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O Erro Fatal de Emilce: A Jovem de 18 Anos Que Entrou no Chalé do Tatuador e Desvendou o Pior Pesadelo da Espanha!

O Erro Fatal de Emilce: A Jovem de 18 Anos Que Entrou no Chalé do Tatuador e Desvendou o Pior Pesadelo da Espanha!

Quando a Guarda Civil entrou naquela casa em Valdemoro, deparou-se com uma cena inacreditável, até para os agentes mais experientes. Havia sangue em vários cômodos, restos mortais espalhados dentro de sacos e partes de corpos ainda em processo de fervura, enquanto o principal suspeito ainda circulava pela casa com sangue nas roupas.

 O mais perturbador era que a vítima tinha apenas 18 anos e havia entrado na casa poucas horas antes, sem imaginar que não sairia de lá com vida. Mas, por trás daquele crime brutal, não havia um mero surto momentâneo. Conforme a investigação avançava, os detetives descobriram um homem obsecado por violência, armas, dor e fantasias sombrias que vinham crescendo silenciosamente há anos.

 Meu nome é Lilian e este é o canal Casos Criminais. Sejam todos muito bem-vindos. Amanhã [roncando] de 16 de outubro de 2019 começou de forma aterradora para os moradores de Valdemoro, uma cidade ao sul de Madrid, na Espanha. Vários vizinhos acordaram de madrugada com um cheiro nauseante vindo de uma das casas da região à residência de um tatuador colombiano chamado Leonardo.

 Pouco depois, agentes da Guarda Civil Espanhola chegaram a casa após receberem uma denúncia de possível homicídio. Ao se aproximarem do prédio, depararam-se com uma cena completamente anormal. Leonardo ainda vestia as mesmas roupas que usara na noite anterior e apresentava manchas avermelhadas visíveis em várias partes do corpo.

 Ao lado dele havia um carrinho de compras contendo restos humanos. A cena era tão chocante que os policiais imediatamente perceberam que estavam lidando com um crime extremamente violento. Quando os investigadores entraram no chalé, o horror se intensificou. O interior estava completo de manchas de sangue e restos mortais espalhados pelos diferentes cômodos.

 Algumas partes do corpo foram deixadas dentro de sacos, outras estavam espalhadas pela casa e outras ainda haviam sido aquecidas em recipientes de cozinha. Entre os restos mortais encontrados estava o crânio da vítima. Posteriormente, os policiais descreveram a casa como uma das cenas de crime mais horríveis que já tinham visto.

 Enquanto os peritos forenses começavam a isolar a área e coletar evidências, a notícia se espalhou rapidamente por Valdemoro. Os vizinhos não conseguiam acreditar que aquele homem reservado que raramente saía de casa, exceto para passear com o cachorro ou ir à academia, pudesse estar ligado a tamanha atrocidade. Horas antes da polícia chegar na casa, uma jovem chamada Célia tomou uma decisão que acabaria por desvendar o crime.

 Ela era a companheira de Leonardo e também morava na casa. Célia chegou à propriedade quando a situação já era um caos completo e se deparou com uma cena que jamais esqueceria. À medida que a Guarda Civil avançava na identificação da vítima, familiares e amigos começaram a vivenciar horas de desespero. A jovem atacada era Emilic Cogolhos, de 18 anos, que morava com a mãe, a irmã mais nova e o companheiro da mãe em Valdemoro.

 Seu desaparecimento naquela manhã rapidamente se tornou uma notícia devastadora para todos que a conheciam. Emils nasceu na Espanha em 2001, filha de um oficial da Guarda Civil e passou por experiências difíceis durante seus primeiros anos. Aos 11 anos, os adultos ao seu redor a envolveram em atividades para a criação de conteúdo explícito para o público adulto.

 Além disso, 3 anos depois ela foi vítima de violência doméstica por parte do pai. Após esses incidentes, obteve uma ordem de restrição e permaneceu sob os cuidados da mãe. Apesar dessas circunstâncias, conseguiu concluir os estudos e começou um curso de cabeleireiro e estética. Ela tinha planos de continuar crescendo profissionalmente e sonhava em abrir seu próprio negócio.

 Foi descrita como quieta, próxima da família e muito apegada aos seus entes queridos. Ela namorava um rapaz chamado Jason e levava uma vida aparentemente normal para alguém da sua idade. Só que por trás dessa fachada escondiam-se episódios de vulnerabilidade emocional decorrente de problemas pessoais e emocionais que afetavam profundamente seu humor.

