Caso em Belo Horizonte: Ele queria ficar com a HERANÇA dela e fez algo HORRÍVEL

A Giovana era uma jovem de apenas 22 anos que conheceu um homem chamado Adalto através de um aplicativo de relacionamentos no ano de 2025. A Dalton, que tem 45 anos, prometeu para Giovana que seria o amor da vida dela e ficaria com ela até o fim. Em fevereiro de 2026, a Giovana foi encontrada sem vida dentro do seu apartamento por sua melhor amiga.
Inicialmente, todos acharam que a Geovana tivesse feito aquilo consigo mesma devido à sua saúde mental debilitada. No entanto, durante as investigações, foi descoberto que a Geovana tinha sido vítima de um crime. Um crime que girava em torno de uma herança de mais de R$ 1 milhão deais que o pai dela havia deixado para ela. Fala pessoal, tudo bem com vocês? Sejam bem-vindos a mais um vídeo aqui no canal.
E no vídeo de hoje eu vou falar a respeito do casa Giovana Rocha, um caso que aconteceu na cidade de Belo Horizonte, lá em Minas Gerais. Pessoal, esse caso ele é bem recente, ele aconteceu faz pouco tempo e ele teve uma grande repercussão lá em BH. Eu particularmente achei esse caso muito surreal, muito absurdo. Vocês vão entender do que eu estou falando.
Então eu peço para vocês que fiquem comigo aqui até o final para entender essa história. E se gostarem do meu conteúdo, deixa um like, um comentário que me ajuda muito aqui no meu trabalho. E se possível hype esse vídeo que tem me ajudado bastante, pessoal. Os meus vídeos estão indo muito bem, tá? Graças a vocês que estão me ajudando.
Então o Hype é uma ferramenta muito boa aqui do YouTube. Não, mas é isso. Então sem mais delongas bora pro vídeo. Giovana Neves Santana Rocha nasceu por volta do ano de 2003 ou 2004. Na época dos fatos, ela tinha 22 anos e morava em Belo Horizonte, no bairro Savace, uma região nobre e movimentada da capital mineira.
Ela era estudante de psicologia e, segundo relatos de quem a conhecia, sonhava em ajudar as pessoas, especialmente no campo da saúde mental. Uma ironia dolorosa, pois ela própria lidava com desafios emocionais, incluindo um histórico de saúde mental complicado que seria mencionado mais tarde na investigação. A Giovana havia passado por perdas recentes e significativas.
Seu pai faleceu em julho de 2025, algo que a deixou muito triste e abalada e também muito fragilizada mentalmente. Além disso, ela também havia terminado um relacionamento no mesmo ano da morte do seu pai, algo que prejudicou ainda mais a sua condição mental. Por volta de outubro de 2025, a Giovana, ela conheceu um homem de 45 anos chamado Adalto Martins Gomes, através de um aplicativo de relacionamentos.
O Adalto, ele é formado em engenharia e servidor público federal, vinculado ao Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais. Ele já havia se casado anos antes com outra mulher com quem possui quatro filhos. Apesar dele ter se separado, no papel consta que ele ainda é casado. Ele sempre se apresentava com um homem totalmente separado, embora a separação nunca tenha sido formalizada.
Em pouco tempo, o relacionamento de Giovana e Dalton evoluiu rapidamente. De acordo com Fontes, com poucas semanas de namoro, o Adalton começou a levar os seus pertences para o apartamento da Giovana e passou a morar com ela. Ele fez isso sem um convite formal da Giovana. Ele apenas foi levando um pouco de roupa aqui, ali, escova de dentes e demais itens.
Quando foi ver, ele já estava morando lá. Esse apartamento da Giovana, pessoal, ele é uma herança que foi deixado pelo pai dela quando faleceu. O pai da Geovana deixou para ela, né, esse apartamento que tá localizado ali numa área nobre de Belo Horizonte e ele é avaliado em quase R 1 milhão deais, se eu não me engano, o valor dele é R 900.000 e pouco.
E além desse apartamento, o pai dela deixou para ela também, né, uma quantia aí de R$ 200.000. Uma parte desse dinheiro já havia sido depositado em uma das contas da Giovana, segundo algumas fontes. Assim que praticamente se instalou no apartamento da jovem, o Adalton transferiu a conta de energia do imóvel para o nome dele.
