A L terá um plano genial para inocentar Tonio e fazer Mirinho ser desmascarado e punido. A Lica vai montar a armadilha, ficará diante de Mirinho. O rapaz pensará que está sozinho com ela na sala, mas um detalhe escondido vai mudar os rumos dessa história. Tudo começa quando a Lica conversa com Niara sobre a situação de Tonho.
Nervosa, a mocinha fala: “Eu não consigo me conformar que as coisas sejam assim nesse país. Não é a primeira vez que o Mirinho age contra o Tono.” E ele continua aí andando pela rua com aquele nariz em pé enquanto o Ton está atrás das grades. Iara comenta: “Eu acho que você devia fazer justiça ao rapaz, minha filha.
Você, mais do que ninguém sabe aplicar a justiça como deve”. Alica retruca. Mas aqui eu não sou uma princesa, eu sou apenas uma costureira. Niara insiste, mas conversar com o padrinho do Tono. Existem várias formas da verdade aparecer. Após pensar por alguns segundos, Alica abre um sorriso e comenta: “Espera, eu acho que eu tive uma ideia.
Me deseje sorte, mamá.” Um pouco depois, Alica se encontra com o coronel Casemiro e tenta conversar sobre Tony, mas ele a interrompe e fala: “Olha, eu realmente não posso fazer nada. É a palavra do meu filho contra do meu afilhado.” A Lica pergunta: “E a minha? Não conta?” Casemiro responde: “Por mais que eu respeite você e a sua família, eu preciso acreditar na palavra do meu filho.
” O encarando, Alica questiona: “Que palavra?” A palavra de um moleque que, por picuinha com o Tono, preferiu afetar o pagamento de todos do seu engenho. Que mesmo noivo continua a tentar me cortejar? O senhor vai me desculpar, mas a palavra de seu filho não vale absolutamente nada. Casimiro começa a ficar irritado e pensa em retrucar, mas ele respira fundo e pergunta: “Você tem certeza do que está me dizendo? O mirinho mentiu no depoimento?” Alica responde: “Absoluta certeza.

Por isso eu estou aqui te pedindo uma chance para provar isso ao senhor. Casimiro questiona: “E como está pensando em fazer isso?” Alica responde: “Ligue para o delegado fortunado. Ele tem que estar presente quando tudo acontecer”. Um tempo depois, Mirinho chega em casa e encontra a Lica esperando por ele. Com um sorriso no rosto, ele se aproxima e diz: “Ora, ora, parece que alguém ficou com saudades de mim.
” Aica se afasta e fala: “Muito pelo contrário, se dependesse de mim, eu jamais olharia para sua cara novamente.” Mirinho pergunta: “Então, por que está aqui se não é por causa dos meus belos olhos?” Alica ergue a cabeça e responde: “Eu quero que você tire a denúncia contra o Tono.” Surpreso, Mirinho questiona: [música] “Como é que é?” Mas ele Alica, o interrompe e afirma: “O Tonho só estava me protegendo de você.
Aos risos, Mirinho pergunta: “Protegendo, não fale assim. Eu não estava fazendo nada demais. Firme, Alica diz: “Eu poderia te responder à altura, mas eu não vou gastar [música] minha saliva falando aquilo que nunca vai entrar na sua cabeça. Mas eu vou repetir o meu desejo.” Tire a denúncia contra Tono.
Mirinho coça sua barbicha como se estivesse pensando e fala: “Eu posso tirar?” Você tá certo. Eu exagerei e acabei mentindo para o delegado. Mas você vai ter que fazer uma coisa para mim também. Franzindo o senho, Alica questiona: “Coisa, que coisa?” Mirinho se aproxima enquanto a Lica treme seu rosto, demonstrando total desconforto.
O mimado abre um sorriso e responde: “Eu quero que você aceite o meu pedido e vá a um encontro comigo.” A mocinha o encara completamente incrédula. Sua voz chega a falhar, mas ela diz: “Eu eu vou pensar. Eu eu volto a te procurar. Assim que ela se retira, Mirinho comemora e comenta: “Esa já tá no papo”. Logo em seguida, o mimado entra em seu quarto.