Com o tempo, Emils começou a sofrer episódios depressivos e a vivenciar períodos de grande fragilidade emocional. Ela acabou recorrendo ao uso de medicamentos obtidos ilegalmente. Essa situação se provaria decisiva na noite em que ela decidiu visitar Leonardo. A jovem conhecia o tatuador colombiano chamado Leonardo Valência, pois ele já havia tatuado algumas vezes.

Emil se o considerava uma espécie de amigo e havia falado dele em algumas ocasiões em casa. Para a família dela, Leonardo era simplesmente o homem que lhe fizera algumas tatuagens. A noite de terça-feira, 15 de outubro de 2019, transcorria com aparente normalidade na casa de Emils. Por volta da meia-noite, a jovem saiu de casa e disse à mãe que ia dar uma volta.

 Não parecia nada fora do comum. Às vezes, ela se encontrava com amigos nas ruas próximas para fumar e conversar. Mas naquela noite ela não ficou em seu ambiente habitual. Ela caminhou aproximadamente 800 m para chegar ao chalé onde Leonardo morava. Dentro da casa, ambos ficaram no quarto principal. Lá beberam cerveja e tomaram remédios.

 Durante a madrugada, Emils ainda estava em contato com o namorado. A última comunicação registrada foi por volta das 2 horas da manhã, quando ela enviou a ele uma foto sua com vários comprimidos na boca. Depois disso, ninguém mais teve notícias dela. Célia chegou à casa de Leonardo depois que ele ligou para ela, dizendo que precisava de sua ajuda urgente.

 Na atmosfera tensa, ele acabou confessando que havia matado uma jovem e precisava se livrar do corpo. Célia ficou paralisada de medo, mas ainda tinha esperança de que fosse algum tipo de brincadeira. Contudo, assim que entrou na casa, notou manchas de sangue em várias partes e sentiu uma atmosfera estranha e aterradora. Leonardo comportou-se de forma nervosa e agitada, andando de um lado para o outro nos cômodos enquanto tentava limpar.

Durante várias horas, Célia fingiu cooperar enquanto tentava entender o que estava acontecendo e, acima de tudo, sobreviver. Leonardo ordenou que ela limpasse certas áreas da casa e exigiu que ela não fizesse perguntas. Em certo momento, ele até quis que Célia fosse ao porão para lhe mostrar o corpo, mas ela se recusou, temendo que ele a atacasse também.

 O comportamento do tatuador estava se tornando cada vez mais perturbador e Célia temia se tornar sua próxima vítima. Aproveitando-se de um momento em que Leonardo saiu de casa para fazer uma entrega de drogas, a jovem decidiu agir. Ela pegou seu celular e tirou várias fotos dos restos mortais e do estado da casa. Em seguida, enviou as imagens para Miguel Angel, um ex-namorado junto com mensagens desesperadas, explicando que Leonardo acabara de cometer um crime.

 O ex-namorado compreendeu imediatamente a gravidade da situação e pediu-lhe que saísse da casa o mais rápido possível. Quando Leonardo regressou, Célia manteve a calma e continuou fingindo obediência enquanto procurava uma oportunidade para escapar sem levantar suspeitas, até que finalmente conseguiu sair da residência.

Acompanhada do ex-namorado, ela foi diretamente à delegacia da Guarda Civil. Lá mostrou as fotografias tiradas dentro do imóvel e relatou tudo que tinha visto durante aquelas horas. Ela também entregou conversas e mensagens que mais tarde se revelariam cruciais para a investigação.

 O depoimento dela permitiu que as autoridades agissem rapidamente e chegassem ao local antes que Leonardo pudesse eliminar completamente as evidências do crime. Agora vamos voltar ao momento em que os restos mortais de Emil se foram encontrados graças às declarações de Célia. Assim que a casa foi isolada, os peritos forenses iniciaram a inspeção minuciosa do chalé de Leonardo.

 À medida que se deslocavam de cômodo em cômodo, o caso assumia dimensões cada vez mais perturbadoras. Vestígios de sangue apareciam praticamente portando a casa. Paredes, pisos, móveis e banheiros apresentavam sinais de extrema violência. Em diferentes áreas encontraram restos humanos fracionados com ferramentas cortantes.