Logo depois, ele procurou o escritório de advocacia, responsável pelo inventário e herança da Giovana, e sugeriu que o advogado que estava cuidando disso fosse trocado. José Eustaquio Alves Júnior, o advogado da família de Giovana, chegou a falar em depoimento que o Adalton havia o procurado para tratar desse assunto e que ele achou essa decisão um tanto quanto estranha, já que isso partiu do Adalton e não da Giovana.
Amigas próximas da Giovana relataram que o relacionamento dos dois era muito intenso e muito rápido e que o Adalton isso assumiu rapidamente um papel central na vida da jovem, inclusive se envolvendo em questões administrativas relacionada à herança que o pai dela havia deixado para ela. Essas mesmas amigas e até alguns familiares relataram que a Giovana mudou de comportamento após o início da relação.
Ela começou a se afastar dos amigos e também dos familiares. Não saía mais como antes e passou a se vestir de forma diferente. Ela também apresentou forte dependência psicológica e vulnerabilidade emocional em relação a Dalton. No dia 9 de fevereiro de 2026, a Giovana foi encontrada morta dentro do seu apartamento no bairro Savace.
O corpo foi descoberto por Ludmila Aparecida Dias. A Ludmila, ela é uma amiga de muitos anos da Giovana. E nesse dia as duas tinham combinado de almoçar juntas, mas a Giovana não compareceu ao local combinado. Com isso, a Ludmila tentou ligar e também enviou diversas mensagens para a jovem que não deu nenhuma resposta.
Estranhando o silêncio da amiga, após várias mensagens não respondidas, a Ludmila decidiu ir até o apartamento da Giovana para ver se estava tudo bem. Como ela era muito amiga da jovem, ela tinha a chave do imóvel e assim conseguiu entrar no local. Lá dentro, próximo ao corpo, haviam várias caixas de medicamentos espalhadas, o que, somado ao histórico de saúde mental da Giovana, inicialmente levou as autoridades a acreditarem que ela havia desistido.
O Adalton, que havia estado com a Giovana todos os dias anteriores, já que ele morava no apartamento, relatou ter saído pela manhã por volta das 6:30. Ele disse que quando saiu deixou a Giovana dormindo. Imagens e câmeras de segurança registraram o momento que ele deixa o prédio por volta das 6:30. O Adalton foi a última pessoa a ser vista com a Giovana e também a última pessoa a vê-la com vida.
Horas depois da descoberta do corpo, ele enviou mensagens e também áudios para amigos e familiares da Giovana. Em um áudio que ele enviou para um amigo, ele chegou a chorar e disse sentir uma dor tão grande que dói a alma. Nesse mesmo áudio, ele relatou que a Giovana teria ingerido cerca de sete cartelas de morfina com bebida alcoólica e afirmou que havia dormido ao lado dela.
Eu vou colocar esse áudio aqui para vocês, pessoal, que nele o Adalto fala mais algumas coisas que vão ser importantes aqui, né, para o entendimento dessa história. Eu acabei morando com essa menina. Essa menina tinha 22 anos, cara. Linda, maravilhosa, dos olhos verdes, cara, delicada, sabe? Uma simpatia de pessoa leve, sabe? A coisa, a pessoa mais maravilhosa do mundo.
E aí ela tinha um problema sério, porque ela já tinha tendências, né? Mas foi agravado com o fato do pai dela ter morrido. Se frustrou muito com isso e tal. E por mais que eu tivesse uma vida plena com ela, a gente ria, viajava e se divertia e sempre tava junto fazendo assim, não sei que e tal. Ela tinha dores, ela tinha sofrimentos tão intensos que era quase que impossível de freiar.
Ela eh em alguns momentos ela ficava podia ficar chateada e do mesmo jeito que fez agora ela foi escondida, pegou os os comprimissos de morfina, pegou umas sete cartelas de morfina, tomou eles todos, pegou as cartelas, escondeu elas de mim, entendeu? Foi lá e tomou bebida por cima, né, e tal.
Eu só vi as garrafas lá de de bebida. Quando eu fui ver, ela tava tonta, não sei quê, e vomitou. Aí eu achei que ela tava passando mal por conta da bebida, que eu falei com ela ainda, briguei com ela ainda. Aí ela veio para cama, falou: “Vem cá, amor, deita então. Vem cá, você tá passando mal, deita aqui”. Aí ela virou para mim e falou assim: “Ô, meu moça, sabe que eu te amo?” Falei assim: “Eu sei, amor.
