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A MÃE DEMONÍACA: Filho de 4 Anos Torturado Até a Morte com 23 Lesões, e Ela Tira Selfie Sorrindo e Vai ao Salão de Beleza Antes do Enterro!

A MÃE DEMONÍACA: Filho de 4 Anos Torturado Até a Morte com 23 Lesões, e Ela Tira Selfie Sorrindo e Vai ao Salão de Beleza Antes do Enterro!

Porque a gente vive numa sociedade patriarcal em que a primeira culpada sempre vai ser apontada à mulher. Porque se fosse um pai, talvez ele não teria sido nem processado. Exatamente isso que você acabou de ouvir. >> A senhora tinha que cuidar do seu filho e não cuidou. >> Recentemente, a juíza, contrariando uma ordem do Supremo Tribunal Federal, revogou a prisão de Monique.

>> Esse é um dos casos mais rebotantes da história recente do Brasil. Um crime bárbaro que parou o país e fez milhões de pessoas se perguntarem como que a gente chegou nesse ponto. Mas o que estava ruim ficou ainda pior, porque as pessoas, além de se revoltarem com o crime, elas ficaram indignadas com o julgamento.

 Numa noite de março de 2021, um menino foi torturado até a morte no apartamento no Rio de Janeiro. Um menino de 4 anos, 23 lesões no corpo, segundo o laudo do ML, 4 anos de idade, e a mãe estava lá acordada no mesmo apartamento naquela mesma noite. O Juri olhou para tudo isso e reconheceu ela também foi responsável.

 E aí, instantes depois da condenação, uma juíza pegou aquela decisão e com uma canetada transformou em nada. O padrasto Jairinho, autor principal da morte da criança, pegou 43 anos e 9 meses. Pena justa e merecida. A mãe, a Monique, que estava lá no mesmo lugar, na mesma hora, recebeu perdão judicial, foi para casa, saiu pela porta da frente sorrindo, dois adultos, um apartamento, uma criança morta e só um respondeu pelo crime.

 Na teoria, a justiça tem olhos vendados para não enxergar quem é o réu. É dessa forma que um tribunal sério deveria agir. Mas naquela sala alguém levantou essa venda só o suficiente para ver apenas uma coisa, o gênero do acusado. E a partir daí tudo mudou. Chamaram de patriarcado, de misoginia, chamaram de cobrança que a sociedade fez só com a mãe.

 Usaram todas as palavras bonitas do dicionário  militante, menos uma, o nome do menino Henri. Transformaram a morte de uma criança inocente em palanque ideológico, em militância, em guerra entre sexos. O que era para ser uma condenação séria se transformou em uma manobra jurídica para proteger uma criminosa. A juíza inverteu a pergunta que fez dentro do júri para virar o resultado.

 Ela reformulou a pergunta aos jurados depois que eles já tinham voltado. Mudou uma palavra e com isso mudou todo o resultado do processo. O juuri tinha uma pergunta na frente. A omissão da acusada foi dolosa? Dolosa significa que ela sabia que ela tinha consciência do que estava acontecendo com o filho dela e mesmo assim não agiu.

 Quatro votos a três. Sim, foi dolosa. Naquele instante a Monique estava condenada por um crime equiparado a ido. Décadas de cadeia, regime fechado. E foi exatamente aí que a juíza parou todo. O Conselho de sentença reconheceu a materialidade, a autoria e reconheceu que Monique agiu por força de dolo eventual. Entretanto, a juíza, ao perceber que Monique tinha sido condenada, criou uma situação e colocou novamente a questão para ser votado.

>> Ela olhou pro resultado que os jurados tinham acabado de dar e disse que tinha errado na formulação da pergunta. E logo em seguida perguntou novamente: “A omissão foi culposa?” Culposa significa descuido, sem intenção. O júri respondeu de novo: “Mesmo placar. 4 a tr.