 Os detetives concluíram rapidamente que o corpo havia sido meticulosamente fragmentado usando vários instrumentos, alguns exigindo força considerável e outros precisão quase cirúrgica. Na cozinha encontraram partes do corpo que haviam sido cozidas. Nesse ponto da investigação, surgiram duas interpretações. Uma delas defendia que Leonardo tentou acelerar a destruição das evidências usando calor para se livrar dos restos mortais mais rapidamente.

 Outra hipótese, ainda pior, sugeria que algumas partes poderiam ter sido preparadas com a intenção de serem consumidas. Embora certas conclusões nunca puderam ser totalmente comprovadas, a descoberta causou grande alvoroço entre os policiais. O interior da casa também revelou muitos aspectos perturbadores da personalidade de seu ocupante.

 As paredes estavam decoradas com crânios, máscaras inspiradas em Hannibal Lecter, armas brancas e objetos relacionados ao ocultismo. Havia constantes referências visuais à violência e à morte. Para aqueles que participaram da busca, o local parecia refletir uma obsessão construída ao longo de anos. Os policiais também encontraram diversas facas, facões, armas de choque, munições, dispositivos eletrônicos, sedativos e vários outros itens que seriam posteriormente analisados.

 Enquanto a investigação prosseguia, Leonardo permanecia sob custódia. Naqueles momentos iniciais, ele ofereceu uma versão improvisada dos acontecimentos, alegando que tudo havia ocorrido durante um encontro sexual que saiu do controle. No entanto, a brutalidade da cena e a forma como o corpo havia sido tratado tornaram essa explicação incompatível com o que foi encontrado.

 Os policiais começaram a investigar a vida de Leonardo Valência de 27 anos para tentar entender quem ele realmente era. Leonardo nasceu na Colômbia em 1eo de janeiro de 1992 e havia se mudado para Espanha anos antes com o pai e o irmão. Leonardo morava em uma casa em Valdemoro que ocupava ilegalmente desde 2014. Segundo relatos, ele se aproveitou do fato da casa ter ficado vaga após problemas contratuais com os antigos ocupantes e entrou.

 Com o tempo, ele transformou aquela casa em uma espécie de universo pessoal marcado por símbolos violentos e referências à morte. Seu estúdio de tatuagem também funcionava lá. Ele se promovia nas redes sociais como tatuador de Valdemoro ou até mesmo açueiro tatuado, apelidos que assumiram um significado arrepiante após o crime.

 Algumas fontes também indicaram que ele usava o local para vender substâncias ilegais e realizar reuniões relacionadas a práticas esotéricas e rituais obscuros. Embora para muitos vizinhos ele fosse simplesmente um homem quieto e reservado, aqueles que de fato conviviam com ele começaram a revelar uma personalidade muito mais perturbadora.

 Leonardo tinha uma clara obsessão com a imagem corporal. Ele treinava constantemente em academias e exibia seus músculos online. Mas por trás dessa aparência havia também uma fascinação mórbida pela violência. À medida que o caso se tornava público, a Guarda Civil começou a receber informações alarmantes sobre episódios do passado de Leonardo.

 Pessoas que tiveram relacionamentos amorosos com ele começaram a relatar comportamentos violentos, ameaças e fantasias perturbadoras que até então nunca haviam sido consideradas suficientemente relevantes. Os investigadores localizaram primeiro sua ex-esposa. Inicialmente, ela tentou descrevê-lo como respeitoso e aparentemente normal.

Porém, quando questionada mais detalhadamente, ela acabou admitindo que Leonardo havia lhe confessado certas obsessões relacionadas a práticas íntimas violentas. Ela também admitiu que ele tinha fascínio por armas brancas e guardava um grande número de facas em casa. Mas o depoimento mais perturbador veio de outra mulher que teve um relacionamento com ele entre 2013 e 2015.

 Segundo o depoimento dela, Leonardo inicialmente parecia calmo e amigável, mas com o tempo começou a apresentar um comportamento cada vez mais agressivo e controlador. As discussões frequentemente terminavam em ameaças e explosões de ciúme excessivo. A mulher relatou episódios extremamente perturbadores. Em certa ocasião, Leonardo confessou que tinha curiosidade de experimentar a sensação de tirar a vida de alguém.

