando um dos mais belos [música] vestidos da noite, Lúcia pisca para Aurelinda e sai pelos fundos.
Enquanto o evento continua, Lúcia corre pelas ruas e fica aliviada ao ver o atelier ainda intacto. Mas [música] ao se aproximar, ela vê a porta aberta e se desespera. Enquanto isso, Aurelinda começa a ficar inquieta [música] e Marta diz: “Por favor, pare com isso. Deixe-me ver o desfile em paz.” De forma dramática, a [música] Orelinda fala: “Mamãe, pegue a Virgínia e vamos embora.
Por favor, eu sei que uma coisa muito ruim está acontecendo.” Ao perceber o desespero no olhar de Aurelinda, ela decide acatar o seu pedido. Nesse meio tempo, Lúcia entra no atelier e encontra carrapato com um fósforo aceso nas mãos. Desesperada, [música] ela grita: “Pare, por favor, não faça isso!” O homem se vira, ora, ora, se não é a dona do atelier.
A mocinha insiste. Eu sei que você é o irmão do padre Viliato. Se você me prometer que Carrapato revira os [música] olhos e fala: “Eu detesto lamuras. Já é tarde demais, costureirinha”. Nesse momento, ele solta o fósforo como se fosse em câmera lenta. Lúcia vê o fósforo caindo em cima de uma poça de [música] um líquido transparente.
Ela solta um grito quando a primeira chama aparece e Carrapato abre um sorriso ainda maior, mas de repente a chama se apaga. Confuso, o homem pergunta: “Ué, mas o que aconteceu?” As luzes se acendem. Carrapato se congela. Tonio aparece e afirma: “Debaixo desses carpetes tem areia. Muita areia encharcada. Fogo nenhum ia se alastrar.
[música] Ao perceber que não terá como colocar o plano em prática, Carrapato começa a correr. [música] Ton vai atrás dele e consegue derrubá-lo na rua. Furioso, o mocinho grita: “Quem mandou você fazer isso?” Vamos, confesse. Desesperado, Carrapato aponta para um lado e responde: “Foi ela! Metros dali, Virgínia, Marta, Diógenes e Aurelinda assistem [música] toda aquela cena.
E Carrapato continua: “Foi Virgínia, ela me pagou 20 contos de réis”. Aurelinda abre um sorriso. Virgínia congela. [música] Marta sente suas pernas fraquejarem. Em choque, Diógenes pergunta: [música] “20 contos de réis, mas foi o dinheiro que você me pediu para ajudar na escola de dona Vera?” Em pânico, Virgínia diz: “Eu eu posso explicar.
” Lúcia se aproxima. Essa eu quero ouvir. Porque você passou dias fingindo ser uma boa pessoa para que ninguém desconfiasse quando um cangaceiro destruísse o meu atelier. Mas é claro que a sua intenção nunca foi ser boa, mas usar a bondade como álibe para o mal. Perdendo a cabeça, Marta [música] segura o braço de Virgínia e diz: “Eu não estou acreditando nisso.
Todo mundo tentou me alertar, mas como eu fui burra! Burra! Mas agora acabou. Eu nunca mais vou confiar em você. Nesse momento, o delegado aparece e Tonio entrega carrapato nas mãos dele. Revoltado, Diógenes diz: “Pode levar essa daqui também, delegado?” É em choque, Virgínia pergunta: “Papai, você teria coragem de prender a sua filha?” Sem conseguir encará-la, Diógenes responde: “No momento eu só tenho uma filha, Aurelinda, eu não te reconheço mais quando delegado algema Virgínia.
Marta se afasta dela e a vilã percebe que está sozinha. Ela olha para Lúcia e berra. Isso vai ter volta. Eu vou me vingar. Lúcia diz. Pode tentar, mas você já percebeu que sempre vai perder. Ao ver a sua filha sendo levada, Marta começa a chorar. Diógenemes a abraça e os dois vão para casa muito abalados.
Aurelinda começa a segui-los, mas se vira e pisca para Lúcia, que abre um sorriso como forma de agradecimento. O que você achou da atitude da Aurelinda em dizer para Lúcia tudo o que Virgínia pretendia fazer com ela? Que nota de 0 a 10 você acha que ela merece? Coloque sua resposta aí nos comentários. Clique no botão de gostei para continuar recebendo mais vídeos da novela.