Você me ama, eu sei, eu também te amo.” Aí eu falei assim, ó, você tá carente, deixa eu deitar aqui com você ou dormir com você de conchinha. Aí eu fui deitar e dormi com ela no meio da noite, né? Eu acordei meio com eh porque eu fico incomodado com a posição e fui pro meio da cama e dormi.
No dia seguinte era o meu primeiro dia de trabalho, era a volta das férias. Eu saí de casa de mansinho pelo cantinho da cama para não acordar ela, porque como ela tinha passado mal e ia começar a estudar de noite, eh, o horário dele, ela ia ser um pouco diferente do meu, ela ia acordar um pouco mais tarde. Eu fui pro cantinho da cama de devagarzinho com de passinho pro passinho para não acordar.
Puxei a porta devagarzinho, o meu telefone tava despertando na sala, fui lá, desliguei o telefone, minha roupa já tava do lado de fora no outro quarto, coloquei a roupa e tal. Eu ainda só abri a portinha assim, enviei ela assim rapidinho, fechei a porta e fui embora mandando as mensagens para ela e tal, ela não respondia.
Eu achei que ela tava dormindo. Passou bastante tempo, ela não respondia. Aí a amiga dela também que mandou mensagem para ela, não respondeu também. me achou estranho e como ela tem a chave, ela veio para cá, né, depois de meio-dia, lá paraas 2 horas da tarde, porque ela não respondeu meio-dia, porque até até aí, né, tava tava complicado.
E aí assim, como ela veio para cá, ela abriu a porta aqui, foi lá no quarto, aí ela tava lá, né, vamos dizer assim, desmaiada na cama, né, ela tentou ainda acordar, ela balançou ela e tal e não conseguia acordar. tentava acordar ela, não conseguia acordar ela. E aí ela ligou pro Samu, desceu lá embaixo, chamou as pessoas para ajudar e tal.
E aí o Samu quando chegou aqui, o Samu não tentou nem reanimar, que ela já tinha já tinha um tempo. Talvez quando eu saí do da cama, ela podia ainda tá viva, mas quase morendo. Então ela já podia estar até, entendeu? Eu não vi, cara, não sabia. Eh, é uma dor, cara, é uma dor tão grande que dói até a alma.
Não tem chave de braço, não tem que resolv. Eu tô aqui no apartamento vazinho. Ela não tá aqui não. Meu Deus. Desculpa, né? >> Além desse áudio que o Adalton enviou para o amigo, ele enviou alguns áudios para algumas amigas da Giovana de forma insistente e, segundo elas, até intimidatória, pedindo ajuda para comprovar que ele e a Giovana tinham uma união estável.
Ele pediu para uma dessas amigas para que ela escrevesse uma carta ou um e-mail narrando alguma coisa a respeito da convivência dele da Giovana, afirmando que ele pagava as contas, viviam juntos e etc. Em uma dessas mensagens, ele disse o seguinte: “Queria mostrar que a Giovana foi amada, queria fazer uma união estável para ela saber que foi amada”.
Depois o Adalton ficou mais insistente. Ele passou a cobrar o texto e começou a ditar como esse texto deveria ser escrito. Em uma das conversas que essa amiga da Giovana teve com Adalton, ele teria dito o seguinte: “A casa era minha sim, porque eu estava aqui com a Giovana. Eu vou atrás do apartamento porque eu quero o apartamento para mim.
Quero dinheiro para mim”. Apenas dois dias após o falecimento da Giovana, o Adalton ajuizou uma ação de reconhecimento de união estável pós mortem. Bom, eu creio que ficou bem claro para vocês que o Adalton estava tentando de todas as formas mostrar que ele e a Geovana tinham uma união estável, mesmo que eles tenham se relacionado apenas por 4 meses.
Já no início das investigações, a polícia começou a desconfiar do Adalto devido a algumas contradições dele a respeito dos eventos do dia em que a Giovana foi encontrada sem vida. Para Ludmila, a amiga que encontrou o corpo da Giovana no apartamento, o Adalton disse que na noite anterior a Giovana tinha bebido demais, passado mal e pediu para dormir com ele de conchinha, falando que amava ele.