 Em outra conversa, ele garantiu que se ela morresse, ele seria capaz de comer partes do corpo dela antes de entrar em decomposição. Na época, essas declarações pareceram comentários doentius feitos durante discussões, mas após o assassino de Emils, elas adquiriram um significado aterrador. Ela também descreveu a obsessão de Leonardo por armas e sangue.

Ele costumava exibir facas, facões e armas de fogo dentro de casa para intimidá-la. Se você acha esse tipo de conteúdo interessante, informativo, inscreva-se no canal, compartilhe o vídeo e deixe o like. Isso nos ajuda muito. Em certa ocasião, Leonardo a ameaçou com facão e, em outra apontou uma espingarda para ela durante uma discussão.

 Segundo o relato dela, ele também apresentava comportamentos autodestrutivos e era propenso à automutilação. O relacionamento terminou após um dos episódios mais violentos. Consumido pelo ciúme, Leonardo tentou estrangulá-la. segurando seu pescoço até que ela quase perdesse a consciência. Em seguida, ele a jogou em uma cama e a atacou com uma faca.

 A mulher conseguiu se defender e escapar da casa, mas ele continuou a persegui-la mesmo após a separação, obrigando-a a se mudar para um esconderijo. Outra exparceira chamada Belém apresentou queixa por violência de gênero em janeiro de 2018. Um juiz chegou a emitir uma ordem de restrição contra ele. Mesmo assim, Leonardo continuou a segui-la e a importuná-la.

Quando soube do assassinato de Emils, ela ficou aterrorizada, pois sempre acreditou que ele era capaz de algo monstruoso. Todo esse histórico começou a pintar o retrato de um homem que durante anos demonstrou impulsos violentos e fantasias relacionadas à dominação, à morte e ao sofrimento alheio. Para os investigadores, o assassinato de Emil se deixou de ser um incidente isolado e passou a ser o culminar de uma escalada de comportamentos perigosos que ninguém conseguiu detero.

À medida que a investigação avançava, a análise dos dispositivos eletrônicos de Leonardo revelou uma nova dimensão. Peritos forenses examinaram computadores, celulares e tabletes encontrados na casa, descobrindo uma vasta quantidade de conteúdo relacionado com violência extrema e práticas íntimas baseadas no sofrimento físico.

 Os arquivos armazenados conham imagens de mulheres submissas, fotografias violentas e material relacionado à fantasias de dominação. Conteúdo envolvendo menores também veio à tona, aumentando ainda mais as preocupações dos investigadores sobre o perfil psicológico do acusado. Peritos concluíram que Leonardo vinha consumindo e acumulando o conteúdo extremamente violento há anos, muito antes de atacar Emils.

 Durante a investigação, também veio à tona que o tatuador participava de sites especializados em práticas sadomasistas extremas. Outro elemento que chamou a atenção foi a existência de um cofre digital no celular de Leonardo. Os especialistas tentaram, sem sucesso, acessar o arquivo, chegando a solicitar auxílio da companhia telefônica.

 A única coisa que puderam confirmar foi que a pasta protegida havia sido ativada após o crime, alimentando as suspeitas de que o acusado poderia ter filmado o crime ou a mutilação do corpo. Enquanto isso, especialistas afirmaram que Leonardo compreendia plenamente a gravidade de seus atos e que não havia sinais claros de um episódio psicótico durante o crime.

 Os laudos periciais concluíram que Leonardo mantinha suas faculdades mentais intactas no momento do crime. Ou seja, ele sabia a diferença entre o certo e o errado e estava plenamente consciente de cada uma de suas ações antes, durante e depois do ataque. A combinação de evidências físicas, um histórico de violência e o conteúdo digital permitiu aos investigadores construir o perfil de um homem obsecado por poder, sofrimento e violência extrema.

O julgamento de Leonardo Valência começou em 8 de março de 2023. Desde o início, as expectativas eram enormes devido à brutalidade do caso e a quantidade de provas reunidas. A declaração inicial da acusação chocou todos os presentes. Segundo o relato do Ministério Público, Leonardo há muito fantasiava em matar alguém para experimentar a sensação de poder que isso lhe proporcionaria.

Aproveitando-se do estado sonolento de Emils causado pelo álcool e sedativos, ele a atacou repentinamente pelas costas dentro do quarto. Primeiro tentou estrangulá-la, usando uma chave de braço conhecida como mata leão. Quando isso falhou, ele usou um cabo, mas este se rompeu durante a luta.