 Uma única palavra de dolosa para culposa. E essa mudança de palavra no meio de um processo de horas e para piorar palavras que são parecidas na pronúncia foi o suficiente para mudar todo o resultado do julgamento. E ainda tem mais. Antes de tudo isso, os jurados já tinham respondido a uma outra pergunta, se queriam absolver a Monique, perdoar ali mesmo.

 E eles disseram que não. A partir daquele momento em que o juiz não, acabou. A juíza não pode mais se sobrepor à decisão do povo da bancada. O júri disse que ela foi responsável, o ju disse que ela não merecia ser absolvida. E mesmo assim a caneta de toga reescreveu o final. >> Criou uma situação e colocou novamente a questão para ser votada.

 Agora você pode pensar, foi um erro, a juíza teve um pequeno descuido no calor do momento. Só que aí você lembra que existe um vídeo gravado lá em 2021, anos antes do julgamento, em que a mesma juíza já aparece defendendo Monique. Já falando que a gente vive numa sociedade patriarcal, onde a primeira culpada apontada é sempre a mulher, dizendo que o ódio contra Monique era inexplicável.

e questionou porque tanto ódio nela e no Jairinho não >> é um ódio profundo a ela, que na minha opinião é inexplicável, porque ela é alvo de maior ódio do que Jairinho, por exemplo. Não consigo entender isso. >> Ou seja, não foi uma juíza surpreendida pela emoção do júri. foi alguém que já tinha escolhido um lado 4 anos antes de bater o martelo.

 E esse padrão já vinha se repetindo. Ela concedeu prisão domiciliar a Munique e os assistentes de acusação tiveram que furar uma súmula do Supremo só para conseguir prendê-la de novo. Mais pra frente, contrariando uma ordem do próprio STF, ela soltou Munique mais uma vez e de novo a acusação teve que recorrer para prendê-la.

 Enquanto a acusação brigava para manter presa, a juíza soltava. Enquanto o Supremo mandava prender, a juíza contornava. Enquanto o país inteiro via uma criança morta, ela enxergava uma vítima do patriarcado. Imagina um juiz de futebol que no meio do jogo tira o apito, veste a camisa de um dos times e começa a jogar.

 Não tem como um outro time ganhar. O jogo já está decidido [música] antes de começar. Juiz não torce, juiz não defende, juiz não comemora [música] resultado. Quem faz isso é advogado fantasiado de juiz. Enquanto Monique não teve uma posição favorável, a juíza não se deu por satisfeita. >> Toda a decisão da juíza se apoia numa única imagem.

 Uma mãe em luto, destruída, perseguida por uma sociedade machista que cobra dela a perfeição. Ela quer pintar uma história linda e comovente, [música] mas quem era Munique fora daquele tribunal? O que ela fez horas depois do filho morrer? Horas depois do filho morrer, dentro da delegacia, a Monique tirou uma selfie sorrindo e segundo o que foi apurado nas investigações, ela pressionou a Babar para pagar mensagens.

 Mensagens essas que comprovam que ela sabia das agressões. A mesma babar que contou que Henri saía mancando do quarto onde Jairinho ficava perto dele com a porta fechada, foi essa que ela pressionou para apagar essas mensagens. Uma mãe em luto não apaga as provas. Uma mãe em luto não tira self sorrindo na delegacia.

 E tem mais, antes do enterro do próprio filho, a Monique arrumou tempo e disposição para passar a tarde inteira no salão de beleza. E antes de sentar no banco dos réus, ela foi flagrada comemorando num bar com camisa do Flamengo, feliz e celebrando mais um título. Luto não combina com salão de beleza. Luto não combina com cerveja gelada no bar, mas combina perfeitamente com quem está mais preocupada em salvar a própria pele do que chorar pelo próprio filho.