Nesse momento, Fortunado e Casimiro saem de trás de uma cortina. Surpreso, o delegado diz: “A moça estava certa. O seu filho armou toda essa situação. Decepcionado, o coronel fala: “Eu não posso acreditar nisso. Eu não estou reconhecendo mais o meu próprio filho. Fortunado”, comenta. Bom, com essa confissão, acho que é mais do que suficiente para tirar o seu afiliado da delegacia.
Casimiro o [música] interrompe e diz: “Espera, não faça isso ainda.” Confuso, o delegado pergunta: “Como assim? Mesmo depois disso, você ainda quer deixar o Tonho atrás das grades?” Casimiro responde: “É claro que não, mas o meu filho precisa de uma lição. E para minha ideia dar certo, o Tonho vai ter que ficar mais um dia atrás das grades.
” E eu conto com a sua descrição, delegado. Mais tarde, o coronel aparece na casa de José e pede para conversar com Alica. Quando a moça aparece, Casimiro diz: “Eu vim pedir desculpas por não ter acreditado em você. Alica, retruca, não precisa se desculpar. Eu entendo a sua lealdade ao seu filho, mas espero que tenha sido o suficiente para que o Tonho seja liberto.
Casimiro diz: “Bom, eu pedi para que o delegado mantesse o meu afiliado mais um dia na delegacia.” Em choque, a Lica pergunta: “Como é que é?” mesmo sabendo que ele é inocente, mas você é igual ao seu filho mesmo. Nervoso, Casimiro comenta: “Calma, o tratamento do delegado com o Ton será diferente, mas eu só pedi para manter ele lá, para que eu e você pudéssemos dar o troco para o Mirinho.
” Alica se aproxima e fala: “Eu acho que o senhor não entende. Aquelas grades já são humilhantes por si só. Imagina para alguém inocente e para alguém com a nossa cor. Eu quero sim me vingar de Mirinho, mas o Tonho não tem que pagar ainda mais essa conta que não lhe cabe. Respirando fundo, Casemiro diz: “Você tem razão, eu posso resolver isso, mas eu preciso saber se você vai me ajudar.
” Alica afirma: “É claro, chegou a hora do mimado do seu filho descobrir que suas ações tem reações. Enquanto isso, Mirinho vai visitar Tonio na delegacia. Irritado, o mocinho pergunta: “O que está fazendo aqui? Não vai me dizer que vai tirar sua denúncia?” Cínico Mirinho responde: “Eu vou, mas só depois que a Doce Lúcia passar uma noite romântica comigo.
” Aos risos, Tonzo, nunca vai acontecer. Mirinho abre um sorriso ainda maior e fala: “Mas vai, a Lúcia me procurou e aceitou a minha proposta. Furioso, Ton tenta pegar o colarinho de Mirinho, mas as barras de ferro o impedem, o fazendo gritar com ainda mais raiva. Mirinho solta uma gargalhada e diz: “Eu te disse que ela seria minha, mas fica tranquilo, você vai ficar livre para ver a gente bem juntinho.
” Enquanto Mirinho se afasta assoviando de forma debochada, Ton encosta sua cabeça nas grades e chora revoltado. Logo em seguida, a Lica encontra Mirinho na rua. Ela se aproxima e pergunta: “É impressão minha? Ou você estava na delegacia?” Cínico Mirinho responde: “Eu vim conversar com o Tonho, mas eu não quero falar sobre isso.
Eu quero falar do nosso encontro.” Tomou sua decisão? Com um sorriso amarelo, Alica responde: “Eu aceito, mas terá que ser nas minhas condições. Me encontre noite”. Momentos depois, a Lica vai visitar Tono, na delegacia. Logo no primeiro momento, o rapaz comenta sobre a conversa com Mirinho e implora: “Por favor, não faça isso.
Não aceite as chantagens de Mirinho. O José vai conseguir me tirar daqui.” E a Alica o interrompe e fala: “Calma, tudo isso faz parte de um plano. Você Você já está livre e inocentado.” Surpreso, Ton pergunta: “O quê? Como assim? Que plano?” Aica responde: “Eu não posso te contar, mas confia em mim. Ainda hoje você vai sair daqui de cabeça erguida e o Mirinho vai tomar o seu lugar.