 Longe de parar, Leonardo então pegou uma faca e infligiu um ferimento perto do coração dela enquanto continuava a pressioná-la. A acusação argumentou que após a confirmação da morte de Emils iniciou-se um metódico processo de mutilação. Segundo os investigadores, ele levou o corpo para a banheira e continuou a manipulá-lo ali, utilizando diversos instrumentos.

 Um dos detalhes perturbadores foi que o réu teria cortado partes específicas da pele de Emils, incluindo tatuagens que ele mesmo havia feito para depois preservá-las em Salmoura como troféus. Os investigadores descreveram como diferentes ferramentas foram utilizadas dependendo do tipo de corte feito, e observaram que a manipulação do corpo demonstrava tempo, concentração e conhecimento básico de anatomia.

 A mãe de Emils também testemunhou e seu depoimento foi um dos momentos mais dolorosos. Ela contou que sua filha via Leonardo como um conhecido de confiança desde que ele fez uma de suas tatuagens. Além disso, ela negou categoricamente qualquer versão que tentasse retratar Emils como uma participante regular de práticas íntimas extremas, rejeitando assim parte da estratégia da defesa.

 Em 23 de março, último dia do julgamento, Leonardo finalmente concordou em responder as perguntas a pedido de seu advogado de defesa. Leonardo falou com aparente calma e admitiu ter causado a morte da jovem. Segundo seu relato, Emil se foi voluntariamente à sua casa porque estava triste e ambos decidiram praticar atos íntimos consensuais e violentos.

Eles usaram uma máscara durante e, devido ao consumo de álcool e drogas, acabou apertando-a demais sem perceber as consequências. Leonardo alegou ter saído do quarto para buscar bebidas e que, ao retornar encontrou Emils sem vida. Ele afirmou ter entrado em pânico e que tudo que aconteceu depois foi resultado de seu desespero e medo de enfrentar as consequências.

 Contudo, mesmo durante esse depoimento, o réu admitiu ter fracionado o corpo da jovem e ter tentado se desfazer dos restos mortais e limpar a casa. Apesar disso, insistiu que nunca teve a intenção de matá-la e que tudo começou como um encontro íntimo que saiu do controle. Além disso, tentou incriminar Célia, sugerindo que ela lhe deu ideias de como se livrar do corpo.

 Também afirmou que se sua parceiro o tivesse aconselhado a ir diretamente à polícia, ele o teria feito. A versão dos fatos apresentada por Leonardo contradizia diretamente a enorme quantidade de provas. A violência no local, os antecedentes criminais do réu, os laudos periciais e o tratamento dado ao corpo eram incompatíveis com a imagem de um acidente aleatório que ele tentava projetar para o Juri.

 Ao final de seu depoimento, Leonardo pediu desculpas à família de Emils. Em tom calmo, afirmou estar ciente do dano irreparável que causara e reconheceu que nenhuma pena de prisão traria a jovem de volta à vida ou aliviaria o sofrimento que infligera. Leonardo Valência foi considerado culpado pelo assassinato de Emilsi e Vilipendio de cadáver e foi sentenciado a 25 anos e 5 meses de prisão.

 Após ser libertado, Leonardo permanecerá em liberdade condicional supervisionada por 10 anos. Além disso, o tribunal concedeu indenização financeira aos familiares de Emils, um pagamento aos pais e outro à irmã, devido ao enorme sofrimento emocional causado. Quanto a Célia, o Júria absolveu da acusação de obstrução da justiça. Ficou estabelecido que ela agiu sob ameaças e com medo constante de Leonardo, mas sua atitude foi decisiva.

 Assim que encontrou uma oportunidade segura para escapar, dirigiu-se diretamente à Guarda Civil e forneceu provas cruciais para a resolução do crime. O caso de Emil se tornou-se um dos crimes mais chocantes ocorridos na Espanha nos últimos tempos. Para a família da jovem, nenhuma resolução legal poderia reparar completamente a perda ou apagar o horror do que aconteceu naquela manhã.

 O que você acha que realmente se passava na cabeça de Leonardo naquela noite? Você acha que Cell agiu apenas por medo ou ainda existem partes da história que desconhecemos? Não se esqueça de deixar sua opinião nos comentários, curtir o vídeo e se inscrever no canal. Obrigada por assistir até aqui. Nos vemos no próximo vídeo.