O Adalton disse que no dia seguinte a Giovana teria amanhecido morta e ele nem percebeu, saindo do apartamento para trabalhar sem saber que a jovem tinha falecido. Já para outras amigas, o Adulton disse que a Giovana não tinha bebido nada ou bebido pouco. E já para várias pessoas, o Adulton disse que a Giovana teria falecido nos braços dele, algo que não fazia o menor sentido, já que a primeira pessoa a encontrar a Giovana sem vida foi a Ludmila.
Todas essas contradições em sua versão dos fatos daquele dia mostravam que o Adalton claramente não estava falando a verdade sobre o que realmente aconteceu. Além disso, as atitudes dele após o falecimento da Giovana não condiziam em nada com as de alguém que está em luto. Ele permaneceu no apartamento e agia como se o imóvel pertencesse a ele, chegando até a impedir a entrada dos familiares da Giovana no local.
E olha só, a mãe da Giovana, que tinha uma chave reserva do apartamento, entrou no local junto com o advogado. De acordo com Fontes, a mãe da jovem teria entrado no imóvel para pegar alguns itens que pertenciam a Giovana e que o Adalton não queria devolver. Isso teria ocorrido no dia 24 de fevereiro, 15 dias após o falecimento da Giovana.
Pelo que consta nas reportagens, o Adalton não estava no apartamento nessa hora. E quando ele chegou no local, a mãe da Giovana já tinha saído de lá e levado algumas coisas da filha. Com isso, o Adalton foi até uma delegacia registrar um boletim de ocorrência por invasão e depois processou a mãe da Giovana.
Ele alegou que não autorizou a entrada, que havia comunicado previamente à portaria que ninguém poderia entrar durante a sua ausência e que foram levados dinheiro, aparelhos eletrônicos e documentos pessoais da Giovana. Vizinhos que moram no mesmo prédio relataram que poucos dias após a Giovana ter sido encontrada sem vida no imóvel, o Adalton levou outras mulheres até o local.
Então assim, o Adalton estava tentando de todas as formas provar que tinha uma união estável com a Geovana, com o único objetivo de ficar com a herança dela, como eu já falei aqui. E ele nem ficou de luto de acordo com os relatos de algumas testemunhas. Bom, o Adalton, ele ficou morando sozinho ali no apartamento por cerca de 3 meses e meio desde o falecimento da Giovana.
Quando o laudo da autópsia feita no corpo da Giovana ficou pronto, veio a reviravolta no caso. O laudo apontou que a Giovana, ela não faleceu por uma intoxicação de medicamentos, como todos acreditavam inicialmente, mas sim por asfixia mecânica, por sufocação direta. E isso indicava que a jovem de apenas 22 anos havia sido vítima de um crime.
Ainda de acordo com o laudo, a Giovana teve o seu nariz e bocas tampados. Isso foi feito com as mãos ou com um travesseiro. Bom, somando esse laudo, mas as atitudes e contradições do Adalton, no dia 15 de fevereiro de 2026 foi decretada a prisão preventiva dele. O Adalto foi preso no apartamento de Geovana, que ele praticamente usurpou e estava vivendo desde o falecimento dela.
Ele não resistiu à prisão e preferiu se manter em silêncio durante todo o tempo, inclusive durante o seu interrogatório. Os investigadores que participaram das investigações e consequentemente da prisão do Adalton disseram que ele é um homem inteligente, detalhista e manipulador. Até o momento da gravação deste vídeo, a Polícia Civil de Minas Gerais ainda não concluiu o inquérito.
Então, as investigações seguem em andamento e o Adalto continua preso preventivamente, enquanto o caso é apurado como feminicídio. Seguindo todas as provas, evidências e depoimentos que foram coletadas durante as investigações, tudo leva a crer que o Adalton tirou a vida da Giovana de forma totalmente planejada com o objetivo de ficar com a herança dela.
Ele teria manipulado toda a cena ali para parecer que foi a própria Geovana quem fez isso com ela mesma. De acordo com as leis brasileiras, se o Adalton for condenado pelo crime, ele pode pegar até 40 anos de prisão. A família e amigos da Giovana esperam que a justiça seja feita e que o Adalton não saia da prisão tão cedo.
Bom, pessoal, então é isso. Se você gostou do meu conteúdo, eu peço por gentileza que hype esse vídeo, que como eu disse no começo do vídeo, isso me ajuda demais aqui. Bom, eu vou ficando por aqui. Muito obrigado por me assistir até o final, um grande abraço e até a próxima.