 E tem um detalhe nessa história que chamou bastante atenção. Ela aceitou ser defendida pelo advogado de Jaerim, ou seja, combinou uma versão da história com o homem acusado de matar o próprio filho dela. E só lá na frente, no julgamento, virou e acusou ele. Uma mãe que perdeu o filho de verdade grita por justiça desde o primeiro minuto.

 E ela não, ela simplesmente negociou com suspeito. Agora, junta tudo isso, você acha que de fato ela merecia esse perdão? Você acha que o Júri perdoaria isso? >> [música] >> Por isso que inicialmente ela tinha sido condenada, mas fizeram uma manobra para inocentá-la. Transformaram a cúmplice do assassinato do próprio filho em vítima do patriarcado, da misia.

 [música] E a verdadeira vítima em defesa daquela história, uma criança de 4 anos com 23 lesões, foi simplesmente ignorada. O pai do Henry, o Leniel, resumiu tudo numa frase que emociona qualquer um. Ele disse que mataram o filho dele três vezes. A primeira foi naquela noite de março, a segunda nos anos de adiamento e a terceira no dia que uma juíza decidiu que a dor de uma mãe valia mais do que a vida de um menino que ela tinha um dever de proteger.

 Esse caso revela uma verdade que muita gente finge não enxergar. A justiça desse país tem lado. Pegaram o caixão de um menino de 4 anos, levantaram e fizeram da morte dele um palanque ideológico. Transformaram a morte de Henri numa bandeira que ele nunca pediu para carregar. A tragédia de uma criança em defesa virou munição numa guerra de gênero.

 O discurso militante precisava de uma vítima para chamar de perseguida e foi buscar exatamente na mulher que o júri tinha acabado de condenar, onde [música] o país inteiro viu uma mulher criminosa. A juíza decidiu ver uma vítima do patriarcado. E para essa conta fechar, alguém precisava desaparecer da história e desapareceu o menino.

 claramente discriminatória de gênero, influenciada pela cultura patriarcal, que lamentavelmente ainda nortei e permeia a mentalidade e as práticas sociais, mas atualmente chegou ao extremo da misogenia declarada. [música] >> Repara no tamanho da contradição desse país. Tem gente cumprindo anos de cadeia por riscar uma estátua de batom.

 E uma pessoa que foi cúmplice do assassinato do próprio filho recebeu perdão judicial e ainda com aula de doutora sobre misogenia. Paraa ré errada, a lei inteira. Para ré com rótulo certo, um abraço e um discurso. Mas felizmente esse caso não acabou. [música] O Ministério Público recorreu, pediu para anular o julgamento, revogar o perdão e aumentar a pena de Munique.

Tem chance real de um novo júri. E a última palavra não sairá daquela caneta. E é por isso que falar desse [música] assunto importa. O que aquela juíza queria era que caísse no esquecimento, que a indignação esfriasse, que o nome de se dissolvesse na próxima polêmica da semana e esquecer é justamente o que a gente não vai fazer.

 Inclusive, já deixa um like nesse vídeo para aumentar o alcance, [música] porque existe uma palavra que resume essa história inteira. Não é patriarcado, não é misia e nem gênero, é omissão. Henriu só pela mão que bateu, morreu também pelo silêncio de quem estava do lado e escolheu não ver [música] pela omissão de quem estava no mesmo local e não fez absolutamente nada.

 E quando o tribunal trocou a condenação por um discurso, repetiu exatamente [música] o mesmo gesto. A mãe se omitiu dentro de casa e a justiça se omitiu dentro do fórum. O Henri não era um processo, não era um número no laudo e muito menos pauta de tese feminista. Era um menino de 4 anos de idade que sorria, que brincava, que confiava nos adultos daquela casa para continuar vivo e todos eles falharam.

 A gente não pode trazer R de volta, mas podemos fazer barulho suficiente para obrigar esse caso a ser julgado de novo. E é isso que faremos. Eu não tenho a menor dúvida de que vamos anular essa decisão no TJ e Munique será submetida ao novo Conselho de sentença.