” Mais tarde, Mirinho chega na casa de José e encontra a Lica usando um belo vestido recém confeccionado. Ele tenta elogiá-la, mas a mocinha [música] o interrompe e fala: “Poupe o trabalho, eu não preciso da sua validação. Aos risos, Mirinho comenta: “Já começamos desse jeito, não é? Você sabe que eu adoro mulheres fortes.
Ele tenta se aproximar, mas a Lica [música] se afasta e diz: “Vamos direto ao assunto. Eu vou ligar para o delegado e você vai tirar a denúncia”. Mirinho a interrompe e fala: “Espera, não foi esse o combinado. Vamos para o encontro. Só amanhã de manhã que eu vou falar com o delegado. [música] Alica o encara e pergunta: “E a sua noiva? Como você acha que será a reação dela quando descobrir que eu e você tivemos esse encontro?” Mirinho responde: [música] “Ela não vai saber.
Eu vou me manter calado e você, claro, não vai ser tão deselegante. Ele olha para os lados enquanto a Lica tenta segurar a sua raiva. Se jogando no sofá, o mimado diz: “Pelo visto, estamos sozinhos, não é?” A Lica responde: “Minha mãe e meus tios saíram. Achei que você queria privacidade. Mirinho se levanta e, com uma voz aveludada diz: “Pelo visto me conhece bem, não é? Que tal começar esse encontro?” Alica volta a se afastar e fala: “Antes eu preciso ouvir uma coisa de você e se responder com sinceridade, eu te darei o que merece”. Mirinho ergue
osu seus ombros e comenta: “Estou à disposição.” Após alguns segundos de silêncio, Alica pergunta: “Por que você escondeu o dinheiro que o Ton pegou no banco para realizar o pagamento dos funcionários do engenho de seu pai?” Mirinho solta uma risadinha e a Lica insiste. Você me prometeu, não quer que eu te conheça? Eu quero conhecer por inteiro.
Mirinho a encara como se estivesse pensando na resposta [música] e sem nenhum remorço em seu tom de voz diz: “Queria dar uma lição no Tonho. Ele se acha alguém por ter a confiança do meu pai. Sem essa confiança, ele não seria ninguém.” Alica pergunta: “E você não pensou nos funcionários?” Mirinho responde: “Meu pai ia pagar de qualquer jeito. Dinheiro não lhe falta.
Revoltada, Alica, retruca, mas lhe falta senso. Essa rivalidade que só existe em sua cabeça faz você colocar um inocente na cadeia. Mas não mea você não pensar no próximo, já que só quer noivar com a filha do banqueiro por causa de dinheiro. Soltando uma gargalhada, Mirinho questiona: “Mas o que é isso? Algum [música] ritual, pré-encontro?” A Lica responde: “Não é uma intervenção”.
De repente, Mirinho escuta passos se aproximando. Aos poucos, [música] ele tira o sorriso do rosto e se congela ao ver quem está entrando na sala. Coronel Casimiro, delegado Fortunato, [música] Virgínia e Diogênes em pânico, o mimado pergunta: “O que é isso?” Em prantos, Virgínia empurra [música] Mirinho e berra.
Eu que te pergunto, você só queria se casar comigo por dinheiro. Eu te odeio. Te odeio. Diógen segura sua filha e fala: “Não se descomponha. Ele não merece o seu sofrimento. Eu te disse que ele não vale nada. Agora só temos a confirmação. Vamos embora. [música] Não temos mais nada para fazer aqui. Antes de sair, Diógenes e Virgínia olham para Alica, que sente que aquilo é o máximo de agradecimento que receberá.
Desesperado, Mirinho se aproxima de Casimiro e fala: “Pai, me escuta, foi uma armação.” O coronel o interrompe e fala: “Me poupe dessa ladaainha. Lúcia só me mostrou o que eu já sabia, que eu criei um monstro dentro da minha casa. Agora [música] chega, eu não vou mais te proteger. Perdendo a cabeça, Mirinho tenta escapar, [música] mas o delegado o alcança e o mobiliza.
Um pouco mais tarde, Mirinho é levado para a delegacia. Antes de parar atrás [música] das grades, ele assiste Ton sendo libertado e ele se sente ainda mais humilhado. Que nota de 0 a 10 você acha que a Alica merece por ter conseguido livrar o Tonyho da prisão? Coloque sua resposta aí nos comentários.
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